Petition Closed

Petição Pública – Agir e averiguar a razão de tal manifestação de força por parte das forças de autoridade. (Portugues esta no fim deste documento e na carta oficial)

Que o Governo Português saiba que não está certo e que nós não aceitamos a acção levada a cabo pelas forças de autoridade no domingo, dia 28 de Abril de 2013, na feira mensal de velharias e usados de Barão de S.João.

Let the Portuguese Goverment Know that ITs NOT OK, and that we do not accept the conduct displayed by police officials on Sunday the 28 April 2013 in the Barao de Sao Joao monthly flea market!

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TO:

Exmo Senhor Presidente da Assembleia da Republica Portuguesa
Exmo Senhor Presidente do Turismo de Portugal
Exmo Senhor Presidente do Turismo do Algarve
Exmo Senhor Presidente da Camara Municipal de Lagos
Exmo Senhor Presidente do Comando Territorial da GNR de Faro

We the signatories to this petition call on you to publicly investigate the conduct of the GNR, ASAE, SEF, and Riot Police officers directly or indirectly involved in the police raid at the Barao de Sao Joao monthly flea market on Sunday the 28 April 2013.

We call on you to investigate and fully disclose the real grounds for this raid, as the explanations provided in a press release by the Territorial Command of Faro fails to convince the signatories to this petition.

We the signatories demand answers and that the appropriate corrective action against the said officers is taken. We further demand that the fines issued, especially for minor violations, be cancelled.

We also call on you to ensure that all officers follow an appropriate and respectful code of conduct in any future inspections and undergo training in sensitivity and compassion before dealing with local community individuals, BOP (bottom of the pyramid) individuals, informal traders, visitors and tourists.

In addition we strongly recommend that the said officers also be trained on how to act responsibly in the presence of small children and adolescents.

WHY THIS MATTER, MATTERS

Shocking information has emerged about the conduct and the manner in which many of the police officers acted during the said raid.

Although in a subsequent press release issued by the authorities, they tried to downplay what happened and referred to their actions as being nothing more than a standard “inspection” process.

Our question is, since when does a normal inspection require riot police with machine guns and extremely aggressive and intimidating attitudes, not to mention the presence of two ASAE units, SEF and GNR?

Several individuals have begun to come forward and speak publicly about their treatment by the various police forces.

It is unacceptable that at a small rural village with high levels of unemployment and with many families living below the bread line, are confronted with these aggressive actions by the same police who are meant to be protecting them and their community.

It is unthinkable that this police force would resort to victimisation and fine all and sundry, including 13 to 16 year old teenagers selling old toys or second hand clothes and for minor alleged violations, without issuing a warning or educating the traders about the alleged violations or informing them on what procedures should be followed to rectify the situation first.

People should not be subject to unprovoked and unnecessary aggressive behaviour at the hands of any police unit, let alone 4 different units at the same time. All this really achieves is to put the communities at risk, whilst making it harder for the police to do their job effectively.

Police bullying and over policing is a real problem for young and old people anywhere in the world. The Algarve has always had a positive image of peace and safety and the police were considered as being community friendly, but Sunday’s actions has shattered that perception.

The negative side of these actions is they have the potential of damaging Lagos’ reputation as a destination and possibly negatively affect tourism revenue and FDI (Foreign Direct Investment) into the area.

Undoubtedly, it's up to all of us residents, visitors, tourists, investors and potential investors to hold the police accountable for incidents like this.

We do not believe that it is in the best interests of the Portuguese government or the Portuguese people to promote the Algarve and its rural areas in such a negative manner.

In the current economic climate of austerity and seasonability in the Algarve, actions such as the ones that occurred on Sunday the 28 April 2013 are unacceptable and unjustified.

To allege that it was a drug bust, is ludicrous and a poor attempt at a justification of the actions that took place.

To allege that there were an overwhelming amount of complaints received is hard to believe or to consider as factual. We demand to know the number of complaints received and what pre-investigation was conducted regarding the matter.

We are not negating that people may have technically infringed some traffic parking regulations or that they may have infringed other “regulations”, but to conduct such an overzealous operation in the middle of nowhere, at an event that takes place one day per month and has been running for the past 20 years, is ridiculous.

To conduct the inspection in the manner that it was conducted, is totally unacceptable to any individual with common sense and fairness. Fair process would have transpired if warnings were issued and information regarding the alleged violations on how the matter should be rectified was disclosed by the police, to the alleged offenders.

In the current economic climate the need for community cohesiveness is more important than ever, and fair policing is an integral and critical component thereof.

In closing, we appoint as our representative in the Algarve, ASMAA – The Algarve Surf and Marine Activities Association, and instruct its management to sit down with the various government bodies to reach the appropriate resolutions.

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Exmo Senhor Presidente da Assembleia da Republica Portuguesa
Exmo Senhor Presidente do Turismo de Portugal
Exmo Senhor Presidente do Turismo do Algarve
Exmo Senhor Presidente da Camara Municipal de Lagos
Exmo Senhor Presidente do Comando Territorial da GNR de Faro

Nós, os signatários desta petição, solicitamos que seja investigada a conduta da GNR, ASAE, SEF e Agentes da Polícia de Intervenção directa ou indirectamente envolvidos na operação policial realizada na feira mensal de velharias e usados de Barão de S.João, no domingo dia 28 de Abril de 2013.

Solicitamos que sejam investigados e inteiramente divulgados os verdadeiros motivos desta operação policial, uma vez que as explicações fornecidas em comunicado de imprensa pelo Comando Territorial de Faro não convencem os signatários desta petição.

Nós, os signatários, exigimos respostas e que seja assegurada uma acção correctiva apropriada contra os referidos agentes. Exigimos ainda que as multas aplicadas, em particular as pequenas infracções sejam anuladas.

Solicitamos igualmente que assegure que todos os agentes de autoridade sigma um código de conduta respeitador e apropriado em futuras inspecções e que se submetam a uma formação em sensibilidade e tolerância antes de lidarem com a população de comunidades locais, vendedores informais, visitantes e turistas.

Para além disso, recomendamos vivamente que os referidos agentes sejam também instruídos no que diz respeito a uma acção responsável em presença de crianças e adolescentes.

PORQUÊ QUE ESTE ASSUNTO É IMPORTANTE?

Tem surgido informação chocante relativa à conduta e modo como muitos dos agentes de intervenção agiram durante a referida operação.

Apesar de, no subsequente comunicado de imprensa publicado pelas autoridades, estas tentaram aligeirar o que aconteceu e referiram a sua acção como sendo nada mais do que uma operação de inspecção de rotina.

Perguntamos: desde quando uma inspecção de rotina requer polícia de intervenção com metralhadoras e atitudes intimidantes e extremamente agressivas, sem mencionar a presença de duas unidades ASAE, SEF e GNR?

Várias pessoas começaram a falar publicamente sobre o tratamento que receberam pelas diferentes forças policiais.

É inaceitável que uma pequena aldeia rural, com um alto nível de desemprego e com muitas famílias a viver abaixo do limiar da pobreza, seja confrontada com estas acções agressivas por parte das forças de autoridade que supostamente os protegem e protegem a sua comunidade.

É impensável que esta força de autoridade recorreria à vitimização e multaria todos e mais algum, inclusive jovens de 13 a 16 anos por estarem a vender brinquedos velhos ou roupa em segunda mão e por pequenas infracções, sem notificar ou instruir pedagogicamente os vendedores sobre as alegadas infracções ou informá-los sobre quais os procedimentos a seguir para primeiro rectificar a situação.

A população não deve ser sujeita a comportamentos agressivos desnecessários e não desejados por parte de qualquer força policial que se manifeste com 4 unidades policiais diferentes. Tudo isto leva a que as comunidades sejam colocadas em risco enquanto torna mais difícil a eficiência do trabalho das forças de autoridade.

Bullying policial e excessiva acção policial é um problema real para todas as pessoas, em qualquer parte do mundo. O Algarve tem tido sempre uma imagem de paz e segurança a e a polícia tem sido considerada como próxima da população, mas as acções do domingo destruíram essa percepção.

O lado negativo destas acções é que têm o potencial de prejudicar a reputação de Lagos como destino turístico e possivelmente afectar negativamente a receita turística e o Investimento Directo Estrangeiro na área.

Sem dúvidas que depende de todos nós, residentes, visitantes, turistas, investidores e potenciais investidores exigir responsabilidades à polícia por incidentes como este.

Não acreditamos que é do interesse do Governo Português e dos Portugueses promover o Algarve e suas áreas rurais desta forma negativa.

No actual contexto económico de austeridade e sazonalidade no Algarve, acções como as que ocorreram no domingo, dia 28 de Abril de 2013, são inaceitáveis e injustificáveis.

Alegar que era uma rusga de drogas é uma tentativa ridícula de justificar as acções levadas a cabo.

Alegar que havia uma quantidade esmagadora de queixas é difícil de acreditar ou considerar como factual. Exigimos saber o número de queixas recebidas e que tipo de investigação prévia foi realizada.

Não estamos a negar que as pessoas possam ter tecnicamente infringido algumas regras de estacionamento ou que tenham infringido outros “regulamentos”, mas levar a cabo tal operação exagerada no meio do nada, num evento que acontece um dia por mês e tem acontecido ao longo dos últimos vinte anos, é ridículo.

Levar a cabo uma inspecção do modo como esta foi levada é totalmente inaceitável para qualquer indivíduo de bom senso e com sentido de justiça. Um processo justo teria transparecido se avisos tivessem sido publicados e se informação relativa às alegadas infracções e respectiva rectificação tivesse sido divulgada pelas forças de autoridade junto dos alegados infractores.

No actual contexto económico, a necessidade de coesão na comunidade é mais importante do que nunca e um policiamento justo é um elemento integral e crítico da mesma.

Por fim, nomeamos como nossa representante no Algarve, ASMAA – Algarve Surf e Associação de Actividades Marítimas e instruímos a sua direcção a reunir com os vários órgãos governamentais para alcançar as resoluções apropriadas.

OBS – O presente texto não respeita o Acordo Ortográfico.

Letter to
Portuguese Goverment
Exmo Senhor Presidente da Assembleia da Republica Portuguesa
Exmo Senhor Presidente do Turismo de Portugal
Exmo Senhor Presidente do Turismo do Algarve
Exmo Senhor Presidente da Camara Municipal de Lagos
Exmo Senhor Presidente do Comando Territorial da GNR de Faro

Nós, os signatários desta petição, solicitamos que seja investigada a conduta da GNR, ASAE, SEF e Agentes da Polícia de Intervenção directa ou indirectamente envolvidos na operação policial realizada na feira mensal de velharias e usados de Barão de S.João, no domingo dia 28 de Abril de 2013.

Solicitamos que sejam investigados e inteiramente divulgados os verdadeiros motivos desta operação policial, uma vez que as explicações fornecidas em comunicado de imprensa pelo Comando Territorial de Faro não convencem os signatários desta petição.

Nós, os signatários, exigimos respostas e que seja assegurada uma acção correctiva apropriada contra os referidos agentes. Exigimos ainda que as multas aplicadas, em particular as pequenas infracções sejam anuladas.

Solicitamos igualmente que assegure que todos os agentes de autoridade sigma um código de conduta respeitador e apropriado em futuras inspecções e que se submetam a uma formação em sensibilidade e tolerância antes de lidarem com a população de comunidades locais, vendedores informais, visitantes e turistas.

Para além disso, recomendamos vivamente que os referidos agentes sejam também instruídos no que diz respeito a uma acção responsável em presença de crianças e adolescentes.

PORQUÊ QUE ESTE ASSUNTO É IMPORTANTE?

Tem surgido informação chocante relativa à conduta e modo como muitos dos agentes de intervenção agiram durante a referida operação.

Apesar de, no subsequente comunicado de imprensa publicado pelas autoridades, estas tentaram aligeirar o que aconteceu e referiram a sua acção como sendo nada mais do que uma operação de inspecção de rotina.

Perguntamos: desde quando uma inspecção de rotina requer polícia de intervenção com metralhadoras e atitudes intimidantes e extremamente agressivas, sem mencionar a presença de duas unidades ASAE, SEF e GNR?

Várias pessoas começaram a falar publicamente sobre o tratamento que receberam pelas diferentes forças policiais.

É inaceitável que uma pequena aldeia rural, com um alto nível de desemprego e com muitas famílias a viver abaixo do limiar da pobreza, seja confrontada com estas acções agressivas por parte das forças de autoridade que supostamente os protegem e protegem a sua comunidade.
É impensável que esta força de autoridade recorreria à vitimização e multaria todos e mais algum, inclusive jovens de 13 a 16 anos por estarem a vender brinquedos velhos ou roupa em segunda mão e por pequenas infracções, sem notificar ou instruir pedagogicamente os vendedores sobre as alegadas infracções ou informá-los sobre quais os procedimentos a seguir para primeiro rectificar a situação.

A população não deve ser sujeita a comportamentos agressivos desnecessários e não desejados por parte de qualquer força policial que se manifeste com 4 unidades policiais diferentes. Tudo isto leva a que as comunidades sejam colocadas em risco enquanto torna mais difícil a eficiência do trabalho das forças de autoridade.

Bullying policial e excessiva acção policial é um problema real para todas as pessoas, em qualquer parte do mundo. O Algarve tem tido sempre uma imagem de paz e segurança a e a polícia tem sido considerada como próxima da população, mas as acções do domingo destruíram essa percepção.

O lado negativo destas acções é que têm o potencial de prejudicar a reputação de Lagos como destino turístico e possivelmente afectar negativamente a receita turística e o Investimento Directo Estrangeiro na área.

Sem dúvidas que depende de todos nós, residentes, visitantes, turistas, investidores e potenciais investidores exigir responsabilidades à polícia por incidentes como este.

Não acreditamos que é do interesse do Governo Português e dos Portugueses promover o Algarve e suas áreas rurais desta forma negativa.

No actual contexto económico de austeridade e sazonalidade no Algarve, acções como as que ocorreram no domingo, dia 28 de Abril de 2013, são inaceitáveis e injustificáveis.

Alegar que era uma rusga de drogas é uma tentativa ridícula de justificar as acções levadas a cabo.

Alegar que havia uma quantidade esmagadora de queixas é difícil de acreditar ou considerar como factual. Exigimos saber o número de queixas recebidas e que tipo de investigação prévia foi realizada.
Não estamos a negar que as pessoas possam ter tecnicamente infringido algumas regras de estacionamento ou que tenham infringido outros “regulamentos”, mas levar a cabo tal operação exagerada no meio do nada, num evento que acontece um dia por mês e tem acontecido ao longo dos últimos vinte anos, é ridículo.

Levar a cabo uma inspecção do modo como esta foi levada é totalmente inaceitável para qualquer indivíduo de bom senso e com sentido de justiça. Um processo justo teria transparecido se avisos tivessem sido publicados e se informação relativa às alegadas infracções e respectiva rectificação tivesse sido divulgada pelas forças de autoridade junto dos alegados infractores.

No actual contexto económico, a necessidade de coesão na comunidade é mais importante do que nunca e um policiamento justo é um elemento integral e crítico da mesma.

Por fim, nomeamos como nossa representante no Algarve, ASMAA – Algarve Surf e Associação de Actividades Marítimas e instruímos a sua direcção a reunir com os vários órgãos governamentais para alcançar as resoluções apropriadas.

OBS – O presente texto não respeita o Acordo Ortográfico.