

Pelo fim da exportação de animais vivos para abate, provenientes do Brasil


Pelo fim da exportação de animais vivos para abate, provenientes do Brasil
The Issue
A exportação de animais vivos do Brasil para abate é bastante triste e preocupante. A forma como os animais são tratados ao longo deste processo inclui uma extra camada de sofrimento. Eles são transportados por longas distâncias, muitas vezes se machucando ou até morrendo. Passam por condições extremas de estresse, doenças e ambientes severos. Estas práticas desumanas exigem uma reconsideração séria e urgente.
De acordo com dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, só em 2020, mais de 500 mil cabeças de gado foram exportadas vivas para abate. Essas viagens, que podem durar diversos dias, ocorrem em navios que não oferecem o mínimo de conforto ou segurança para os animais. Durante este trajeto, é muito comum que o gado sofra de desidratação, exaustão e, em muitos casos, morra antes de chegar ao destino final. Este sofrimento massivo não pode continuar.
Solucionar esse problema não é apenas possível, é necessário. Podemos promover alternativas viáveis que substituam a exportação de animais vivos, como o desenvolvimento de indústria local de carnes e derivados, o que não só ajudaria a economia local, mas também garantiria práticas mais éticas e humanitárias. Ao investir na indústria local, poderíamos criar empregos e promover um modelo econômico mais sustentável, reduzindo a dependência das exportações de animais vivos.
Além disso, muitos países ao redor do mundo já adotaram políticas severas para proibir ou restringir drasticamente este tipo de exportação, priorizando o bem-estar animal. Está na hora de nos alinharmos a essas práticas globais e garantir que o Brasil também se comprometa com o tratamento ético e humanitário dos animais.
Por favor, assine esta petição para exigir que o governo brasileiro tome medidas firmes para proibir a exportação de animais vivos para abate. Precisamos nos unir e pressionar por um tratamento mais justo e compassivo aos animais e um futuro mais sustentável para todos nós.

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The Issue
A exportação de animais vivos do Brasil para abate é bastante triste e preocupante. A forma como os animais são tratados ao longo deste processo inclui uma extra camada de sofrimento. Eles são transportados por longas distâncias, muitas vezes se machucando ou até morrendo. Passam por condições extremas de estresse, doenças e ambientes severos. Estas práticas desumanas exigem uma reconsideração séria e urgente.
De acordo com dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, só em 2020, mais de 500 mil cabeças de gado foram exportadas vivas para abate. Essas viagens, que podem durar diversos dias, ocorrem em navios que não oferecem o mínimo de conforto ou segurança para os animais. Durante este trajeto, é muito comum que o gado sofra de desidratação, exaustão e, em muitos casos, morra antes de chegar ao destino final. Este sofrimento massivo não pode continuar.
Solucionar esse problema não é apenas possível, é necessário. Podemos promover alternativas viáveis que substituam a exportação de animais vivos, como o desenvolvimento de indústria local de carnes e derivados, o que não só ajudaria a economia local, mas também garantiria práticas mais éticas e humanitárias. Ao investir na indústria local, poderíamos criar empregos e promover um modelo econômico mais sustentável, reduzindo a dependência das exportações de animais vivos.
Além disso, muitos países ao redor do mundo já adotaram políticas severas para proibir ou restringir drasticamente este tipo de exportação, priorizando o bem-estar animal. Está na hora de nos alinharmos a essas práticas globais e garantir que o Brasil também se comprometa com o tratamento ético e humanitário dos animais.
Por favor, assine esta petição para exigir que o governo brasileiro tome medidas firmes para proibir a exportação de animais vivos para abate. Precisamos nos unir e pressionar por um tratamento mais justo e compassivo aos animais e um futuro mais sustentável para todos nós.

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Petition created on June 13, 2026