É URGENTE PROCEDER AO TOMBAMENTO DO INSTITUTO GRANBERY E DE SEU PATRIMÔNIO

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Genaína Queiroz e outras 19 pessoas assinaram recentemente.

O problema

APELO À FUNALFA E À PREFEITURA DE JUIZ DE FORA.

O processo de tombamento do Instituto Granbery em análise na Funalfa está parado desde 2016. É urgente que este processo seja acelerado para que o leilão que ameaça a integridade do seu terreno seja interrompido.

O prazo é curto. O leilão está marcado para o dia 16 de novembro. É preciso uma mobilização geral, para que isto não aconteça.

O pior, conforme tem sido veiculado, esta venda nem ao menos se destinará a resolver problemas do Instituto Granbery. O sacrifício de  seu patrimônio  irá sanar problemas financeiros  de outras entidades, de outros estados do Brasil, gerenciadas por sua mantenedora  - o Instituto Metodista. 

Não se pode deixar de  relembrar aqui o significado da presença do Instituto Granbery  - a mais antiga instituição de ensino da Zona da Mata mineira,   - na história da educação em Minas Gerais. Já no final do século XIX,  um colégio misto, inspirado nas high schools norte americanas, rompia em Juiz de Fora a tradição da educação ministrada separadamente por padres e freiras. 

A filosofia  educacional do Granbery sempre buscou aliar a excelência de seu ensino, às práticas esportivas e atividades extra curriculares -   festas , o teatro, os grêmios . Por isso não se pode imaginar o  terreno do Granbery mutilado, com seus campos substituídos por prédios residenciais ou comerciais.

A memória de seus antigos mestres que marcaram gerações – professores Panisset, Camargo, Irineu Guimarães, Paulo Henrique, D. Zilda, D. Irene, , Nilo Ayupe, dentre tantos outros  não merece isso. Nem tão pouco merecem os milhares de estudantes que por ali passaram, como o  presidente Itamar Franco, o governador do Rio de Janeiro, Dr Nilo Batista, o escritor, poeta, professor Afonso Romano de Sant’Anna, o jornalista Fernando Gabeira, o internacionalmente renomado gastroenterologista Glaciomar Machado, entre muitos outros.

A mística Granberyense procurou nos dar o sentido de pertencimento àquela história:  somos Granberyenses do presente ou do passado. Ex alunos sim, ex Granberyebses  nunca. Foi assim que fomos ensinados.

O Instituto Granbery, e sua área que engloba um bosque e um  complexo desportivo,  fazem parte da paisagem  afetiva não só de seus alunos, como da  cidade de Juiz de Fora. Ela não pode ser fatiada e passar a ser objeto da disputa imobiliária, que afogará com  altos prédios a visão do seu tradicional edifício, carinhosamente chamado de Gigante Branco.

Em nome disso é que precisamos nos unir e multiplicar esse apelo, chamando todos à essa luta: Graanberyenses e todos aqueles que querem ver a memória histórica de Juiz de Fora preservada.

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O processo de tombamento do Instituto Granbery em análise na Funalfa está parado desde 2016. É urgente que este processo seja acelerado para que o leilão que ameaça a integridade do seu terreno seja interrompido.

O prazo é curto. O leilão está marcado para o dia 16 de novembro. É preciso uma mobilização geral, para que isto não aconteça.

O pior, conforme tem sido veiculado, esta venda nem ao menos se destinará a resolver problemas do Instituto Granbery. O sacrifício de  seu patrimônio  irá sanar problemas financeiros  de outras entidades, de outros estados do Brasil, gerenciadas por sua mantenedora  - o Instituto Metodista. 

Não se pode deixar de  relembrar aqui o significado da presença do Instituto Granbery  - a mais antiga instituição de ensino da Zona da Mata mineira,   - na história da educação em Minas Gerais. Já no final do século XIX,  um colégio misto, inspirado nas high schools norte americanas, rompia em Juiz de Fora a tradição da educação ministrada separadamente por padres e freiras. 

A filosofia  educacional do Granbery sempre buscou aliar a excelência de seu ensino, às práticas esportivas e atividades extra curriculares -   festas , o teatro, os grêmios . Por isso não se pode imaginar o  terreno do Granbery mutilado, com seus campos substituídos por prédios residenciais ou comerciais.

A memória de seus antigos mestres que marcaram gerações – professores Panisset, Camargo, Irineu Guimarães, Paulo Henrique, D. Zilda, D. Irene, , Nilo Ayupe, dentre tantos outros  não merece isso. Nem tão pouco merecem os milhares de estudantes que por ali passaram, como o  presidente Itamar Franco, o governador do Rio de Janeiro, Dr Nilo Batista, o escritor, poeta, professor Afonso Romano de Sant’Anna, o jornalista Fernando Gabeira, o internacionalmente renomado gastroenterologista Glaciomar Machado, entre muitos outros.

A mística Granberyense procurou nos dar o sentido de pertencimento àquela história:  somos Granberyenses do presente ou do passado. Ex alunos sim, ex Granberyebses  nunca. Foi assim que fomos ensinados.

O Instituto Granbery, e sua área que engloba um bosque e um  complexo desportivo,  fazem parte da paisagem  afetiva não só de seus alunos, como da  cidade de Juiz de Fora. Ela não pode ser fatiada e passar a ser objeto da disputa imobiliária, que afogará com  altos prédios a visão do seu tradicional edifício, carinhosamente chamado de Gigante Branco.

Em nome disso é que precisamos nos unir e multiplicar esse apelo, chamando todos à essa luta: Graanberyenses e todos aqueles que querem ver a memória histórica de Juiz de Fora preservada.

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Abaixo-assinado criado em 1 de novembro de 2023