Ter esse recurso mostra além de tudo igualdade, sempre acabamos passando sufoco desde taxas abusivas até certo desconforto em ficar muito tempo em pé, o que consequentemente até desenvolve a tumultuação de pessoas, então definitivamente não são só cadeiras para conforto, é todo um conjunto de resolução
Meu sonho é poder vivenciar esse show junto da minha mãe na pista ou soundcheck, porém ela tem problema de joelho e respiratório, então ficar em pé durante muitas horas é extremamente difícil pra ela, ainda mais se for num empurra-empurra enorme que é o que ocorre muito por essas áreas não terem assentos. Ao adicionar cadeiras, automaticamente acaba limitando espaços pra cada pessoa que estiver presente, evitando esse alvoroço e esmagamento dos outros pela pista!
Ao redor do mundo diversos shows dispõe de infraestrutura adequada para atender o seu público e garantir que todos possam aproveitar o show com conforto e segurança, e na América Latina, em especial aqui no Brasil, também temos o direito de assistir aos shows com uma infraestrutura adequada equivalente ou até mesmo superior às demais ao redor do mundo. Devemos levar em consideração também o caso que já ocorreu aqui no Brasil, em que Ana Clara Benevides sofreu uma parada cardiorrespiratória durante o show de Taylor Swift, no Estádio Olímpico Nilton Santos, zona norte do Rio. Isso não se trata apenas de conforto, isso também é uma questão de saúde e segurança daqueles que sonham em ver o seu artista favorito performando ao vivo e de conhecimento global o quanto o ARMY admira e ama o BTS, ter acesso à infraestrutura adequada para assistir e aproveitar o show é um direto que não nos deve ser negado!
Grande Rui. Sou médico e de direita, e mesmo com discordâncias fortes advindas das visões ideológicas opostas, vejo em vossa pessoa uma pessoa sensata em meio a tanto lamaçal político que vivemos atualmente. Independente disso, o apoio a essa causa, é algo a parte. Que transcende as divergências. Que sua filha consiga sucesso no tratamento e se recupere o mais brevemente possível. Vim a partir do post do Kim Paim, porém o sigo também nas redes sociais. Um grande abraço.
O Saúde Caixa foi um Plano de Saúde muito bom, com ótimos profissionais credenciados e nos dava segurança quando de seu uso. Hoje está caro, com essa 13° mensalidade injusta e rede de credenciados limitada. Nós, usuários, estamos muito inseguros quanto ao futuro desse plano. Lamentável!
Meu esposo João Carlos Krauspenhar é aposentado da caixa, trabalhou 30 anos, teve que aposentar em 2017. pois estava doente, descobrimos em 2020 que estava com Demência Fronto Temporal e Alzheimer, precisamos do saúde caixa, pois aposentou com 60% do INSS. Esta muito difícil com tantos aumentos do saúde caixa e tantas perdas dos direitos no momento que mais precisamos.
Temos que exigir mesmo, saúde é prioridade pra todos. Imaginem, descobri um CA em 2020, tive uma super assistência e tratamento até hj. Quase tudo pelo plano, e se não fosse assim? Com salário de aposentadoa... Brigar sim pelo nosso plano!
A decisão desconsidera totalmente as consequências sociais, econômicas e operacionais de uma mudança tão brusca. Muitos profissionais, ao longo do tempo, reorganizaram suas vidas em função do trabalho remoto, optando por viver em locais mais afastados, como cidades pequenas, áreas costeiras ou zonas rurais, em busca de bem-estar, segurança, melhores condições educacionais para os filhos ou cuidados com a saúde. Agora, sem alternativas concretas, esses colaboradores se veem pressionados a desfazer planos pessoais, interromper a rotina escolar de suas famílias, negociar imóveis às pressas e abrir mão de investimentos construídos com planejamento e esforço.
O trabalho remoto, ao longo do tempo em que foi adotado, demonstrou ser não apenas viável, mas altamente eficaz. A produtividade foi mantida — e muitas vezes superada — com entregas consistentes, responsabilidade e comprometimento por parte das equipes. Além disso, o modelo remoto trouxe benefícios significativos, como: - Redução do tempo de deslocamento, que em muitos casos ultrapassa 2 horas por dia, em transporte público frequentemente lotado e desgastante; - Melhoria na qualidade de vida, com mais tempo para descanso, saúde e convívio familiar; - Maior flexibilidade, permitindo um equilíbrio mais saudável entre vida pessoal e profissional; - Redução de custos tanto para os colaboradores quanto para a empresa; - Inclusão e diversidade, ao permitir a participação de pessoas de diferentes regiões e realidades. A decisão de encerrar o trabalho remoto representa, portanto, um retrocesso em relação aos avanços conquistados nos últimos anos. Vai na contramão das práticas modernas de gestão e, mais preocupante ainda, contraria um dos valores mais proclamados pela própria empresa: a inovação. Inovar não é apenas adotar novas tecnologias, mas também repensar modelos de trabalho, confiar nas pessoas e adaptar-se às transformações sociais e culturais do nosso tempo. Além disso, essa decisão foi tomada de forma unilateral, sem consulta ou escuta ativa dos colaboradores, e sem demonstrar empatia com as realidades diversas que compõem o quadro de funcionários. Ignorar os impactos físicos, emocionais e financeiros que essa mudança impõe é desconsiderar o valor humano que sustenta a empresa. A volta obrigatória ao presencial, sem diálogo, gera desmotivação, infelicidade, aumento de rotatividade e perda de talentos que valorizam a autonomia e a confiança como pilares de uma cultura moderna e sustentável. Peço, portanto, que essa decisão seja reavaliada com base em dados, escuta ativa e coerência com os valores que a empresa afirma defender. Acredito na organização e em sua capacidade de evoluir com responsabilidade, valorizando o que foi conquistado até aqui. Com respeito e esperança de abertura ao diálogo.