Salvemos as crianças ucranianas deportadas para a Rússia !


Salvemos as crianças ucranianas deportadas para a Rússia !
The Issue
FR / EN / UA / DE / IT / BG / CZ / DK / ES / EE / FI / GE / GR / HU / JP / LT / LV / MK / NL / NO / PL / RO / RS / RU / SE / TR / AR / IR / IL /
Carta aberta aos chefes de Estado e de Governo europeus.
Pedimos aos nossos compatriotas e a todos os cidadãos da Europa e do mundo a interpelar com urgência, em toda a Europa, os nossos chefes de Estado e de Governo : Temos que salvar as crianças ucranianas sequestradas e deportadas para a Rússia.
Mais de 300,000 crianças ucranianas estão atualmente retidas em território russo, sem a garantia de controlo externo das respectivas condições de vida. Uma parte delas estão deliberadamente separadas de seus pais pelas autoridades russas.
Por outro lado, e segundo uma investigação da O.N.U, vários milhares de menores isolados, órfãos ou não, correm o risco de serem adotados por famílias russas, (a Rússia não ratificou a convenção da Haia de 1993 sobre a proteção das crianças e da cooperação em matéria de adoção). Além disso, Vladimir Poutine simplificou a concessão da nacionalidade russa a essas crianças por decreto do 25 de Maio e 11 de Julho 2022, facilitando assim os trâmites de adoção pelas famílias russas. Há todos os indícios de que tais procedimentos de adopção forçada já tiveram lugar e são já se realizaram e continuam.
NÃO à adopção forçada e à russificação de crianças raptadas!
Algumas dessas crianças já estão « a ser reeducadas « - quer dizer russificadas !- como se felicitou o primeiro canal de televisão russa A lavagem de cérebro dessas crianças, faz parte do plano de erradicação da nação ucraniana. (Publicado pela RIA Novosti em Abril 2022), exposto por Timofeï Serguïtsev, um próximo de Poutine do qual o discurso negacionista é quotidianamente difundido pela imprensa russa.
Nós não podemos abandonar nas mãos do Kremlin esses milhares de crianças deportadas à força e isoladas. A transferência forçada de menores representa um crime odioso moralmente e politicamente inaceitável. Segundo a convenção internacional de 1948 sobre o genocídio ( artículo II), é estritamente falando um acto genocída!
Pedimos com toda a urgência à Presidência da Comissão europeia, e aos chefes de Estado e de Governo de toda a Europa de intervir unânime e publicamente exigindo da Rússia a libertação das crianças e de todos os civis ucranianos deportados.
Pedimos-lhes que interpelem as organizações internacionais implicadas, UNICEF e a Cruz Vermelha Internacional, a fim que ajam o mais rapidamente possível junto do governo da Federação Russa para visitar essas crianças, e examinar as suas condições de vida e organizar o seu repatriamento para a Ucrânia.
Muitos cidadãos, decisores políticos e artistas de toda a Europa já apoiam a iniciativa. Entre eles :
Volodymyr YERMOLENKO (filósofo, editor do Ukraine World); Othar ZOURABICHVILI (presidente, Association Géorgienne En France); Andreï KOURKOV (escritor, Ucrânia, França); Jean-Pierre PASTERNAK (presidente, Union des Ukrainiens de France); Raphaël GLUCKSMANN (ensaísta, MPE); Petras AUSTREVICIUS (MPE, Lituânia); Anna FOTYGA (MPE, Polónia); Bernard GUETTA (ex-jornalista, especialista em geopolítica internacional, MPE, França); Beata KEMPA (MPE, Polónia); Jacek SARYUSZ-WOLSKI (MPE, Polónia); Witold Jan WASZCZYKOWSKI (MPE, Polónia); Yanelys APARICIO (ensaísta, professor na UNED, Espanha); Dominique BLANC (actriz, membro da Comédie-Française); Jean-Claude CASADESUS (maestro, França); Barbara CASSIN (filósofa, filósofa e membro da Academia Francesa, França); Catherine COQUIO (professora universitária em literatura comparada, França); Florent COURY (escritora, voluntária na Ucrânia, França); Samantha DE BENDERN (investigadora associada do Instituto Real de Assuntos Internacionais - Chatham House-, especialista na Rússia, Ucrânia e Bielorrússia, Reino Unido); Camille DE TOLEDO (escritora contemporânea, França); Catherine DOLTO (Aptoterapeuta, França); Grégory DOUCET (Presidente da Câmara de Lyon, França); Dominique EDDÉ (escritor, França); Ángel ESTEBAN (ensaísta, professor na Universidade de Granada, Espanha); Jean-Pierre FILIU (historiador, França); Bernard GOLSE (psiquiatra e psicanalista infantil, Conseil supérieur de l'adoption, França); Romain GOUPIL (cineasta, França); Sophie GOUPIL (produtora, França); Hassan HABIBI (Presidente da ADERPI - Associação para a Defesa dos Refugiados Iranianos, Irão); Zoriana HANIAK (Presidente da Associação dos Estudantes Ucranianos, França); Marketa HODOUSKOVÁ (fundadora e directora do Festival Czech-In Ceská republika, República Checa); Danielle JAEGGI (cineasta, França); Sergueï JIRNOV (autor, jornalista e perito em relações internacionais, Rússia); Pierre LÉVY-SOUSSAN (psiquiatra infantil, França); Jonathan LITTELL (escritor, França); Robert LITTELL (romancista e ex-jornalista, EUA, França); André MARKOWICZ (tradutor, França); Alexandre MELNIK (consultor e professor em geopolítica, autor, antigo diplomata em Moscovo); Aude MERLIN (especialista em Rússia e no Cáucaso, U.L.B. Bélgica); Ariane MNOUCHKINE (Directora, Fundadora do Théâtre du Soleil, França); Sarah MOON (fotógrafa, França); Véronique NAHOUM-GRAPPE (antropóloga, França); Elisabeth NICOLI (advogada, co-presidente da Alliance des Femmes pour la Démocratie, França); Edwy PLENEL (jornalista, França); Olivier PY (Director, Director do Festival de Avignon); Prof. Dr. med. Jochen ROEPER (Director, Instituto de Neurofisiologia da Universidade Goethe, Frankfurt, Alemanha); Sylvie ROLLET (professora universitária emérita em Estudos Cinematográficos, presidente da associação Pour l'Ukraine, pour leur liberté et la nôtre! França); Bruno SANCCI (jornalista, enviado especial para a Ucrânia, Patagónia, Argentina); Mathieu SCHNEIDER (Presidente da rede MEnS, França); Antoine SPIRE (Presidente do Pen Club, França); Meg STUART (coreógrafa, Bélgica); Nicolas TENZER (cientista político, França); Agnès TRICOIRE (advogada da Ordem dos Advogados de Paris, França); Cécile VAISSIÉ (professora de estudos russos e soviéticos, França); Carl Michael VON HAUSSWOLFF (compositor/artista/curador) Suécia; Anders WEBERG (artista, Suécia);
Instituições signatárias :
- Editorial Brigadas de Solidariedade (À l'encontre; Centre Tricontinental; ContreTemps; Éditions Page 2; Éditions Spartacus; Éditions Syllepse; Entre les lignes, entre les mots; Europe solidaire sans frontières; Les Utopiques; M Éditeur; New Politics; International Trade Union Network of Solidarity and Struggle -LabourSolidarity; New Politics
- Memorial 98
- Ukraine Solidarité France (membro da Rede Europeia de Solidariedade com a Ucrânia - RESU)
Pour l'Ukraine, leur liberté et la nôtre (Pela Ucrânia, pela sua liberdade e pela nossa) publicou um artigo sobre este tema no jornal francês Le Monde : https://www.lemonde.fr/en/opinion/article/2022/08/05/deporting-ukrainian-children-and-russifying-them-is-jeopardizing-the-future-of-ukraine_5992568_23.html
Para nos contactar: appelpourlukraine@gmail.com

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Carta aberta aos chefes de Estado e de Governo europeus.
Pedimos aos nossos compatriotas e a todos os cidadãos da Europa e do mundo a interpelar com urgência, em toda a Europa, os nossos chefes de Estado e de Governo : Temos que salvar as crianças ucranianas sequestradas e deportadas para a Rússia.
Mais de 300,000 crianças ucranianas estão atualmente retidas em território russo, sem a garantia de controlo externo das respectivas condições de vida. Uma parte delas estão deliberadamente separadas de seus pais pelas autoridades russas.
Por outro lado, e segundo uma investigação da O.N.U, vários milhares de menores isolados, órfãos ou não, correm o risco de serem adotados por famílias russas, (a Rússia não ratificou a convenção da Haia de 1993 sobre a proteção das crianças e da cooperação em matéria de adoção). Além disso, Vladimir Poutine simplificou a concessão da nacionalidade russa a essas crianças por decreto do 25 de Maio e 11 de Julho 2022, facilitando assim os trâmites de adoção pelas famílias russas. Há todos os indícios de que tais procedimentos de adopção forçada já tiveram lugar e são já se realizaram e continuam.
NÃO à adopção forçada e à russificação de crianças raptadas!
Algumas dessas crianças já estão « a ser reeducadas « - quer dizer russificadas !- como se felicitou o primeiro canal de televisão russa A lavagem de cérebro dessas crianças, faz parte do plano de erradicação da nação ucraniana. (Publicado pela RIA Novosti em Abril 2022), exposto por Timofeï Serguïtsev, um próximo de Poutine do qual o discurso negacionista é quotidianamente difundido pela imprensa russa.
Nós não podemos abandonar nas mãos do Kremlin esses milhares de crianças deportadas à força e isoladas. A transferência forçada de menores representa um crime odioso moralmente e politicamente inaceitável. Segundo a convenção internacional de 1948 sobre o genocídio ( artículo II), é estritamente falando um acto genocída!
Pedimos com toda a urgência à Presidência da Comissão europeia, e aos chefes de Estado e de Governo de toda a Europa de intervir unânime e publicamente exigindo da Rússia a libertação das crianças e de todos os civis ucranianos deportados.
Pedimos-lhes que interpelem as organizações internacionais implicadas, UNICEF e a Cruz Vermelha Internacional, a fim que ajam o mais rapidamente possível junto do governo da Federação Russa para visitar essas crianças, e examinar as suas condições de vida e organizar o seu repatriamento para a Ucrânia.
Muitos cidadãos, decisores políticos e artistas de toda a Europa já apoiam a iniciativa. Entre eles :
Volodymyr YERMOLENKO (filósofo, editor do Ukraine World); Othar ZOURABICHVILI (presidente, Association Géorgienne En France); Andreï KOURKOV (escritor, Ucrânia, França); Jean-Pierre PASTERNAK (presidente, Union des Ukrainiens de France); Raphaël GLUCKSMANN (ensaísta, MPE); Petras AUSTREVICIUS (MPE, Lituânia); Anna FOTYGA (MPE, Polónia); Bernard GUETTA (ex-jornalista, especialista em geopolítica internacional, MPE, França); Beata KEMPA (MPE, Polónia); Jacek SARYUSZ-WOLSKI (MPE, Polónia); Witold Jan WASZCZYKOWSKI (MPE, Polónia); Yanelys APARICIO (ensaísta, professor na UNED, Espanha); Dominique BLANC (actriz, membro da Comédie-Française); Jean-Claude CASADESUS (maestro, França); Barbara CASSIN (filósofa, filósofa e membro da Academia Francesa, França); Catherine COQUIO (professora universitária em literatura comparada, França); Florent COURY (escritora, voluntária na Ucrânia, França); Samantha DE BENDERN (investigadora associada do Instituto Real de Assuntos Internacionais - Chatham House-, especialista na Rússia, Ucrânia e Bielorrússia, Reino Unido); Camille DE TOLEDO (escritora contemporânea, França); Catherine DOLTO (Aptoterapeuta, França); Grégory DOUCET (Presidente da Câmara de Lyon, França); Dominique EDDÉ (escritor, França); Ángel ESTEBAN (ensaísta, professor na Universidade de Granada, Espanha); Jean-Pierre FILIU (historiador, França); Bernard GOLSE (psiquiatra e psicanalista infantil, Conseil supérieur de l'adoption, França); Romain GOUPIL (cineasta, França); Sophie GOUPIL (produtora, França); Hassan HABIBI (Presidente da ADERPI - Associação para a Defesa dos Refugiados Iranianos, Irão); Zoriana HANIAK (Presidente da Associação dos Estudantes Ucranianos, França); Marketa HODOUSKOVÁ (fundadora e directora do Festival Czech-In Ceská republika, República Checa); Danielle JAEGGI (cineasta, França); Sergueï JIRNOV (autor, jornalista e perito em relações internacionais, Rússia); Pierre LÉVY-SOUSSAN (psiquiatra infantil, França); Jonathan LITTELL (escritor, França); Robert LITTELL (romancista e ex-jornalista, EUA, França); André MARKOWICZ (tradutor, França); Alexandre MELNIK (consultor e professor em geopolítica, autor, antigo diplomata em Moscovo); Aude MERLIN (especialista em Rússia e no Cáucaso, U.L.B. Bélgica); Ariane MNOUCHKINE (Directora, Fundadora do Théâtre du Soleil, França); Sarah MOON (fotógrafa, França); Véronique NAHOUM-GRAPPE (antropóloga, França); Elisabeth NICOLI (advogada, co-presidente da Alliance des Femmes pour la Démocratie, França); Edwy PLENEL (jornalista, França); Olivier PY (Director, Director do Festival de Avignon); Prof. Dr. med. Jochen ROEPER (Director, Instituto de Neurofisiologia da Universidade Goethe, Frankfurt, Alemanha); Sylvie ROLLET (professora universitária emérita em Estudos Cinematográficos, presidente da associação Pour l'Ukraine, pour leur liberté et la nôtre! França); Bruno SANCCI (jornalista, enviado especial para a Ucrânia, Patagónia, Argentina); Mathieu SCHNEIDER (Presidente da rede MEnS, França); Antoine SPIRE (Presidente do Pen Club, França); Meg STUART (coreógrafa, Bélgica); Nicolas TENZER (cientista político, França); Agnès TRICOIRE (advogada da Ordem dos Advogados de Paris, França); Cécile VAISSIÉ (professora de estudos russos e soviéticos, França); Carl Michael VON HAUSSWOLFF (compositor/artista/curador) Suécia; Anders WEBERG (artista, Suécia);
Instituições signatárias :
- Editorial Brigadas de Solidariedade (À l'encontre; Centre Tricontinental; ContreTemps; Éditions Page 2; Éditions Spartacus; Éditions Syllepse; Entre les lignes, entre les mots; Europe solidaire sans frontières; Les Utopiques; M Éditeur; New Politics; International Trade Union Network of Solidarity and Struggle -LabourSolidarity; New Politics
- Memorial 98
- Ukraine Solidarité France (membro da Rede Europeia de Solidariedade com a Ucrânia - RESU)
Pour l'Ukraine, leur liberté et la nôtre (Pela Ucrânia, pela sua liberdade e pela nossa) publicou um artigo sobre este tema no jornal francês Le Monde : https://www.lemonde.fr/en/opinion/article/2022/08/05/deporting-ukrainian-children-and-russifying-them-is-jeopardizing-the-future-of-ukraine_5992568_23.html
Para nos contactar: appelpourlukraine@gmail.com

Petition Closed
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Petition created on August 28, 2022


