Revogar o memorando 35/26 da SEE MG

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O problema

O recente memorando 35/26 publicado pela Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE MG) estabelece a exigência de reposição presencial de todos os dias letivos perdidos durante o período de calamidade pública nas cidades de Juiz de Fora e Ubá. Esta decisão desconsidera completamente a realidade enfrentada pelos trabalhadores da educação, muitos dos quais dedicaram-se intensamente no apoio às comunidades, como acolhendo desabrigados nas escolas durante as crises.

Este memorando não só impõe uma carga injusta aos educadores, como também ignora precedentes e soluções já bem-sucedidas em outros estados do Brasil. No Rio Grande do Sul, por exemplo, foi adotada uma abordagem flexível e viável para a reposição dos conteúdos escolares, respeitando as condições dos educadores e as necessidades dos alunos.

A exigência de reposição integral é uma medida arbitrária e desnecessária que ignora o sacrifício e empenho de profissionais que já contribuíram significativamente em tempos difíceis. Reivindicamos que a SEE MG reavalie esta decisão, considerando alternativas de reposição que contemplem a flexibilização e adaptação ao contexto vivenciado pelos trabalhadores da educação, em conformidade com a legislação vigente.

Solicitamos o apoio da comunidade educacional, autoridades e cidadãos para pressionar pela revogação do memorando 35/26 e promover um diálogo aberto sobre soluções sustentáveis e justas para todos os envolvidos.

Assine esta petição para exigir uma revisão dessa medida arbitrária e apoiar uma abordagem mais justa e razoável para a reposição do período de calamidade pública nas escolas de Juiz de Fora e Ubá.
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Victoria MelloCriador do abaixo-assinado

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O recente memorando 35/26 publicado pela Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE MG) estabelece a exigência de reposição presencial de todos os dias letivos perdidos durante o período de calamidade pública nas cidades de Juiz de Fora e Ubá. Esta decisão desconsidera completamente a realidade enfrentada pelos trabalhadores da educação, muitos dos quais dedicaram-se intensamente no apoio às comunidades, como acolhendo desabrigados nas escolas durante as crises.

Este memorando não só impõe uma carga injusta aos educadores, como também ignora precedentes e soluções já bem-sucedidas em outros estados do Brasil. No Rio Grande do Sul, por exemplo, foi adotada uma abordagem flexível e viável para a reposição dos conteúdos escolares, respeitando as condições dos educadores e as necessidades dos alunos.

A exigência de reposição integral é uma medida arbitrária e desnecessária que ignora o sacrifício e empenho de profissionais que já contribuíram significativamente em tempos difíceis. Reivindicamos que a SEE MG reavalie esta decisão, considerando alternativas de reposição que contemplem a flexibilização e adaptação ao contexto vivenciado pelos trabalhadores da educação, em conformidade com a legislação vigente.

Solicitamos o apoio da comunidade educacional, autoridades e cidadãos para pressionar pela revogação do memorando 35/26 e promover um diálogo aberto sobre soluções sustentáveis e justas para todos os envolvidos.

Assine esta petição para exigir uma revisão dessa medida arbitrária e apoiar uma abordagem mais justa e razoável para a reposição do período de calamidade pública nas escolas de Juiz de Fora e Ubá.
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Victoria MelloCriador do abaixo-assinado

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Abaixo-assinado criado em 15 de maio de 2026