Por mais testes para COVID-19 e medidas para controlar a pandemia!


Por mais testes para COVID-19 e medidas para controlar a pandemia!
The Issue
Recentemente, diante da pandemia declarada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) do Novo Coronavírus, a COVID-19, temos visto no Brasil uma escalada da crise política com demissão do ministro da saúde, embates entre os governadores estaduais e o governo federal. O Brasil é um pais de dimensões continentais, com uma população de aproximadamente 210 milhões de pessoas, com cerca de 12 milhões sem disponibilidade diária de água em casa e 13,6 milhões vivendo em favelas.
Desde o início do aumento do número de casos da COVID-19 até chegar no cenário de 46 mil casos confirmados, computando, aproximadamente, 3 mil mortes, o presidente da república tem minimizado o problema sanitário, fomentando desarranjos políticos com os governadores dos estados federativos que clamam por medidas urgentes para conter o avanço da pandemia. A escalada da doença é extremamente preocupante, com aumento significativo do número de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) quando comparado a anos anteriores, indicativo de subnotificação da COVID-19.
Esse dado se torna ainda mais dramático no que tange às populações mais vulneráveis que vivem em favelas ou em situação de rua e, também, aos profissionais de saúde. Em alguns estados, como é o caso do Amazonas, já há o colapso da rede publica de saúde, com falta de leitos de UTI, falta de respiradores e falta de equipamentos de proteção individual (EPIs) para proteger os profissionais de saúde e também outros pacientes que precisem de atendimento médico de urgência.
O Brasil tem realizado em média 1.373 mil testes por milhão de habitantes, o que é muito pouco e põem sobretudo as populações mais vulneráveis em risco. Os estados mais pobres do Norte e do Nordeste possuem poder limitado de compra, mais indivíduos subnutridos e sem acesso à água, além de outras endemias importantes, como dengue e Zika.
Precisamos urgentemente de mais testes para a COVID-19 e uma real política de saúde pública, transparente, e que permita identificar os casos da doença para proteger a totalidade da população brasileira.
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Recently, in face of the pandemic declared by the World Health Organization (WHO) of the New Coronavirus, COVID-19, we have seen in Brazil an escalation of the political crisis with the resignation of the health minister, clashes between state governors and the federal government. Brazil is a country of continental dimensions, with a population of approximately 210 million people, with about 12 million without daily availability of water at home and 13.6 million living in favelas.
Since the beginning of the increase in the number of COVID-19 cases until the scenario of 62,000 confirmed cases, with approximately 4,300 deaths, the president of the republic has minimized the health problem, fomenting political disarrangements with the governors of the federal states that are calling for urgent measures to contain the advance of the pandemic. The escalation of the disease is extremely worrying, with a significant increase in the number of cases of severe acute respiratory syndrome (SARS) compared to previous years, indicative of underreporting by COVID-19.
This is even more dramatic for the most vulnerable populations living in favelas or in the streets, and also for health professionals. In some states, such as Amazonas, there is already the collapse of the public health system, with lack of ICU beds, lack of respirators and lack of individual protection equipment (IPEs) to protect health professionals and also other patients who need emergency medical care.
Brazil has conducted an average of 1,373 tests per million inhabitants, which is very little and puts the most vulnerable populations at risk. The poorest states in the North and Northeast have limited purchasing power, more undernourished individuals without access to water, and other important endemics such as dengue and Zika.
We urgently need more tests for COVID-19 and a real public health measures and policies, transparent, to identify cases of the disease to protect the entire Brazilian population!

The Issue
Recentemente, diante da pandemia declarada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) do Novo Coronavírus, a COVID-19, temos visto no Brasil uma escalada da crise política com demissão do ministro da saúde, embates entre os governadores estaduais e o governo federal. O Brasil é um pais de dimensões continentais, com uma população de aproximadamente 210 milhões de pessoas, com cerca de 12 milhões sem disponibilidade diária de água em casa e 13,6 milhões vivendo em favelas.
Desde o início do aumento do número de casos da COVID-19 até chegar no cenário de 46 mil casos confirmados, computando, aproximadamente, 3 mil mortes, o presidente da república tem minimizado o problema sanitário, fomentando desarranjos políticos com os governadores dos estados federativos que clamam por medidas urgentes para conter o avanço da pandemia. A escalada da doença é extremamente preocupante, com aumento significativo do número de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) quando comparado a anos anteriores, indicativo de subnotificação da COVID-19.
Esse dado se torna ainda mais dramático no que tange às populações mais vulneráveis que vivem em favelas ou em situação de rua e, também, aos profissionais de saúde. Em alguns estados, como é o caso do Amazonas, já há o colapso da rede publica de saúde, com falta de leitos de UTI, falta de respiradores e falta de equipamentos de proteção individual (EPIs) para proteger os profissionais de saúde e também outros pacientes que precisem de atendimento médico de urgência.
O Brasil tem realizado em média 1.373 mil testes por milhão de habitantes, o que é muito pouco e põem sobretudo as populações mais vulneráveis em risco. Os estados mais pobres do Norte e do Nordeste possuem poder limitado de compra, mais indivíduos subnutridos e sem acesso à água, além de outras endemias importantes, como dengue e Zika.
Precisamos urgentemente de mais testes para a COVID-19 e uma real política de saúde pública, transparente, e que permita identificar os casos da doença para proteger a totalidade da população brasileira.
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Recently, in face of the pandemic declared by the World Health Organization (WHO) of the New Coronavirus, COVID-19, we have seen in Brazil an escalation of the political crisis with the resignation of the health minister, clashes between state governors and the federal government. Brazil is a country of continental dimensions, with a population of approximately 210 million people, with about 12 million without daily availability of water at home and 13.6 million living in favelas.
Since the beginning of the increase in the number of COVID-19 cases until the scenario of 62,000 confirmed cases, with approximately 4,300 deaths, the president of the republic has minimized the health problem, fomenting political disarrangements with the governors of the federal states that are calling for urgent measures to contain the advance of the pandemic. The escalation of the disease is extremely worrying, with a significant increase in the number of cases of severe acute respiratory syndrome (SARS) compared to previous years, indicative of underreporting by COVID-19.
This is even more dramatic for the most vulnerable populations living in favelas or in the streets, and also for health professionals. In some states, such as Amazonas, there is already the collapse of the public health system, with lack of ICU beds, lack of respirators and lack of individual protection equipment (IPEs) to protect health professionals and also other patients who need emergency medical care.
Brazil has conducted an average of 1,373 tests per million inhabitants, which is very little and puts the most vulnerable populations at risk. The poorest states in the North and Northeast have limited purchasing power, more undernourished individuals without access to water, and other important endemics such as dengue and Zika.
We urgently need more tests for COVID-19 and a real public health measures and policies, transparent, to identify cases of the disease to protect the entire Brazilian population!

Petition Closed
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Petition created on April 26, 2020
