

PELA VOLTA DA LINHA DE ONIBUS UNIVERSITÁRIO D43! CHEGA DE PRECARIZAÇÃO DA PERMANÊNCIA!
O problema
Somos estudantes do campus do Vale da UFRGS e dizemos BASTA às condições precárias de estudo e trabalho que vivemos nos institutos. Não basta entrar na universidade, precisamos ter condições de permanecer para nos formar!
O transporte está completamente sucateado. A tarifa aumentou, assim como a dificuldade de conseguir o meio passe estudantil. Melo retirou a linha universitária D43, acabou com o cargo de cobrador e avança na privatização da Carris pra garantir o lucro dos seus amigos empresários. Quando sobe o valor da tarifa em Porto Alegre, sobe também na região metropolitana, chegando a levar 3h pra conseguir chegar na UFRGS.
Nosso campus não tem iluminação adequada. Não só isso aumenta a insegurança, como também a falta de programas de combate à violência de gênero, ao racismo e lgbtfobia, o que resulta em inúmeros casos de assédio que passam sem nenhuma consequência. Chega de opressão! Além disso, a ausência de creche e políticas e permanência para estudantes mães impossibilita de se formarem.
No Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, temos salas sem teto ou com telhas faltando, nossos banheiros não tem porta, assento no vaso, papel e muitas vezes falta água. Não temos bebedouro de água potável com acesso nas salas de aulas. Acessibilidade no campus nem se fala, agora existe uma rampa para cadeirantes, mas os institutos são todos inacessíveis. Não existe inclusão para pessoas neurodivergentes nas aulas. O Restaurante Universitário 3 não abre na janta, o que superlota o RU6, impedindo a alimentação dos estudantes trabalhadores que estudam no noturno. Além disso, a quantidade de bolsas trabalho estão cada vez menores, com valores insuficientes.
Não bastasse isso, nossos colegas cotistas são expulsos antes de se graduarem! Por conta do acúmulo de anos de cortes de orçamento, desde Temer, Bolsonaro e agora com o Arcabouço Fiscal do Governo Lula-Alckmin, a UFRGS não tem verba para novas contratações de técnicos, levando à sobrecarga e impossibilidade de realizar todo o trabalho necessário. Por isso os estudantes cotistas ficam com uma matrícula provisória, aguardando a avaliação de sua documentação, e são expulsos da universidade tendo sua matrícula indeferida, às vezes depois de 4 anos de curso! Isso é inadmissível! A reitoria afirma que essa é uma universidade de excelência, mas o descaso com quem mais precisa é evidente!
Não são apenas os estudantes e técnicos que estão precarizados, mas também os trabalhadores terceirizados. Apesar de serem quem mantém a UFRGS de pé diariamente, não são tratados com dignidade pela reitoria e muito menos pelas empresas, sendo invisibilizados, assediados, demitidos e sofrem com a falta de direitos e salários miseráveis.
Como se não fosse o suficiente, a enfermaria do campus foi fechada há anos, e hoje quando qualquer pessoa passa mal não temos profissionais disponíveis para socorrer.
Convidamos todos que sentem na pele essas demandas diariamente, assim como o Diretório Central dos Estudantes, os Centros e Diretórios Acadêmicos, os Sindicatos e todos que se solidarizam a apoiar e compartilhar esse abaixo assinado!
DEFENDEMOS:
PASSE LIVRE
CARRIS 100% PÚBLICA
VOLTA DOS COBRADORES
FACILIDADE NO ACESSO AO MEIO PASSE ESTUDANTIL
VOLTA DA LINHA UNIVERSITÁRIA D43
LINHAS UNIVERSITÁRIAS DE TRANSPORTE DA REGIÃO METROPOLITANA
ACESSIBILIDADE ADEQUADA
MAIS ILUMINAÇÃO NO CAMPUS
ABERTURA DO RU3 À NOITE
EFETIVAÇÃO DOS TERCEIRIZADOS
PROGRAMAS DE COMBATE À VIOLÊNCIA DE GÊNERO, RACISMO E LGBTFOBIA
REABERTURA DA ENFERMARIA
ABERTURA DE CRECHE JÁ
ABERTURA DO RU3 NA JANTA
QUEREMOS MAIS
BOLSAS, COM VALORES MAIORES

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O problema
Somos estudantes do campus do Vale da UFRGS e dizemos BASTA às condições precárias de estudo e trabalho que vivemos nos institutos. Não basta entrar na universidade, precisamos ter condições de permanecer para nos formar!
O transporte está completamente sucateado. A tarifa aumentou, assim como a dificuldade de conseguir o meio passe estudantil. Melo retirou a linha universitária D43, acabou com o cargo de cobrador e avança na privatização da Carris pra garantir o lucro dos seus amigos empresários. Quando sobe o valor da tarifa em Porto Alegre, sobe também na região metropolitana, chegando a levar 3h pra conseguir chegar na UFRGS.
Nosso campus não tem iluminação adequada. Não só isso aumenta a insegurança, como também a falta de programas de combate à violência de gênero, ao racismo e lgbtfobia, o que resulta em inúmeros casos de assédio que passam sem nenhuma consequência. Chega de opressão! Além disso, a ausência de creche e políticas e permanência para estudantes mães impossibilita de se formarem.
No Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, temos salas sem teto ou com telhas faltando, nossos banheiros não tem porta, assento no vaso, papel e muitas vezes falta água. Não temos bebedouro de água potável com acesso nas salas de aulas. Acessibilidade no campus nem se fala, agora existe uma rampa para cadeirantes, mas os institutos são todos inacessíveis. Não existe inclusão para pessoas neurodivergentes nas aulas. O Restaurante Universitário 3 não abre na janta, o que superlota o RU6, impedindo a alimentação dos estudantes trabalhadores que estudam no noturno. Além disso, a quantidade de bolsas trabalho estão cada vez menores, com valores insuficientes.
Não bastasse isso, nossos colegas cotistas são expulsos antes de se graduarem! Por conta do acúmulo de anos de cortes de orçamento, desde Temer, Bolsonaro e agora com o Arcabouço Fiscal do Governo Lula-Alckmin, a UFRGS não tem verba para novas contratações de técnicos, levando à sobrecarga e impossibilidade de realizar todo o trabalho necessário. Por isso os estudantes cotistas ficam com uma matrícula provisória, aguardando a avaliação de sua documentação, e são expulsos da universidade tendo sua matrícula indeferida, às vezes depois de 4 anos de curso! Isso é inadmissível! A reitoria afirma que essa é uma universidade de excelência, mas o descaso com quem mais precisa é evidente!
Não são apenas os estudantes e técnicos que estão precarizados, mas também os trabalhadores terceirizados. Apesar de serem quem mantém a UFRGS de pé diariamente, não são tratados com dignidade pela reitoria e muito menos pelas empresas, sendo invisibilizados, assediados, demitidos e sofrem com a falta de direitos e salários miseráveis.
Como se não fosse o suficiente, a enfermaria do campus foi fechada há anos, e hoje quando qualquer pessoa passa mal não temos profissionais disponíveis para socorrer.
Convidamos todos que sentem na pele essas demandas diariamente, assim como o Diretório Central dos Estudantes, os Centros e Diretórios Acadêmicos, os Sindicatos e todos que se solidarizam a apoiar e compartilhar esse abaixo assinado!
DEFENDEMOS:
PASSE LIVRE
CARRIS 100% PÚBLICA
VOLTA DOS COBRADORES
FACILIDADE NO ACESSO AO MEIO PASSE ESTUDANTIL
VOLTA DA LINHA UNIVERSITÁRIA D43
LINHAS UNIVERSITÁRIAS DE TRANSPORTE DA REGIÃO METROPOLITANA
ACESSIBILIDADE ADEQUADA
MAIS ILUMINAÇÃO NO CAMPUS
ABERTURA DO RU3 À NOITE
EFETIVAÇÃO DOS TERCEIRIZADOS
PROGRAMAS DE COMBATE À VIOLÊNCIA DE GÊNERO, RACISMO E LGBTFOBIA
REABERTURA DA ENFERMARIA
ABERTURA DE CRECHE JÁ
ABERTURA DO RU3 NA JANTA
QUEREMOS MAIS
BOLSAS, COM VALORES MAIORES

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Abaixo-assinado criado em 24 de março de 2026