Revogar o memorando 35/26 da SEE MG
Revogar o memorando 35/26 da SEE MG
Assinantes recentes:
Sandro Santiago e outras 19 pessoas assinaram recentemente.
O problema
O recente memorando 35/26 publicado pela Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE MG) estabelece a exigência de reposição presencial de todos os dias letivos perdidos durante o período de calamidade pública nas cidades de Juiz de Fora e Ubá. Esta decisão desconsidera completamente a realidade enfrentada pelos trabalhadores da educação, muitos dos quais dedicaram-se intensamente no apoio às comunidades, como acolhendo desabrigados nas escolas durante as crises.
Este memorando não só impõe uma carga injusta aos educadores, como também ignora precedentes e soluções já bem-sucedidas em outros estados do Brasil. No Rio Grande do Sul, por exemplo, foi adotada uma abordagem flexível e viável para a reposição dos conteúdos escolares, respeitando as condições dos educadores e as necessidades dos alunos.
A exigência de reposição integral é uma medida arbitrária e desnecessária que ignora o sacrifício e empenho de profissionais que já contribuíram significativamente em tempos difíceis. Reivindicamos que a SEE MG reavalie esta decisão, considerando alternativas de reposição que contemplem a flexibilização e adaptação ao contexto vivenciado pelos trabalhadores da educação, em conformidade com a legislação vigente.
Solicitamos o apoio da comunidade educacional, autoridades e cidadãos para pressionar pela revogação do memorando 35/26 e promover um diálogo aberto sobre soluções sustentáveis e justas para todos os envolvidos.
Assine esta petição para exigir uma revisão dessa medida arbitrária e apoiar uma abordagem mais justa e razoável para a reposição do período de calamidade pública nas escolas de Juiz de Fora e Ubá.
Este memorando não só impõe uma carga injusta aos educadores, como também ignora precedentes e soluções já bem-sucedidas em outros estados do Brasil. No Rio Grande do Sul, por exemplo, foi adotada uma abordagem flexível e viável para a reposição dos conteúdos escolares, respeitando as condições dos educadores e as necessidades dos alunos.
A exigência de reposição integral é uma medida arbitrária e desnecessária que ignora o sacrifício e empenho de profissionais que já contribuíram significativamente em tempos difíceis. Reivindicamos que a SEE MG reavalie esta decisão, considerando alternativas de reposição que contemplem a flexibilização e adaptação ao contexto vivenciado pelos trabalhadores da educação, em conformidade com a legislação vigente.
Solicitamos o apoio da comunidade educacional, autoridades e cidadãos para pressionar pela revogação do memorando 35/26 e promover um diálogo aberto sobre soluções sustentáveis e justas para todos os envolvidos.
Assine esta petição para exigir uma revisão dessa medida arbitrária e apoiar uma abordagem mais justa e razoável para a reposição do período de calamidade pública nas escolas de Juiz de Fora e Ubá.
Victoria MelloCriador do abaixo-assinado
172
Assinantes recentes:
Sandro Santiago e outras 19 pessoas assinaram recentemente.
O problema
O recente memorando 35/26 publicado pela Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE MG) estabelece a exigência de reposição presencial de todos os dias letivos perdidos durante o período de calamidade pública nas cidades de Juiz de Fora e Ubá. Esta decisão desconsidera completamente a realidade enfrentada pelos trabalhadores da educação, muitos dos quais dedicaram-se intensamente no apoio às comunidades, como acolhendo desabrigados nas escolas durante as crises.
Este memorando não só impõe uma carga injusta aos educadores, como também ignora precedentes e soluções já bem-sucedidas em outros estados do Brasil. No Rio Grande do Sul, por exemplo, foi adotada uma abordagem flexível e viável para a reposição dos conteúdos escolares, respeitando as condições dos educadores e as necessidades dos alunos.
A exigência de reposição integral é uma medida arbitrária e desnecessária que ignora o sacrifício e empenho de profissionais que já contribuíram significativamente em tempos difíceis. Reivindicamos que a SEE MG reavalie esta decisão, considerando alternativas de reposição que contemplem a flexibilização e adaptação ao contexto vivenciado pelos trabalhadores da educação, em conformidade com a legislação vigente.
Solicitamos o apoio da comunidade educacional, autoridades e cidadãos para pressionar pela revogação do memorando 35/26 e promover um diálogo aberto sobre soluções sustentáveis e justas para todos os envolvidos.
Assine esta petição para exigir uma revisão dessa medida arbitrária e apoiar uma abordagem mais justa e razoável para a reposição do período de calamidade pública nas escolas de Juiz de Fora e Ubá.
Este memorando não só impõe uma carga injusta aos educadores, como também ignora precedentes e soluções já bem-sucedidas em outros estados do Brasil. No Rio Grande do Sul, por exemplo, foi adotada uma abordagem flexível e viável para a reposição dos conteúdos escolares, respeitando as condições dos educadores e as necessidades dos alunos.
A exigência de reposição integral é uma medida arbitrária e desnecessária que ignora o sacrifício e empenho de profissionais que já contribuíram significativamente em tempos difíceis. Reivindicamos que a SEE MG reavalie esta decisão, considerando alternativas de reposição que contemplem a flexibilização e adaptação ao contexto vivenciado pelos trabalhadores da educação, em conformidade com a legislação vigente.
Solicitamos o apoio da comunidade educacional, autoridades e cidadãos para pressionar pela revogação do memorando 35/26 e promover um diálogo aberto sobre soluções sustentáveis e justas para todos os envolvidos.
Assine esta petição para exigir uma revisão dessa medida arbitrária e apoiar uma abordagem mais justa e razoável para a reposição do período de calamidade pública nas escolas de Juiz de Fora e Ubá.
Victoria MelloCriador do abaixo-assinado
114 pessoas assinaram esta semana
172
Mensagens de apoiadores
Atualizações do abaixo-assinado
Compartilhar este abaixo-assinado
Abaixo-assinado criado em 15 de maio de 2026