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We ask the United Nations Security Council to issue an emergency resolution authorizing the African Union (AU) and the Economic Community of West African States (ECOWAS)—and each member state  --to take all necessary steps to respond to the humanitarian crisis in Mali and to preserve the UNESCO World Heritage Sites in Timbuktu and Gao. 

In the guise of religious purification, foreign-backed Islamic extremists (Ansar Dine, MUJAO, Boko Haram), claiming alliance with Al-Qaeda of the Desert (AQMI), are savagely and single-mindedly attacking the people, sacred shrines and World Heritage Sites in Mali. This ominous destruction is not without precedent. History teaches that the real intent is not only to destroy Africa’s history and cultural legacy but to redesign the African continent according to foreign interests. Thus, the destiny of a race is also playing out in Mali. We cannot allow this history to repeat itself.

Malian Culture Minister Diallo Fadima Touré’s “Cry from the heart,” has been felt around the world, as centuries-old monuments and shrines are being leveled and swept away like so much rubbish. With a profound appreciation of African history as the world’s history, UNESCO stands with those in Mali who seek to preserve Africa’s heritage. We join the international community in demanding an end to these crimes against the people of Mali and against human civilization.

Why should everyone, especially African Americans, be outraged? In his 1987 book, The Journey of the Songhai People, the great historian and teacher, the recently deceased Dr. Edward Robinson, Jr., explained that the enslaved ancestors of many Africans in the Americas—whether from Ghana, Nigeria, Sierra Leone, etc.--came from areas that were once part of the Songhoy Empire. Yet, how many of us know that African American history does not begin with slavery in the Americas? Timbuktu, where these religious extremist forces now celebrate their destruction of ancient Islamic manuscripts, mausoleums and tombs—the creations of Africans--was the site of Sankore University, Africa’s great 15th century world-class center of learning.  

Who appreciates that Songhoy Emperor Askya Mohammed financed this highly advanced educational institution? Who is aware that Sunni Ali Ber, the founder of the Songhoy Empire, liberated Timbuktu in 1464 from Arab slave-trading domination? How many realize that it was the defeat and destruction of the Songhoy Empire in 1591, by similar invading mercenaries, that opened the way for the massive deportation and enslavement of our African ancestors?

Destroying Africa’s proud and informing history denies our heritage and resilient cultural identity and also robs all future generations of this vital human history. But there have always been fearless defenders who resisted, survived such onslaughts, and who did not forget. For example, in 1820, free Africans in New Jersey established a thriving community, which they named “Timbuctoo,” that was an important stop on the Underground Railroad.  During this period when slavery was the law of the land, those African Americans were armed and valiantly defended themselves against “slave catchers.” This spirit of resistance exists in Mali today. Young people in Gao, facing-down heavily armed invaders with bare hands and brave hearts, have been shot dead. Undaunted, their present vigil protecting the ancient mosque of Askya Mohammed demands our support.

We call upon people of conscience of all backgrounds, everywhere, to stand with those in Mali determined to return legitimate power, peace and good democratic governance guided by ancient African wisdom to Mali’s citizens. 

We ask that you sign this petition urging the UN Security Council—and all UN member states-- ECOWAS and the African Union to bring an immediate end to the attacks on the people and sacred sites of Timbuktu and Gao for the sake of the world’s precious heritage in Mali. 

                                                                           Portuguese Translation:

ABAIXO-ASSINADO

Nós, abaixo-assinados, solicitamos, ao Conselho de Segurança de Organização das Nações Unidas que emita uma resolução de emergência autorizando a União africana (AU), a Comunidade Econômica do Oeste Africano (ECOWAS) e cada um de seus estados-membro a tomar todas  as medidas necessárias  para responder à crise humanitária  no Mali e, assim,   preservar os  sítios em Timbuktu e Gao,  avaliados pela UNESCO como   Patrimônios da Humanidade.

A título de purificação religiosa, extremistas islâmicos(Ansar Janta, MUJAO, Boko Haram) estrangeiros ao Mali, alegando  apoio e aliança com Al-Qaeda do Deserto (AQMI), estão selvagem e tenazmente atacando as pessoas, relicários sagrados e sítios considerados Patrimônios da Humanidade.  Tal nefasta destruição é sem precedentes. A História ensina que a intenção real vai muito além de destruir a história e o legado cultural da África, intenta reformular o continente africano de acordo com interesses estrangeiros. Assim sendo, o destino de uma raça está em jogo no Mali. Não podemos permitir que esta história se repita. 

O “grito saído do coração” do Ministro da Cultura do Mali, Diallo Fadima de Touré, foi ouvido mundo afora, clamando por monumentos seculares, relicários destruídos, varridos como se fossem lixo. Com profunda consideração pela história africana,  parte da história da humanidade, a UNESCO  está junto com aqueles que no Mali  buscam preservar a herança africana. Nós, abaixo-assinados, nos unimos à comunidade internacional, para exigir fim a estes crimes contra o povo do Mali e contra civilização humana. 

Por que devem, seres humanos, em particular africanos e afordescendentes, serem ultrajados? Em 1987 no livro de sua autoria – A Jornada do Povo Songhoy -  o eminente historiador e professor, recentemente falecido, Dr. Edward Robinson Jr. explicou que os escravizados, antepassados de muitos descendentes de africanos nas Américas, originários de Gana, Nigéria, Serra Leone, entre outros, vinham de áreas que, naquela época, eram parte do Império Songhoy. Ainda mais, quantos de nós sabemos que história dos descendentes dos escravizados nas Américas não começa com escravidão? Em Timbuktu, onde forças extremistas religiosas, hoje, celebram a destruição de manuscritos islâmicos antigos, mausoléus e túmulos - criações de africanos – se encontrava a Universidade de Sankore, o mais importante centro superior de aprendizagens na África do século XV. 

Poucos, hoje, sabem que Imperador do povo Songhoy, Askya Maomé, financiou essa instituição de educação superior altamente avançada. Quem tem conhecimento de que o sunita Ali Ber,  fundador do Império de Songhoy, libertou Timbuktu, em 1464, do tráfico de escravos explorado por árabes? Quantos sabem que a derrota e destruição do Império de Songhoy em 1591, invadido mercenários, a semelhança do que ocorre em nossos dias, abriram caminho para a  massiva deportação e escravização de africanos, antepassados nossos? 

Tentando destruir a honra da África, informações sobre sua história, pretende-se negar nossa herança e forte identidade cultural de afrodescendentes, além de privar todas as gerações futuras dessa vigorosa história humana.  No entanto, sempre houve defensores  corajosos que resistiram e sobreviveram a  assaltos como esses,  que não esqueceram a herança africana. Por exemplo, em 1820, africanos livres em Nova Jersey, nos Estados Unidos, estabeleceram uma comunidade próspera, que nomearam "Timbuctoo," denominação que se estendeu a importante estação de trem. Durante o período em que a escravidão era lei, escravizados armados valentemente se defenderam  dos  capitães-de-mato. O mesmo espírito de resistência se encontra no Mali  de hoje. Jovens, na cidade de Gao, de mãos vazias e peito aberto, enfrentaram invasores fortemente armados e foram mortos a tiros.  Mesmo assim, sem medo, sobreviventes têm feito vigílias para proteger a mesquita antiga de Askya Maomé. Seu destemor está a exigir o apoio de todos nós. 

 Conclamamos, pois, as pessoas de consciência de todos os pertencimentos étnico-raciais e grupos sociais, onde quer estejam, que se juntem àqueles que, no Mali, estão determinados a ter de retorno o poder legítimo, a paz e o governo democrático, sempre guiados por secular sabedoria africana.

 Diante do exposto, o/a convidamos a assinar o abaixo-assinado,  no qual se solicita, ao Conselho de Segurança da Organização das Ações Unidas e a todos os seus estados-membros,  que emitam resolução de emergência, autorizando a União Africana e a Comunidade Econômica do Oeste Africano a   buscar meios para imediata suspensão  dos ataques  a pessoas e a locais sagrados de Timbuktu e do Gao, heranças preciosas do Mali, patrimônios da Humanidade.

  

Letter to
President, United Nations Security Council UN Security Council
Sec General United Nations Ban Ki-moon
National Security Advisor Susan Rice
and 1 other
Former Secretary of State Hillary Clinton
I just signed the following petition addressed to: President of the UN Security Council.

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Authorize AU & ECOWAS to protect UNESCO sites & people in Timbuktu & Gao

To bring an immediate end to crimes against humanity and the attacks on the people and sacred UNESCO World Heritage sites of Timbuktu and Gao-- for the sake of the Malian people and the world’s precious heritage in Mali.
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Sincerely,