Quem paga a conta? Povo contra o aumento do Etanol na Gasolina


Quem paga a conta? Povo contra o aumento do Etanol na Gasolina
O problema
Meu nome é Renan Santos da Cruz, advogado, e venho, junto com o povo brasileiro, levantar uma pauta urgente e necessária. Precisamos questionar de forma clara e responsável a eficiência do aumento do teor de etanol na gasolina. Esta não pode ser uma decisão tomada apenas pela ótica econômica ou por interesses setoriais. Existe um impacto direto no bolso do consumidor e há consequências técnicas que não podem ser ignoradas.
É fundamental abrir essa discussão para a sociedade, consultar engenheiros, especialistas em motores, mecânicos e profissionais que lidam diariamente com os efeitos desse combustível na prática.
O brasileiro já enfrenta custos elevados para manter seu veículo. Qualquer mudança que implique maior consumo, desgaste do motor ou prejuízo financeiro deve ser analisada com seriedade, transparência e participação popular.
Somos contrários ao aumento da porcentagem de etanol anidro na gasolina brasileira. Embora o discurso oficial tente vender a ideia de benefício econômico e ambiental, a realidade vivida pelos consumidores mostra exatamente o contrário.
O etanol é um combustível com menor poder energético por litro. Isso significa que quanto mais etanol na mistura, maior é o consumo. O cidadão que depende do carro para trabalhar ou se deslocar não economiza nada. Pelo contrário, gasta mais para rodar a mesma distância. A falsa percepção de economia mascara um aumento real de custo no fim do mês.
O Brasil possui milhões de veículos dedicados exclusivamente à gasolina, além de inúmeros carros importados ou clássicos, cujos motores não foram projetados para funcionar com altas concentrações de etanol. O resultado é aumento de desgaste, corrosão em componentes, falhas de funcionamento, problemas em bicos injetores e desvalorização.
Quem pagará pelos reparos e prejuízos decorrentes dessa decisão? O consumidor não pode ser colocado como garantidor de políticas feitas sem considerar impactos técnicos.
Existem diversos estudos, reportagens e relatos que já demonstram: o aumento do etanol não traz o benefício ao consumidor prometido.
Ignorar todos esses dados para favorecer apenas uma parte da cadeia econômica significa escolher quem merece proteção e quem pode ser sacrificado. Isso não é política pública. Isso é imposição.
Também se mostra preocupante ver representantes públicos, como o deputado Hugo Motta, defenderem tal medida sem pautar seu discurso no interesse do povo que os elegeu.
Crescer a arrecadação do setor sucroenergético pode até ser um bom negócio para determinados grupos, porém aumentar o gasto do brasileiro comum nunca pode ser tratado com descaso.
O cidadão precisa ser respeitado. A frota nacional é diversa. A economia das pessoas está debilitada. O consumidor merece transparência, opção e equilíbrio técnico. Obrigar uma mudança que prejudica milhões de proprietários de veículos sob o argumento de benefício ambiental não se sustenta quando o resultado prático é aumento de consumo e maior emissão pelo uso maior de combustível.
Por tudo isso, solicitamos que o Congresso Nacional não aprove qualquer alteração que eleve a mistura obrigatória do etanol na gasolina sem estudos amplos, independentes e com foco real no impacto ao consumidor. Pedimos que se respeite a população que trabalha duro para manter seu veículo e que já sofre com preços altos e impostos pesados.
Não aceitaremos que decisões políticas sejam tomadas distantes da realidade de quem vive nas estradas e cidades do Brasil.

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O problema
Meu nome é Renan Santos da Cruz, advogado, e venho, junto com o povo brasileiro, levantar uma pauta urgente e necessária. Precisamos questionar de forma clara e responsável a eficiência do aumento do teor de etanol na gasolina. Esta não pode ser uma decisão tomada apenas pela ótica econômica ou por interesses setoriais. Existe um impacto direto no bolso do consumidor e há consequências técnicas que não podem ser ignoradas.
É fundamental abrir essa discussão para a sociedade, consultar engenheiros, especialistas em motores, mecânicos e profissionais que lidam diariamente com os efeitos desse combustível na prática.
O brasileiro já enfrenta custos elevados para manter seu veículo. Qualquer mudança que implique maior consumo, desgaste do motor ou prejuízo financeiro deve ser analisada com seriedade, transparência e participação popular.
Somos contrários ao aumento da porcentagem de etanol anidro na gasolina brasileira. Embora o discurso oficial tente vender a ideia de benefício econômico e ambiental, a realidade vivida pelos consumidores mostra exatamente o contrário.
O etanol é um combustível com menor poder energético por litro. Isso significa que quanto mais etanol na mistura, maior é o consumo. O cidadão que depende do carro para trabalhar ou se deslocar não economiza nada. Pelo contrário, gasta mais para rodar a mesma distância. A falsa percepção de economia mascara um aumento real de custo no fim do mês.
O Brasil possui milhões de veículos dedicados exclusivamente à gasolina, além de inúmeros carros importados ou clássicos, cujos motores não foram projetados para funcionar com altas concentrações de etanol. O resultado é aumento de desgaste, corrosão em componentes, falhas de funcionamento, problemas em bicos injetores e desvalorização.
Quem pagará pelos reparos e prejuízos decorrentes dessa decisão? O consumidor não pode ser colocado como garantidor de políticas feitas sem considerar impactos técnicos.
Existem diversos estudos, reportagens e relatos que já demonstram: o aumento do etanol não traz o benefício ao consumidor prometido.
Ignorar todos esses dados para favorecer apenas uma parte da cadeia econômica significa escolher quem merece proteção e quem pode ser sacrificado. Isso não é política pública. Isso é imposição.
Também se mostra preocupante ver representantes públicos, como o deputado Hugo Motta, defenderem tal medida sem pautar seu discurso no interesse do povo que os elegeu.
Crescer a arrecadação do setor sucroenergético pode até ser um bom negócio para determinados grupos, porém aumentar o gasto do brasileiro comum nunca pode ser tratado com descaso.
O cidadão precisa ser respeitado. A frota nacional é diversa. A economia das pessoas está debilitada. O consumidor merece transparência, opção e equilíbrio técnico. Obrigar uma mudança que prejudica milhões de proprietários de veículos sob o argumento de benefício ambiental não se sustenta quando o resultado prático é aumento de consumo e maior emissão pelo uso maior de combustível.
Por tudo isso, solicitamos que o Congresso Nacional não aprove qualquer alteração que eleve a mistura obrigatória do etanol na gasolina sem estudos amplos, independentes e com foco real no impacto ao consumidor. Pedimos que se respeite a população que trabalha duro para manter seu veículo e que já sofre com preços altos e impostos pesados.
Não aceitaremos que decisões políticas sejam tomadas distantes da realidade de quem vive nas estradas e cidades do Brasil.

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Os tomadores de decisão
Abaixo-assinado criado em 28 de outubro de 2025

