Decision Maker

iFood


Does iFood have the power to decide or influence something you want to change? Start a petition to this decision maker.Start a petition
Petitioning iFood , Uber Eats, Uber Eats (Contato), Loggi , James Delivery, 99 Food (Contato), 99 (Motoristas), Rappi

Aplicativos de entrega, distribuam alimentação e álcool em gel para os motoboys!

Olá, pessoal! Meu nome é Paulo, tenho 31 anos, moro na periferia de São Paulo e trabalho como entregador de comida de aplicativos. Nós, motoboys, continuamos com as entregas no meio dessa crise do coronavírus e estamos enfrentando muitos riscos. Todo mundo está em casa se isolando em quarentena, mas nós ficamos nas ruas o dia inteiro, na batalha para garantir as entregas de delivery, colocando a nossa saúde e de nossas famílias em risco. Estamos trabalhando largados à nossa própria sorte e sem nenhuma medida de prevenção e proteção das empresas de aplicativos que fazemos as entregas, como Rappi, iFood, Loggi, Uber Eats, 99Food e James. Seguimos fazendo as entregas no meio dessa crise do coronavírus e as empresas não nos forneceram nenhuma medida de proteção, como álcool em gel, máscaras ou luvas. Além disso, estamos trabalhando com fome. Pois a gente não tem como voltar para almoçar em casa, por exemplo. Corro o risco de levar o vírus para dentro de casa. Teria que trocar de roupa e fazer todo o processo de higienização na hora do almoço e no fim do dia. Imagina quanto tempo isso levaria? A gente já ganha pouco, ganharia menos ainda e colocaria a nossa família em mais risco. Com o coronavírus, a demanda de trabalho aumentou muito, vocês sabem o que é ter que trabalhar o dia inteiro carregando comida para as pessoas, sentindo o cheiro, e estar com fome? Eu e meus colegas sabemos e passamos por isso todos os dias.  Não temos condições de comprar álcool em gel e arcar com a alimentação na rua em meio a essa crise do coronavírus. Precisamos que as empresas de aplicativos se posicionem e tomem providências para que a gente esteja mais protegido. Precisamos de distribuição urgente de álcool em gel para todos os entregadores e também de alimentação. Não dá para trabalhar com fome! Para nossa prevenção, é necessária a distribuição de álcool em gel, já que entramos em contato com muitas pessoas por dia fazendo as entregas. Eu preciso voltar para casa tendo a certeza de que eu não tenho nada de doença, por causa da minha família. Eu tenho uma filhinha de 2 anos, moro também no mesmo terreno que a minha avó, que tem 86 anos e uma saúde muito debilitada. Quando eu chego em casa, peço para a minha esposa esconder minha filha para ela não correr e me abraçar. Eu tiro o sapato, já corro para tomar banho pra depois poder abraçar a minha filha. Se eu cair doente, como vai ser? Quem vai levar o sustento para minha família? Ou pior, se eu levar esse vírus para dentro da minha casa e infectar minha avó ou minha filha pequena? Assinem e nos ajudem a continuar com o nosso trabalho com mais segurança e dignidade. Como eu disse no vídeo, motoboy também é ser humano, igual todos os outros profissionais, policial, médico. A gente tem sonho, a gente chora, a gente tem família. A gente não é só entregador de comida.

Paulo Lima
372,400 supporters
Petitioning iFood

iFood: queremos melhoria no sistema para entregadores

No dia 29/11/2019, a empresa iFood superou a marca de 1.400.000 pedidos EM UM ÚNICO DIA. Parte fundamental desses resultados são os Entregadores iFood, pois a empresa precisa da gente para alcançar essas marcas e metas de milhões. Mas nós, que somos parte fundamental para o funcionamento da empresa, sofremos graves problemas na plataforma, entre eles: A penalização indevida por conta de ACUSAÇÕES FALSAS E/OU NÃO COMPROVADAS de clientes, alegando que o entregador não entregou o pedido ou entregou com itens faltando; A demora excessiva aguardando pedidos ficarem prontos nos restaurantes; A remuneração baixa em entregas, que em diversos casos é menor que R$ 1,00 por quilômetro; A oferta de rotas onde o local de coleta do pedido está a muitos quilômetros de distância; A demora ou até mesmo a falta de suporte dentro da plataforma, principalmente durante rotas que apresentam contratempos ou situações de emergência; A penalização por não aceitar as rotas ofertadas ou por erros do próprio sistema. Existem muitos outros problemas, mas esses citados acima são os que mais estão prejudicando o trabalho dos entregadores. Por isso, demandam uma solução IMEDIATA por parte da empresa iFood. Nós, entregadores, entendemos que se trata de uma tecnologia nova e que precisa de um sistema automático para a tomada de decisões. Entretanto, este sistema já opera desde 2011 e já tiveram tempo suficiente para serem analisadas e resolvidas.  Esses problemas citados acima afetam o uso da plataforma como um todo, seja no modal Moto, Bicicleta, Patinete, Moto elétrica ou carro; sendo na modalidade Nuvem ou Operador Logístico. Este abaixo-assinado tem única e exclusivamente a finalidade de expor aos setores responsáveis da plataforma as problemáticas enfrentadas no dia a dia pelos entregadores e exigir a devida consideração e solução dos problemas. Essa ação NÃO POSSUI VÍNCULO ALGUM com sindicatos de trabalhadores, com representantes do poder judiciário, com representantes políticos ou com bases logísticas que prestam serviços ao iFood. É uma reivindicação feita estritamente por entregadores que concordam com as questões acima expostas e precisam destas mudanças para continuarem prestando um serviço de qualidade e de acordo com os Termos de Uso da plataforma.  Seguem abaixo sugestões de soluções simples que podem ser implementadas para solucionar os problemas acima enumerados: 1- A implementação de um procedimento onde o cliente precise informar ao entregador um código (gerado pelo aplicativo do cliente que seja válido e confiável de comprovação) para liberar a entrega do pedido, diretamente no ato da entrega. Esse simples procedimento evita que o cliente possa acusar indevidamente o entregador de não ter entregue o pedido. Inclusive, já foi adotado por outros aplicativos. Que seja priorizado o contato IMEDIATO com o entregador caso haja qualquer situação informada pelo cliente ou restaurante. Hoje em dia, o entregador só é avisado pela conduta reportada posteriormente, sem chance de dar a sua versão do ocorrido. O entregador DEVE ter a oportunidade de explicar qualquer tipo de conduta que passe a ser acusado, antes de ser penalizado de qualquer forma. 2- Diminuir o tempo de espera dos entregadores nos restaurantes. Se o restaurante leva em média 1 hora para preparar o pedido e o sistema possui esse dado, nada mais justo do que o aplicativo ofertar a rota para um entregador no momento em que o pedido estiver próximo de ficar pronto. Nos casos onde o pedido seja concluído em tempo menor pelo restaurante, este poderia solicitar manualmente o entregador pela plataforma do restaurante (essa opção já é disponibilizada para restaurantes que trabalham com entregadores fixos e que podem solicitar entregadores iFood quando necessário), sendo penalizado o restaurante que fizer mau uso desse procedimento de solicitar o entregador indevidamente. 3 e 4 - Otimizando o tempo em que o entregador é solicitado, a disponibilidade de entregadores mais próximos ao restaurante pode ser maior. Isso tende a diminuir as situações onde a rota ofertada ao entregador tem uma coleta MUITO DISTANTE. O que deixa o preço final da rota com uma taxa de R$ por Km baixa. Ou seja, chamando entregadores mais próximos, a taxa da rota tende a ficar melhor para os entregadores. A revisão do algoritmo que seleciona o entregador com base em seu Nível (score) também pode ajudar nesse caso. Mudando para chamar entregadores que estejam próximos ao restaurante, ao invés de solicitar por “nível”, mas sem considerar a distância que o entregador está do local. 5 - Mesmo em tempos de pandemia, os problemas em entregas dos mais variados tipos continuam ocorrendo e o sistema de suporte ao entregador ainda é ineficiente. Uma solução é priorizar, de fato, o atendimento quando o entregador está em uma rota e com problemas que precisam de solução imediata, como por exemplo: cliente não encontrado; endereço errado; tempo de deslocamento insuficiente e emergências no geral. 6 - A maioria das plataformas do gênero não penaliza os entregadores por não aceitarem determinada rota. Diversas vezes, uma rota absurda é ofertada (deslocamento de dezenas de Km até a coleta) e caso o entregador recuse, é penalizado pelo iFood. Há uma diminuição drástica de oferta de rotas após rejeitar. A penalização deveria ser feita apenas nos casos onde o entregador de fato está rejeitando continuamente diversas rotas ao invés de optar por ficar indisponível.  Outra forma de penalização é quando mesmo não sendo de responsabilidade do entregador, de alguma forma o aplicativo aponta rotas aceitas mas não concluídas (3 rotas aceitas mas só 1 concluída, por exemplo) por conta de cancelamento de clientes ou então de intervenções do suporte na rota (quando o endereço está errado e é alterado pelo suporte, por exemplo, o aplicativo computa uma rota a mais aceita do que concluída). Essa condição também penaliza o entregador com a diminuição drástica de ofertas de rotas.

Leonardo Victor
74,746 supporters
Victory
Petitioning iFood, LTW Consult, Flash App, Wise Up, Lacta, Insider Store, Blaze Apostas, Rio Shore, Ragazzo, Finclass, Amazon, Puma, Yuool Brasil, Fatal Model, Philip Mead, FERJ, Amazon Prime Video Brasil

Pelo fim dos patrocínios ao Flow Podcast e responsabilização criminal! Nazismo nunca mais!

"Eu acho que tinha que ter partido nazista reconhecido pela lei” - Monark, apresentador do Flow, o maior e mais relevante podcast brasileiro da atualidade. Na noite de segunda-feira (7/01), Monark, conhecido por inúmeras polêmicas e opiniões controversas, se declarou a favor da existência de um "partido nazista", alegando que não vê problemas em ser "anti-judeu". A conversa teve a participação dos deputados federais Tabata Amaral (PSB-SP) e Kim Kataguiri (Podemos-SP). Monark disse que a "direita radical" deve ter tanto espaço quanto a "esquerda radical", para isso, defendeu a ideia de que um partido nazista deveria ser reconhecido por lei. Afinal, o que é opinião política e até onde a "liberdade" pode ser tolerada? Em um podcast com muita abrangência, Monark defendeu a existência de um sistema que matou mais de 6 milhões de pessoas e resultou em um dos mais cruéis episódios da história da humanidade. De forma pública. Na presença de deputados federais. Em um país que prende mães de família que "roubam" manteiga para alimentar os filhos, como podemos acreditar em justiça? Até quando vamos tolerar que extremistas influenciem e coloquem em risco a integridade de pessoas por conta de sua falsa "liberdade de expressão"? Vale lembrar que a abrangência do Flow Podcast chama a atenção de diversas marcas, que aproveitam a visibilidade para se promover e financiar a continuidade destas ideias. Não foi a primeira vez. Sabemos que não será a última. O site do próprio podcast sinaliza os seguintes patrocinadores: Ifood, LTW Consult, Flash, WiseUp, Bis, Insider, Blaze, Rio Shore, Ragazzo, Finclass, Amazon Music, Amazon Prime Video, Puma, Yuool, Fatal Model e Philip Mead. PATROCINADORES: exigimos pronunciamentos e queremos o fim do financiamento do Flow Podcast. Nazismo nunca mais! Após a repercussão, Monark foi desligado dos Estúdios Flow e alguns patrocinadores já se manifestaram, porém, tudo indica que Monark seguirá beneficiado, já que é um dos fundadores do Flow Podcast. As falas serão apuradas pela PGR e esperamos que Monark seja responsabilizado criminalmente por suas ações. Assine, compartilhe e cobre respostas!

Bruno Ribeiro
20,133 supporters
Petitioning iFood , Rappi

iFOOD e RAPPI: NÃO SEJAM CONIVENTES COM A CRIMINALIDADE!

Estimado Governador do Estado de São Paulo Sr. Rodrigo Garcia, Estimado Secretário de Segurança Pública Sr. General João Camilo Pires de Campos, Sr. Comandante da PM, Sr. Sr. Chefe da Polícia Civil, Sr. Comandante do GCM, Sr. Presidente do CET - Companhia de Engenharia de Trânsito, Sr. Diretor executivo  do PROCON - SP Guilherme Farid Mischi Bou Chebl, à Câmara de Vereadores Municipal e à câmara de Deputados Estadual. Nós moradores e frequentadores dos bairros do Jardim Paulista, Jardim Europa, Jardim América, Cerqueira César, Bela Vista e Regiões do quadrilátero da Avenida Paulista, Av. Brigadeiro Luis Antonio, Avenida Rebouças e Avenida Faria Lima, nos vemos unidos por um motivo de extrema urgência: o uso das plataformas de entrega - e seus materiais como caixa nas motos e logotipia (iFood e Rappi principalmente) pela criminalidade em nossa região. É fato que entre 2021 e 2022 vimos o aumento de ocorrências pela criminalidade que se disfarçam de trabalhadores honestos destas plataformas que são a imensa maioria, para praticarem roubos acompanhados de extrema violência física e psicológica. Nossa região representa importante parte da arrecadação do IPTU da cidade, com geração de empregos e empreendedorismo. As ocorrências recentes podem ser levantadas nas delegacias da região pelas próprias autoridades às quais nos dirigimos neste manifesto. Por respeito a posição de autoridade dos senhores e em respeito à vida e à integridade da população de nossa região, pedimos: - Aumento do efetivo de policiais em nossa região. - Aumento das rondas policiais. - Realização de Blitz frequentes com foco nos entregadores de motocicleta, principalmente das empresas mencionadas. - Aumento do efetivo das ROCAM´s na região, dado que os assaltos são praticados por criminosos em motos disfarçados de entregadores. - Posicionamento do PROCON - SP, na figura do sr. Guilherme Farid Mischi Bou Chebl, diretor executivo, a respeito da responsabilidade compartilhada das empresas mencionadas acima a respeito da utilização de suas marcas pela criminalidade, com um plano de ação claro e urgente.

Fabio Pando
12,410 supporters
Petitioning Luis Ernesto Gómez, Rappi, iFood, Claudia López, Didi Food, Uber

Rappi y otras empresas NO SON DUEÑAS del espacio público: ¡Cumplan el Decreto 082 de 2021!

Bogotá. Diciembre del 2021 Asunto: Requerimiento de Cumplimiento de las obligaciones contenidas en los Art. 9, 11 y 12 del Decreto Distrital 082 de 2021. Señoras/es SECRETARÍA DISTRITAL DE GOBIERNO DE BOGOTÁ ALCALDÍA MAYOR DE BOGOTÁ   Respetados/as señores/as, Nosotras y nosotros, vecinos y vecinas de la ciudad de Bogotá, identificadas e identificados como aparece al pie de nuestras firmas, contenidas en formato que adjuntamos; en ejercicio de la potestad que nos confiere el Art. 8 de la Ley 393 de 1997 “Por la cual se desarrolla el artículo 87 de la Constitución Política”, de manera respetuosa les hacemos llegar el presente REQUERIMIENTO DE CUMPLIMIENTO, con el fin de que el distrito haga efectivas las obligaciones que se anuncian a continuación, impuestas por el Decreto Distrital 082 de 2021, las cuales han sido incumplidas de forma reiterada desde su entrada en vigencia por parte de la Administración Distrital: 1.      REQUERIMOS que la Administración Distrital cumpla con su obligación de garantizar que las empresas de intermediación tecnológica y los aliados, cumplan con las obligaciones en materia de infraestructura para la operación, como dispone el Art. 9o del Decreto Distrital 082 de 2021: “Artículo 9o —Infraestructura para la operación. Dentro de los tres (3) meses siguientes a la entrada en vigencia del presente decreto las empresas de intermediación tecnológica y los aliados, en lo que les compete deberán: 1.      Dotar de mobiliarios en las zonas de mayor presencia de domiciliarios por la alta demanda de pedidos, que tendrán que ser ubicados en espacios privados. Dichos mobiliarios deberán disponer de parqueaderos de motocicletas, bici parqueadero, baños, lavado de maletines y espacios para el consumo de alimentos. Lo anterior con el fin de evitar aglomeraciones o perturbación a la convivencia y la tranquilidad en el espacio público. 2.      Los aliados deberán disponer de espacios y/o bicicleteros propios, dentro de las instalaciones de sus predios y/o mediante convenio u otra figura con un tercero, para que los domiciliarios puedan parquear y esperar en espacios demarcados y señalizados para la entrega del bien o producto solicitado por el cliente a través de la plataforma tecnológica. Los aliados facilitarán la utilización de servicios sanitarios a los domiciliarios, cuando lo requieran. Parágrafo. Lo anterior sin perjuicio de que se pueda habilitar el aprovechamiento económico del espacio público, previo el cumplimiento de los requisitos previstos en la normatividad vigente en concordancia con el Acuerdo Distrital 749 de 2019.”   2.      REQUERIMOS que la Administración Distrital cumpla con su obligación de instaurar, en cada una de las localidades de Bogotá, una Mesa de Seguimiento Local para las medidas adoptadas en el Decreto Distrital 082 de 2021 y reglamente su funcionamiento, como lo exige su Art. 11. SOLICITAMOS que, en cada una de dichas Mesas de Seguimiento Local, haya representación permanente de domiciliarias y domiciliarios que trabajan con el uso de plataformas digitales administradas por empresas de intermediación tecnológica, con el fin de fortalecer el trabajo para garantizar el cumplimiento de las obligaciones del Decreto Distrital 082 de 2021.   3.      REQUERIMOS que la Administración Distrital cumpla con su obligación, contenida en el Art. 12 del Decreto Distrital 082 de 2021, de impulsar los procedimientos pertinentes para imponer las sanciones correspondientes a los aliados y empresas de intermediación tecnológica que, desde el día 19 de junio de 2021 (fecha de entrada en vigencia de las obligaciones contenidas en el Art. 9 de 2021), han incumplido con sus obligaciones en materia de infraestructura para la operación, relacionadas en el numeral 3º del presente requerimiento.   De antemano agradecemos su atención y colaboración ante el requerimiento que realizamos para la protección del derecho colectivo al espacio público de toda la ciudadanía y de los derechos de las domiciliarias y domiciliarios.  

Edmundo López Gutiérrez
1,055 supporters
iFOOD e RAPPI: NÃO SEJAM CONIVENTES COM A CRIMINALIDADE!

O iFood repudia quaisquer práticas de criminosos que prejudicam a imagem e o trabalho dos entregadores. É inaceitável que criminosos se aproveitem de uma atividade honesta para praticar crimes contra a sociedade. Esse tipo de conduta não representa e não pode ser atribuída à categoria de entregadores. Como empresa brasileira e ciente do seu papel, o iFood está colaborando com o Governo do Estado de São Paulo para, por meio da tecnologia, encontrar soluções que auxiliem a atuação do Poder Público na identificação de criminosos que se passam por entregadores para cometer crimes. Este trabalho é essencial para preservar a imagem e o trabalho honesto de milhares de entregadores que atuam com a plataforma, bem como garantir a segurança de clientes, parceiros e da sociedade em geral. O IFood segue empenhado no processo de escuta ativa e diálogo frequente com a Secretaria de Segurança Pública, grupos de entregadores, associações de bairro e conselhos de segurança para identificar oportunidades que possam subsidiar esse trabalho em conjunto com as autoridades.

2 months ago
Aplicativos de entrega, distribuam alimentação e álcool em gel para os motoboys!

O iFood, como líder do setor, entende seu importante papel neste momento de pandemia e tomou uma série de medidas para garantir a segurança de todo o seu ecossistema e medidas preventivas contra o COVID-19. A empresa está realizando comunicações educacionais e outras iniciativas para entregadores, restaurantes, colaboradores e consumidores. Entre elas estão fundos solidários, distribuição de álcool em gel e plano de serviços de saúde. Entregadores Para os entregadores parceiros independentes, o iFood criou dois fundos solidários para os entregadores que somam R$ 2 milhões. Há um fundo solidário no valor de R$1 milhão para dar suporte àqueles que necessitem permanecer em quarentena. O entregador receberá do fundo um valor baseado na média dos seus repasses nos últimos 30 dias, proporcional aos 14 dias de quarentena. Para garantir que os valores possam ser bem aproveitados pelos parceiros que realmente necessitam e tenham sido atingidos pela doença, o iFood considerará como aptos a receber o auxílio todos os entregadores com pelo menos uma entrega feita desde 01/02/2020, que foram liberados na plataforma até 15/03/2020, e que comprovarem a doença. A empresa considera como comprovação automática válida o exame positivo do COVID-19 e avaliará outras evidências passíveis de comprovação do diagnóstico da doença. Após abrir um chamado para reportar um diagnóstico positivo para COVID-19, o entregador terá a sua conta automaticamente inativada por 14 dias e terá até 30 dias para enviar todas as evidências necessárias para receber o valor do Fundo. Para atender a necessidade de grupos de risco em permanecer em isolamento, foi criado um segundo fundo solidário também no valor de R$ 1 Milhão. A iniciativa busca proteger todos os entregadores com mais de 65 anos ou em condições de risco, como doenças pulmonares, doenças cardíacas, imunossupressão (inclui HIV), obesidade mórbida (IMC > 40), diabetes descompensada, insuficiência renal crônica e cirrose. Os entregadores com mais de 65 anos terão a conta automaticamente inativada durante 30 dias. Os demais grupos de risco deverão entrar em contato via Portal do Entregador para solicitar o acesso aos valores do fundo, mediante comprovação das condições pré-existentes. Os parceiros que estiverem no grupo de risco receberão do fundo um valor baseado na média dos seus repasses nos últimos 30 dias. A empresa também disponibiliza gratuitamente um plano de vantagens em serviços de saúde por meio da AVUS aos profissionais de entrega que utilizam o iFood. Dessa forma, os entregadores passam a ter acesso a uma rede credenciada de clínicas médicas, laboratórios e farmácias e pagarão apenas pelos serviços que utilizarem com valores acessíveis e descontos de até 80%. Os benefícios serão válidos também para um dependente de escolha do entregador, sem a necessidade de vínculo familiar. A iniciativa passa a valer a partir de 06 de abril, tem abrangência nacional e duração inicial de três meses. Os parceiros de entrega que forem aceitos pela plataforma durante esse período também terão acesso ao benefício. O iFood distribui álcool em gel aos entregadores para segurança e proteção daqueles que utilizam sua plataforma e evitar aglomerações de pessoas com uso da tecnologia. Os kits de álcool em gel e material informativo serão entregues por meio de vans itinerantes em diversos pontos das cidades. O entregador receberá um chamado para ir até a van como se fosse coletar um pedido. Esta combinação de veículos espalhados pelas cidades e os chamados individuais evitará aglomerações e grandes deslocamentos dos entregadores. A ação se inicia por São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza, Brasília, Porto Alegre e Curitiba, que juntas correspondem a 60% dos casos de COVID-19 no Brasil. A partir do dia 6 de abril, a distribuição já estará em 18 cidades. Restaurantes O iFood dedicou-se ainda a buscar soluções que amenizem os impactos econômicos e sociais do COVID-19 para os restaurantes cadastrados em sua plataforma. Para que isso aconteça, a foodtech anuncia três grandes ações que passam a valer a partir do dia 02 de abril. A primeira ação visa o Maior lucro por pedido para o restaurante. O iFood destinará R$50 milhões de sua receita na forma de um fundo de assistência a restaurantes. Com duração inicial de dois meses (até 31 de maio, podendo ser prorrogado), a iniciativa beneficiará restaurantes parceiros de todo o Brasil, em especial pequenos e médios estabelecimentos que estão no iFood ou ainda os que entrarem durante o período. Os valores do auxílio dependerão do valor de comissão que o restaurante paga atualmente ao iFood. O benefício será calculado com base no valor de cada pedido vendido. A expectativa é que ao menos 100 mil estabelecimentos tenham retorno de 20%, em média, nas taxas de cada compra realizada, gerando assim maior lucro por pedido realizado. Os restaurantes receberão o benefício de forma automática, ou seja, não precisarão fazer nenhum tipo de solicitação para começar a receber. Além disso, caso um empreendedor tenha mais de um restaurante cadastrado no iFood, ele receberá o auxílio por pedido realizado em cada um de seus restaurantes. A empresa irá antecipar os recebimentos dos restaurantes, sem custo adicional. Dessa forma, todo negócio que optar pelo benefício, receberá seu pagamento 7 dias após as vendas durante os meses de abril e maio. Com isso, a expectativa é injetar até R$600 milhões no mercado brasileiro em antecipações. Restaurantes de todo o Brasil poderão pedir ao iFood a antecipação do repasse utilizando o Portal do Parceiro. O benefício será válido para todos os parceiros com mais de 30 dias na plataforma que realizaram vendas a partir de 01 de março. Para executar a ação o iFood fez uma parceria com o Itaú, que a viabilizou através da empresa de meios de pagamento Rede. A terceira iniciativa é válida para parceiros já integrados e estabelecimentos que queiram desenvolver estrutura para instalar a solução ‘Pra Retirar’. Com grande parte dos salões fechados por leis estaduais e municipais, o delivery e a retirada da comida no local se tornaram as únicas formas do restaurante operar. Por isso, o valor arrecadado pelo iFood em taxas do serviço ‘Pra Retirar’ (no qual os usuários fazem o pedido via app e retiram diretamente no restaurante) será devolvido integralmente aos restaurantes parceiros. Serão mantidas apenas as taxas de meio de pagamento do pedido. Colaboradores Seguindo o protocolo da Secretaria de Saúde, o iFood adotou algumas medidas para garantir o bem-estar e saúde dos funcionários. Desde o dia 13/03, iniciou-se revezamento de colaboradores nas nossas sedes e a partir desta segunda-feira, 16/03, adotou-se um modelo de home office total para todos os nossos escritórios. Reuniões internas e com fornecedores deverão ser realizadas por videoconferências. Todas os eventos presenciais, assim como viagens nacionais e internacionais, estão suspensas. Desde o início da pandemia, a empresa também disponibilizou álcool gel para todos os colaboradores e alterou a rotina de desinfecção de maçanetas, superfícies de contato e locais de alta circulação, aumentando a frequência de higienização. Consumidores Os clientes agora podem optar por receber uma "Entrega sem Contato". Com essa solução, o entregador será avisado quando chegar no local de entrega e, junto ao complemento do endereço, verá todos os direcionamentos necessários para concluir a entrega sem contato físico com o cliente final. O chat entre entregadores e consumidores, já disponível anteriormente, pode ser utilizado ainda como ferramenta para combinar detalhes das entregas, passando a permitir o envio de fotos para facilitar a comunicação. A opção pela ‘Entrega sem Contato’ também será comunicada aos restaurantes. A medida preventiva tem como objetivo proteger a saúde dos clientes da plataforma e parceiros de entrega em um momento onde a sociedade é orientada a evitar o contato pessoal. Também como uma opção de entrega, desde 2018 o iFood já conta com uma solução que diminui o contato entre consumidores e entregadores. O iFood Box foi desenvolvido para armazenar pedidos pagos online em armários com isolamento térmico, até que os consumidores possam buscá-los, quando considerarem mais conveniente. Eles estão instalados em pontos de grande movimentação, como condomínios residenciais e corporativos, em locais como São Paulo, Osasco, Campinas, Curitiba, Rio de Janeiro e interior de São Paulo. Esses armários já têm uma rotina de higienização frequente e, ao longo do mês de março, novos iFood Box serão instalados em endereços com grande circulação de pessoas. As equipes da foodtech estão comprometidas em continuar inovando com tecnologia no ecossistema de alimentação e também para buscar soluções específicas para contribuir com a população neste momento. Os diversos materiais educacionais sobre a doença enviados aos consumidores seguem recomendações do Ministério da Saúde, consultorias especializadas e hospitais com informações sobre o vírus, seus sintomas e formas de prevenção. Para entregadores e restaurantes parceiros, também enviou comunicados informativos, reforçando boas práticas e medidas preventivas. Importante lembrar que de acordo com autoridades globais, não há relatos de que o COVID-19 possa ser transmitido por alimentos. A empresa entende que ainda é prematuro para dimensionar o impacto do COVID-19 no mercado de food delivery brasileiro. O iFood possui flexibilidade para ajustar rapidamente suas operações de acordo com as necessidades do mercado, e está em constante contato com as autoridades, inclusive sobre este tema. O iFood reforça que continuará acompanhando os desdobramentos do COVID-19 a fim de manter a segurança de nosso negócio pensando no bem-estar dos colaboradores e parceiros de negócio e reforça que suas operações seguem normalmente.

2 years ago