

Desmistificando o Aquecimento Global nas Escolas
O problema
O aquecimento global é uma ideologia, a discussão nos meios de comunicação deixou de ser científica para se tornar política. As mudanças climáticas sempre ocorreram e ocorrerão independente da ação do homem, a destruição do meio ambiente deve ser combatida, contudo, informações falsas estão sendo relatadas como fatos científicos a alunos de toda a rede pública de ensino no Brasil.
"O CO2 é um gás essencial para a vida na Terra, pois é utilizado pelas plantas e principalmente dentro dos oceanos, na zona fótica, pelo fitoplâncton para a realização da fotossíntese". Na atmosfera ele se concentra na proporção de 0,033% (supostamente evocam que ele chegou a 0,038%) - diz Ricardo Felício professor e pesquisador no departamento de geografia da Universidade de São Paulo (USP).
As observações e evidências cientificas mostram que a esmagadora proporção de dióxido de carbono vem dos oceanos, em primeiro plano. Se eles se apresentarem mais aquecidos, como observado nos últimos 60 anos, excetuando-se os últimos cinco, eles liberarão mais para a atmosfera, pois a solubilidade do gás é inversamente proporcional a sua temperatura. A seguir, temos os vulcões, que todo ano dão uma contribuição significativa. Uma erupção grande é equivalente a toda emissão humana de um ano. Temos cerca de 550 vulcões ativos na Terra. Quanto à emissão dos pobres humanos e toda a sua colossal atividade, esta é menor que a emitida pelo insetos existentes no planeta.
Assista a todos os videos postado nesta petição abaixo.
Solução do problema:
O curriculum escolar deve focar em questões essenciais da ciência consolidada como oxidação, gravidade entre outras coisas. Se abordado o assunto "como debate" na grade escolar é preciso que o docente respeite as considerações do aluno, suas argumentações e pontos levantados como sendo contrárias ou favoráveis a temática em questão. O aluno não pode ser reprovado por fazer oposição a ideologia do aquecimento global ou por não acreditar que o homem influencia na variação global do clima através da atividade humana.
A Comunidade Internacional compreende como fato científico a destruição da suposta "camada de Ozônio" e o "Aquecimento Global", por isso a temática fica de fora na proposta apresentada pelo projeto "Escolas sem partido".
Leia o artigo publicado por Luiz Carlos Baldicero Molion do Instituto de Ciências Atmosféricas, Universidade Federal de Alagoas.
Resumo:
O clima da Terra tem variado ao longo das eras, forçado por fenômenos de escalas de tempo decadal até milenar. No final da década dos anos 1970, após um período de 30 anos de resfriamento, surgiu a hipótese que a temperatura média global da superfície estaria aumentando devido à influência humana.
Essa hipótese está fundamentada em três argumentos: a série de
temperatura média global do ar na superfície “observada” nos últimos 150 anos, o aumento observado na concentração de gás carbônico a partir de 1958 e os resultados obtidos com modelos numéricos de simulação de clima.
Discutiram-se criticamente esses três aspectos, mostrando suas
deficiências e concluiu-se que a representatividade global da série de temperaturas é questionável e que a não comprovada intensificação do efeito-estufa pelas atividades humanas, bem como as limitações dos modelos matemáticos de simulação de clima, não justificam a transformação da hipótese do aquecimento global antropogênico em fato científico consumado.
Apresentaram-se argumentos que sugerem que um resfriamento global, paulatino, nos próximos 15 a 20 anos seria mais provável, em face do conhecimento atual que se tem do clima global e sua variabilidade.

O problema
O aquecimento global é uma ideologia, a discussão nos meios de comunicação deixou de ser científica para se tornar política. As mudanças climáticas sempre ocorreram e ocorrerão independente da ação do homem, a destruição do meio ambiente deve ser combatida, contudo, informações falsas estão sendo relatadas como fatos científicos a alunos de toda a rede pública de ensino no Brasil.
"O CO2 é um gás essencial para a vida na Terra, pois é utilizado pelas plantas e principalmente dentro dos oceanos, na zona fótica, pelo fitoplâncton para a realização da fotossíntese". Na atmosfera ele se concentra na proporção de 0,033% (supostamente evocam que ele chegou a 0,038%) - diz Ricardo Felício professor e pesquisador no departamento de geografia da Universidade de São Paulo (USP).
As observações e evidências cientificas mostram que a esmagadora proporção de dióxido de carbono vem dos oceanos, em primeiro plano. Se eles se apresentarem mais aquecidos, como observado nos últimos 60 anos, excetuando-se os últimos cinco, eles liberarão mais para a atmosfera, pois a solubilidade do gás é inversamente proporcional a sua temperatura. A seguir, temos os vulcões, que todo ano dão uma contribuição significativa. Uma erupção grande é equivalente a toda emissão humana de um ano. Temos cerca de 550 vulcões ativos na Terra. Quanto à emissão dos pobres humanos e toda a sua colossal atividade, esta é menor que a emitida pelo insetos existentes no planeta.
Assista a todos os videos postado nesta petição abaixo.
Solução do problema:
O curriculum escolar deve focar em questões essenciais da ciência consolidada como oxidação, gravidade entre outras coisas. Se abordado o assunto "como debate" na grade escolar é preciso que o docente respeite as considerações do aluno, suas argumentações e pontos levantados como sendo contrárias ou favoráveis a temática em questão. O aluno não pode ser reprovado por fazer oposição a ideologia do aquecimento global ou por não acreditar que o homem influencia na variação global do clima através da atividade humana.
A Comunidade Internacional compreende como fato científico a destruição da suposta "camada de Ozônio" e o "Aquecimento Global", por isso a temática fica de fora na proposta apresentada pelo projeto "Escolas sem partido".
Leia o artigo publicado por Luiz Carlos Baldicero Molion do Instituto de Ciências Atmosféricas, Universidade Federal de Alagoas.
Resumo:
O clima da Terra tem variado ao longo das eras, forçado por fenômenos de escalas de tempo decadal até milenar. No final da década dos anos 1970, após um período de 30 anos de resfriamento, surgiu a hipótese que a temperatura média global da superfície estaria aumentando devido à influência humana.
Essa hipótese está fundamentada em três argumentos: a série de
temperatura média global do ar na superfície “observada” nos últimos 150 anos, o aumento observado na concentração de gás carbônico a partir de 1958 e os resultados obtidos com modelos numéricos de simulação de clima.
Discutiram-se criticamente esses três aspectos, mostrando suas
deficiências e concluiu-se que a representatividade global da série de temperaturas é questionável e que a não comprovada intensificação do efeito-estufa pelas atividades humanas, bem como as limitações dos modelos matemáticos de simulação de clima, não justificam a transformação da hipótese do aquecimento global antropogênico em fato científico consumado.
Apresentaram-se argumentos que sugerem que um resfriamento global, paulatino, nos próximos 15 a 20 anos seria mais provável, em face do conhecimento atual que se tem do clima global e sua variabilidade.

Atualizações do abaixo-assinado
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Abaixo-assinado criado em 16 de abril de 2019