

Resgate da Dignidade Salarial dos Trabalhadores Administrativos da Educação de Goiânia


Resgate da Dignidade Salarial dos Trabalhadores Administrativos da Educação de Goiânia
O problema
Assine pelo Resgate da Dignidade Salarial dos Trabalhadores Administrativos da Educação de Goiânia (TAE)
📍 Goiânia – 06 de setembro 2025
Há mais de uma década, os Trabalhadores Administrativos da Educação (TAE) – incluindo Agentes de Apoio Educacional, Auxiliares de Atividades Educativas e Assistentes Administrativos Educacionais – vêm sofrendo com a perda real de seus salários, o achatamento de suas carreiras e o desrespeito à estrutura prevista em lei para sua progressão profissional.
O que está acontecendo?
A Lei nº 9.128, de 29 de dezembro de 2011, aprovou uma tabela de vencimentos justa, com progressões horizontais de 2% (entre letras) e progressões verticais de 12% (entre níveis). No entanto, ao longo dos últimos 13 anos, sucessivas leis e decretos municipais reduziram ou eliminaram esses percentuais — sem qualquer correção ou compensação — resultando em:
* Redução progressiva dos salários a vencimentos de níveis e letras anteriores;
* Quebra da hierarquia entre os níveis, com servidores de níveis distintos recebendo valores quase iguais;
* Violação dos princípios constitucionais da isonomia e da irredutibilidade salarial;
* Prejuízo direto a mais de 6.000 servidores administrativos, que hoje mal conseguem cobrir suas despesas básicas.
📉 Exemplo Prático:
A tabela original previa que o salário de um servidor no Nível II fosse 12% maior que no Nível I — e assim por diante.
Com os reajustes aplicados nos últimos anos, essa lógica foi completamente destruída.
Hoje, um servidor no Nível III pode receber quase o mesmo que um no Nível II — eliminando qualquer incentivo à formação ou ao tempo de serviço, além de prejudicar financeiramente aqueles que avançaram na carreira de forma legítima.
📣 O que pedimos?
Que a Prefeitura de Goiânia:
1. Restaure os percentuais de progressão horizontal (2%) e vertical (12%) conforme estabelecidos na TABELA DA Lei nº 9.128/2011;
2. Repare os prejuízos acumulados nos salários dos TAE desde 2013;
3. Respeite os princípios constitucionais da isonomia, valorização do servidor e irredutibilidade salarial;
4. Inclua o impacto financeiro dessa correção no impacto financeiro da data-base previsto no processo 24.25.000013167-7, a ser aplicado junto a mesma, e evitando assim em JANEIRO DE 2026 o congelamento e redução no Nivel III, letra A ao vencimento inicial da carreira( Nivel I, Letra A)
⚖️ E o princípio da isonomia?
É importante destacar que os Assistentes e Agentes de Apoio Administrativos do Quadro Geral da Prefeitura de Goiânia já têm asseguradas, desde 16 de novembro de 2022, progressões horizontais de 3% e verticais de 15%, 25% e até 60%, conforme aprovado oficialmente.
Essa é a referência que também almejamos para os Trabalhadores Administrativos da Educação, conforme previsto na minuta do novo Plano de Carreira, em respeito ao princípio da isonomia. No entanto, até que a Prefeitura tenha condições de implementar esse modelo justo e proporcional, e diante do compromisso firmado no último acordo de greve, não podemos mais aceitar a ausência de correção mínima.
Nossa reivindicação não é por aumento, mas pela devolução do que nos foi legalmente garantido. Trata-se da recomposição dos percentuais originais de 2% e 12%, essenciais para garantir o equilíbrio da carreira e o respeito à trajetória de cada servidor.
✊ Por que assinar?
Porque esses trabalhadores garantem o funcionamento da Rede Municipal de Educação com competência, eficiência e dedicação, e merecem ser reconhecidos e valorizados como profissionais essenciais que são!
Eles não são invisíveis.
Eles não podem mais ser esquecidos!
🖋️ Assine e compartilhe este abaixo-assinado. Sua assinatura é um ato de justiça e solidariedade.
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O problema
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📍 Goiânia – 06 de setembro 2025
Há mais de uma década, os Trabalhadores Administrativos da Educação (TAE) – incluindo Agentes de Apoio Educacional, Auxiliares de Atividades Educativas e Assistentes Administrativos Educacionais – vêm sofrendo com a perda real de seus salários, o achatamento de suas carreiras e o desrespeito à estrutura prevista em lei para sua progressão profissional.
O que está acontecendo?
A Lei nº 9.128, de 29 de dezembro de 2011, aprovou uma tabela de vencimentos justa, com progressões horizontais de 2% (entre letras) e progressões verticais de 12% (entre níveis). No entanto, ao longo dos últimos 13 anos, sucessivas leis e decretos municipais reduziram ou eliminaram esses percentuais — sem qualquer correção ou compensação — resultando em:
* Redução progressiva dos salários a vencimentos de níveis e letras anteriores;
* Quebra da hierarquia entre os níveis, com servidores de níveis distintos recebendo valores quase iguais;
* Violação dos princípios constitucionais da isonomia e da irredutibilidade salarial;
* Prejuízo direto a mais de 6.000 servidores administrativos, que hoje mal conseguem cobrir suas despesas básicas.
📉 Exemplo Prático:
A tabela original previa que o salário de um servidor no Nível II fosse 12% maior que no Nível I — e assim por diante.
Com os reajustes aplicados nos últimos anos, essa lógica foi completamente destruída.
Hoje, um servidor no Nível III pode receber quase o mesmo que um no Nível II — eliminando qualquer incentivo à formação ou ao tempo de serviço, além de prejudicar financeiramente aqueles que avançaram na carreira de forma legítima.
📣 O que pedimos?
Que a Prefeitura de Goiânia:
1. Restaure os percentuais de progressão horizontal (2%) e vertical (12%) conforme estabelecidos na TABELA DA Lei nº 9.128/2011;
2. Repare os prejuízos acumulados nos salários dos TAE desde 2013;
3. Respeite os princípios constitucionais da isonomia, valorização do servidor e irredutibilidade salarial;
4. Inclua o impacto financeiro dessa correção no impacto financeiro da data-base previsto no processo 24.25.000013167-7, a ser aplicado junto a mesma, e evitando assim em JANEIRO DE 2026 o congelamento e redução no Nivel III, letra A ao vencimento inicial da carreira( Nivel I, Letra A)
⚖️ E o princípio da isonomia?
É importante destacar que os Assistentes e Agentes de Apoio Administrativos do Quadro Geral da Prefeitura de Goiânia já têm asseguradas, desde 16 de novembro de 2022, progressões horizontais de 3% e verticais de 15%, 25% e até 60%, conforme aprovado oficialmente.
Essa é a referência que também almejamos para os Trabalhadores Administrativos da Educação, conforme previsto na minuta do novo Plano de Carreira, em respeito ao princípio da isonomia. No entanto, até que a Prefeitura tenha condições de implementar esse modelo justo e proporcional, e diante do compromisso firmado no último acordo de greve, não podemos mais aceitar a ausência de correção mínima.
Nossa reivindicação não é por aumento, mas pela devolução do que nos foi legalmente garantido. Trata-se da recomposição dos percentuais originais de 2% e 12%, essenciais para garantir o equilíbrio da carreira e o respeito à trajetória de cada servidor.
✊ Por que assinar?
Porque esses trabalhadores garantem o funcionamento da Rede Municipal de Educação com competência, eficiência e dedicação, e merecem ser reconhecidos e valorizados como profissionais essenciais que são!
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Abaixo-assinado criado em 6 de setembro de 2025