Retomada de voos diretos entre o Brasil e a África Ocidental
Retomada de voos diretos entre o Brasil e a África Ocidental
O problema
Pela retomada de voos diretos entre o Brasil e a África Ocidental
Solicitamos ao Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) a retomada de voos diretos entre o Brasil e países da África Ocidental.
Atualmente, viajar entre o Brasil e a África Ocidental tornou-se extremamente caro e excessivamente demorado, com trajetos que frequentemente ultrapassam 24 horas, exigindo múltiplas conexões, principalmente por países europeus. Essa situação impõe sérios obstáculos a pesquisadores, estudantes, docentes, artistas e cidadãos em geral, impedindo as relações mais profundas entre os países. A África Ocidental possui uma ligação histórica, cultural e social profunda com o Brasil.
Grande parte da população brasileira tem suas origens nessa região, o que motiva viagens, encontros, pesquisas com intuito de elucidar temas como ancestralidade, identidade, cultura, memória. Centenas de pesquisadores brasileiros desejam investigar a África Ocidental e, pela ausência de voos diretos, são impossibilitados de ir pessoalmente aos arquivos, realizar campos, entrevistas. Dificultar o acesso a esses países significa limitar o conhecimento sobre a própria formação da sociedade brasileira.
A ausência de voos diretos prejudica o fortalecimento das relações Sul-Sul, especialmente no campo acadêmico e científico. Cooperações entre universidades brasileiras e africanas, pesquisas de campo, participação em congressos internacionais e intercâmbios estudantis tornam-se financeiramente inviáveis para muitos.
Até a pandemia da Covid-19, existia voo direto entre o Nordeste brasileiro e o arquipélago de Cabo Verde, realizado em menos de cinco horas, com custos significativamente mais baixos do que os praticados atualmente. Esse voo representava uma conexão estratégica entre o Brasil e a África Ocidental, facilitando intercâmbios acadêmicos, culturais, turísticos e econômicos. Hoje, a ausência de voos diretos tornou o deslocamento extremamente caro e excessivamente demorado, o que representa sérios obstáculos a pesquisadores, estudantes, docentes, artistas e cidadãos em geral, quando o trajeto poderia ser feito em poucas horas.
Em 2024, durante visita oficial ao arquipélago de Cabo Verde, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou a intenção de retomar o voo direto entre o Brasil e o país africano. No entanto, até o momento, nenhuma medida efetiva foi implementada, e a conexão direta segue inexistente.
A retomada de voos diretos traria benefícios amplos e estratégicos:
- fortalecimento da produção acadêmica e científica brasileira;
- ampliação das parcerias universitárias e da cooperação Sul-Sul;
- estímulo ao turismo nos dois sentidos;
- fortalecimento das economias emergentes;
- redução da dependência de rotas e custos atrelados ao euro e ao dólar
- Ressaltamos ainda que o Brasil recebe centenas de estudantes oriundos da África Ocidental, que hoje enfrentam passagens extremamente caras, dificultando sua mobilidade, permanência e vínculos familiares.
Por essas razões, solicitamos que o Itamaraty atue de forma concreta para viabilizar a retomada de voos diretos entre o Brasil e a África Ocidental, reconhecendo sua importância histórica, cultural, acadêmica, econômica e estratégica.
Assine e apoie esta causa. Aproximar o Brasil da África é fortalecer nossa história, nosso presente e nosso futuro

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O problema
Pela retomada de voos diretos entre o Brasil e a África Ocidental
Solicitamos ao Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) a retomada de voos diretos entre o Brasil e países da África Ocidental.
Atualmente, viajar entre o Brasil e a África Ocidental tornou-se extremamente caro e excessivamente demorado, com trajetos que frequentemente ultrapassam 24 horas, exigindo múltiplas conexões, principalmente por países europeus. Essa situação impõe sérios obstáculos a pesquisadores, estudantes, docentes, artistas e cidadãos em geral, impedindo as relações mais profundas entre os países. A África Ocidental possui uma ligação histórica, cultural e social profunda com o Brasil.
Grande parte da população brasileira tem suas origens nessa região, o que motiva viagens, encontros, pesquisas com intuito de elucidar temas como ancestralidade, identidade, cultura, memória. Centenas de pesquisadores brasileiros desejam investigar a África Ocidental e, pela ausência de voos diretos, são impossibilitados de ir pessoalmente aos arquivos, realizar campos, entrevistas. Dificultar o acesso a esses países significa limitar o conhecimento sobre a própria formação da sociedade brasileira.
A ausência de voos diretos prejudica o fortalecimento das relações Sul-Sul, especialmente no campo acadêmico e científico. Cooperações entre universidades brasileiras e africanas, pesquisas de campo, participação em congressos internacionais e intercâmbios estudantis tornam-se financeiramente inviáveis para muitos.
Até a pandemia da Covid-19, existia voo direto entre o Nordeste brasileiro e o arquipélago de Cabo Verde, realizado em menos de cinco horas, com custos significativamente mais baixos do que os praticados atualmente. Esse voo representava uma conexão estratégica entre o Brasil e a África Ocidental, facilitando intercâmbios acadêmicos, culturais, turísticos e econômicos. Hoje, a ausência de voos diretos tornou o deslocamento extremamente caro e excessivamente demorado, o que representa sérios obstáculos a pesquisadores, estudantes, docentes, artistas e cidadãos em geral, quando o trajeto poderia ser feito em poucas horas.
Em 2024, durante visita oficial ao arquipélago de Cabo Verde, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou a intenção de retomar o voo direto entre o Brasil e o país africano. No entanto, até o momento, nenhuma medida efetiva foi implementada, e a conexão direta segue inexistente.
A retomada de voos diretos traria benefícios amplos e estratégicos:
- fortalecimento da produção acadêmica e científica brasileira;
- ampliação das parcerias universitárias e da cooperação Sul-Sul;
- estímulo ao turismo nos dois sentidos;
- fortalecimento das economias emergentes;
- redução da dependência de rotas e custos atrelados ao euro e ao dólar
- Ressaltamos ainda que o Brasil recebe centenas de estudantes oriundos da África Ocidental, que hoje enfrentam passagens extremamente caras, dificultando sua mobilidade, permanência e vínculos familiares.
Por essas razões, solicitamos que o Itamaraty atue de forma concreta para viabilizar a retomada de voos diretos entre o Brasil e a África Ocidental, reconhecendo sua importância histórica, cultural, acadêmica, econômica e estratégica.
Assine e apoie esta causa. Aproximar o Brasil da África é fortalecer nossa história, nosso presente e nosso futuro

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Abaixo-assinado criado em 26 de janeiro de 2026