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Infelizmente a universidade está deixando a desejar, muitas coisas erradas e ninguém faz nada. A mensalidade está caríssima, alguns professores não sabem nem auxiliar os alunos ou se prestam em ajudar para fazer as atividades, agora foi tirado o simulado que era uma forma de estudo e que ajudava os alunos no final da média.
Os alunos pagam as mensalidades, mas não temos direito de fala. UM ABSURDO o que estão fazendo, algo que era pra FACILITAR a vida do estudante que trabalha 6x1 e que só quer ter uma formação, está se tornando uma frustração, tirando a demora pra corrigir e dar as notas das atividades (que mudam toda hora).
Espero que com esse abaixo assinado as coisas mudem, pois os alunos só querem se formar.
O trabalho remoto, ao longo do tempo em que foi adotado, demonstrou ser não apenas viável, mas altamente eficaz. A produtividade foi mantida — e muitas vezes superada — com entregas consistentes, responsabilidade e comprometimento por parte das equipes. Além disso, o modelo remoto trouxe benefícios significativos, como: - Redução do tempo de deslocamento, que em muitos casos ultrapassa 2 horas por dia, em transporte público frequentemente lotado e desgastante; - Melhoria na qualidade de vida, com mais tempo para descanso, saúde e convívio familiar; - Maior flexibilidade, permitindo um equilíbrio mais saudável entre vida pessoal e profissional; - Redução de custos tanto para os colaboradores quanto para a empresa; - Inclusão e diversidade, ao permitir a participação de pessoas de diferentes regiões e realidades. A decisão de encerrar o trabalho remoto representa, portanto, um retrocesso em relação aos avanços conquistados nos últimos anos. Vai na contramão das práticas modernas de gestão e, mais preocupante ainda, contraria um dos valores mais proclamados pela própria empresa: a inovação. Inovar não é apenas adotar novas tecnologias, mas também repensar modelos de trabalho, confiar nas pessoas e adaptar-se às transformações sociais e culturais do nosso tempo. Além disso, essa decisão foi tomada de forma unilateral, sem consulta ou escuta ativa dos colaboradores, e sem demonstrar empatia com as realidades diversas que compõem o quadro de funcionários. Ignorar os impactos físicos, emocionais e financeiros que essa mudança impõe é desconsiderar o valor humano que sustenta a empresa. A volta obrigatória ao presencial, sem diálogo, gera desmotivação, infelicidade, aumento de rotatividade e perda de talentos que valorizam a autonomia e a confiança como pilares de uma cultura moderna e sustentável. Peço, portanto, que essa decisão seja reavaliada com base em dados, escuta ativa e coerência com os valores que a empresa afirma defender. Acredito na organização e em sua capacidade de evoluir com responsabilidade, valorizando o que foi conquistado até aqui. Com respeito e esperança de abertura ao diálogo.
Sou colaborador do SENAC e venho, com respeito e senso de responsabilidade, trazer uma reflexão importante que ultrapassa o que está formalmente escrito nos termos assinados sobre o retorno presencial.
Entendo que a empresa tenha se pautado por protocolos e diretrizes institucionais, mas a realidade atual nos ambientes de trabalho, especialmente nas salas da sede em São Paulo, tem se mostrado extremamente desafiadora e prejudicial à saúde física e mental dos colaboradores.
já hoje, com um modelo híbrido, enfrentamos problemas estruturais sérios: os banheiros ficam lotados nos intervalos, dificultando até ações básicas como escovar os dentes. A cozinha, por sua vez, é extremamente pequena para a quantidade de pessoas, gerando filas e obrigando muitos a retornarem para suas mesas com fome ou sem o tempo necessário para descanso adequado. Com o retorno total, a tendência é que esse cenário piore.
Com o aumento expressivo do número de funcionários presencialmente, as salas — que antes já tinham limitações — tornaram-se espaços inadequados para a concentração, o foco e, principalmente, o bem-estar. O excesso de ruído, reuniões simultâneas, pessoas falando alto para tentar se comunicar e a ausência de medidas de contenção acústica criam um ambiente desgastante, estressante e incompatível com a qualidade de vida no trabalho, prevista pela Constituição Federal (Art. 7º, inciso XXII) e pela própria CLT
Em tempos em que tantas instituições buscam reconhecimento no ranking das melhores empresas para trabalhar — como o Great Place to Work (GPTW), que valoriza ambientes psicologicamente seguros e com escuta ativa —, causa estranhamento que decisões com impacto direto na qualidade de vida dos colaboradores estejam sendo tomadas sem consulta ou diálogo prévio.
Somos uma instituição que promove cursos de excelência e forma profissionais para atuarem com ética, competência e equilíbrio. No entanto, esse propósito precisa começar internamente. É incoerente preparar pessoas para o mercado e, ao mesmo tempo, desconsiderar as condições reais de quem sustenta essa missão diariamente.
Não se trata de resistência às diretrizes, mas de um apelo por coerência, humanidade e respeito.
Por fim, deixo também o pedido para que esse tema seja acompanhado com atenção pelo sindicato da categoria, que tem como função zelar pelos direitos e condições de trabalho dos profissionais representados. O momento pede responsabilidade e, sobretudo, escuta.
A decisão desconsidera totalmente as consequências sociais, econômicas e operacionais de uma mudança tão brusca. Muitos profissionais, ao longo do tempo, reorganizaram suas vidas em função do trabalho remoto, optando por viver em locais mais afastados, como cidades pequenas, áreas costeiras ou zonas rurais, em busca de bem-estar, segurança, melhores condições educacionais para os filhos ou cuidados com a saúde. Agora, sem alternativas concretas, esses colaboradores se veem pressionados a desfazer planos pessoais, interromper a rotina escolar de suas famílias, negociar imóveis às pressas e abrir mão de investimentos construídos com planejamento e esforço.
Gente, sinceramente… esse reajuste de 24% na mensalidade da faculdade é um absurdo. Não tem condição. É completamente incoerente com a realidade e não acompanha nenhum índice que justifique um aumento desse tamanho.
A gente paga caro, cumpre tudo certinho, e no mínimo merece transparência e respeito.
Esse aumento é incorreto, exagerado e totalmente fora da realidade de quem estuda lá.
O reajuste não se justifica diante da própria precariedade da faculdade.
Há banheiros sem funcionamento adequado, falta de sabão e papel; a instituição apresenta um odor desagradável de esgoto; bebedouros quebrados; há goteiras em diversos espaços; cadeiras danificadas; e o laboratório de informática sequer possui o pacote Office instalado.
Não existe justifciativa para esse aumento, absurdo.
Simplesmente um descaso com os estudantes que, como eu, passaram um ano de suas vidas abdicando de tudo em prol dos estudos. Todas as minhas noites mal dormidas, as horas que passei sentada na escrivaninha estudando, os simulados que fiz, todo meu esforço, minha saúde mental que gastei para essa prova, todos jogados no lixo. Anulem o ENEM 2025!
Eu tô revoltada com o que aconteceu no ENEM — e não é só pela suspeita de fraude. É porque o INEP insiste em fingir que existe “democratização do acesso”, quando na prática quem vem de baixo sempre entra perdendo.
Como é possível uma live reunir +40 mil pessoas na véspera do ENEM? Isso não é caso isolado. Isso mostra que o esquema já era conhecido e antigo.
E o INEP acha que anular só 3 questões resolve? É sério?
Mas o impacto para milhões de estudantes é muito maior.
Gente que estudou o ano inteiro, gente da escola pública, gente sem base sólida.
O mínimo é transparência total e investigação completa.
O estudo de quem luta não pode valer menos que o privilégio de quem teve acesso antecipado a conteúdo.
Democratização não existe quando só funciona pra privilegiado.