Abertura e funcionamento normal das empresas no Estado da Bahia

Abertura e funcionamento normal das empresas no Estado da Bahia

O problema

Ao Excelentíssimo Senhor Prefeito/Governador/Senador/Deputados do estado da Bahia.

Viemos, muito respeitosamente, nós, cidadãos Brasileiros do Estado da Bahia, empresários, empregados, estudantes, funcionários públicos, que subscrevem este abaixo-assinado cívico, peticionamos ao Governo do Estado da Bahia, especificamente ao Ilmo. Sr. Governador da Bahia, que exerça sua atribuição constitucional, a pedido do Povo Baiano aqui representado, que LIBERE o funcionamento das empresas, tendo em vista que todo trabalho é essencial, e conforme será descrito e demonstrado abaixo, o ambiente de trabalho, é mais seguro que o ambiente informal, tornando assim o Lockdown, ou medidas restritivas semelhantes, totalmente ineficiente sobre a questão de transmissão do COVID-19.

No ambiente de trabalho, os colaboradores e consumidores estão utilizando máscaras e dispõe de álcool em gel, fornecidos pela empresa. Além disso, no ambiente de trabalho, todos estão mantendo a distancia segura entre colaboradores e clientes, como pode ser visto nas empresas em todo o estado.

O mesmo procedimento adotado em supermercados, farmácias, bancos, também está sendo adotado por todas as empresas e prestadores de serviços, motivo pelo qual, não existe diferença entre os serviços e empresas, no quesito segurança e transmissão.

Quando o cidadão está em casa, o mesmo em grande maioria não utiliza mascara ou álcool em gel, e em situações de desprovimento econômico, pobreza ou miséria, opta por comprar alimento ao invés de máscara ou álcool em gel, motivo pelo qual, em seu ambiente de trabalho, o mesmo encontra-se muito mais seguro.

Levando em consideração as regiões mais carentes, a própria medida restritiva causa a aglomeração, tendo em vista que estão todos em casa, muitas vezes, casas simples, de 1 ou 2 cômodos, e possuindo a família vários integrantes, o que por si só, já é um ambiente inseguro e de aglomeração, pois não estão seguindo medidas de segurança, o que se estivessem no trabalho, estariam protegidos, ocupados, e trabalhando, ao invés de presos em casa.

Além de todas as medidas preventivas e de segurança tomadas, seguem abaixo estudos que demonstram a ineficiência das medidas restritivas:

Estudo do J.P. Morgan: 
O lockdown falhou e destruiu milhões de meios de subsistência em todo o mundo, afirma estudo do J.P. Morgan. Relatório do banco critica a decretação de medidas baseadas em "artigos científicos falhos" por governos "assustados", causando colapso econômico sem precedentes e mais mortes do que o vírus. “Embora muitas vezes ouvimos que os lockdowns são motivados por modelos científicos e que existe uma relação exata entre o nível de atividade econômica e a disseminação do vírus, isso não é suportado pelos dados", escreve Kolanovic. “De fato, praticamente em todos os lugares as taxas de infecção diminuíram após a reabertura". "Isso significa que a pandemia e a Covid-19 provavelmente têm sua própria dinâmica não relacionada a medidas de lockdown frequentemente inconsistentes que estavam sendo implementadas". (fonte.: https://www.frontliner.com.br/jpmorgan-lockdown-e-mais-devastador-do-que-covid-19/

O estudo dinamarquês sugere que o lockdown local não tenha nenhum efeito na taxa de infecção SARS-CoV-2:
Igualmente encontraram que o lockdown não teve nenhum efeito significativo a nenhum nível de infecção em termos de uma diferença em taxas de infecção entre aquelas municipalidades que eram ou não eram pena fechado. Por outro lado, o número de testes foi acima íngreme depois que o lockdown começou. Contudo, isto não conduziu a nenhuma mudança significativa no número de infecções relativo a outras municipalidades. Este estudo demonstra assim que um lockdown completo parece não ter nenhum ganho significativo em reduzir o número de infecções, comparado à conformidade voluntária com as mudanças comportáveis e as outras NPI de uma natureza menos estrita. “Em nossa própria análise, nós não encontramos a evidência de nenhuns efeitos do lockdown na revelação de taxas de infecção através de Jutland do norte, relativo ao controle.”  (fonte.: https://www.news-medical.net/news/20210107/24703/Portuguese.aspx )

Um levantamento publicado na Revista Oeste é ainda mais claro sobre a ineficiência das medidas restritivas (fonte.: https://revistaoeste.com/brasil/coronavirus-brasil/as-provas-da-ineficiencia-do-lockdown/

Cita-se o exemplo ruim de São Paulo, com as medidas restritivas.: No Estado de São Paulo, várias medidas restritivas à circulação de pessoas foram impostas à população. Segundo levantamento realizado por Oeste, caso o Estado paulista fosse um país independente, o número de mortos com a covid-19 por milhão de habitantes seria maior que o do Brasil. Outro gráfico, que compara o índice de confinamento com o número de óbitos, é mais uma prova de que não há relação entre os dois. “Na ausência de informação, pode-se manter o padrão de preservar a dignidade humana, a liberdade e o estado de direito, e então ir atrás de informação”, escreveu o economista Jeffrey Tucker, colunista da Revista Oeste. “Em vez disso, fez-se a opção de paralisar a sociedade por causa de incertezas.” Infelizmente, a tese do isolamento vertical, que preserva a população de risco em casa, mas permite que pessoas saudáveis retornem ao trabalho, ainda é rechaçada por grande parte da imprensa e por gestores públicos. Será que os políticos algum dia vão admitir o erro do lockdown? (Publicação completa disponivel no Link).

Estudo sugere que lockdown pode aumentar casos e até óbitos na pandemia
Pesquisadores da UFPE concluem que medidas restritivas agravam a pandemia e pode estar relacionada a aumento de os óbitos. Encontrou evidências de que “a adoção de medidas restritivas agravou a pandemia” em vez de atenuá-la […] “e pode estar diretamente relacionada a um aumento de 10,5% dos óbitos no período observado”. O estudo do doutor em Psicologia Bruno Campello de Souza, revisado por um colega PhD, foi publicado há cinco meses, em outubro de 2020. Bruno Campello de Souza e Fernando Menezes Campello de Souza realizam pesquisas nas áreas de gestão médica e análise de dados. 

Por fim, o estudo realizado pelo Sr. Glicio Oliveira, na Bahia, em sua Pesquisa compara números de casos de covid-19 com e sem lockdown. informou que a finalidade foi mostrar que em vez de controle no avanço da transmissão do vírus, o lockdown, o fechamento total das atividades comerciais não essenciais, causam efeito contrário ao pretendido, por causar comportamentos inadequados na população, como aglomerações e falta de uso de máscaras e álcool em gel, por exemplo. Ele disse que quando comparados os números de casos de covid-19 nos períodos com e sem fechamento do comércio, há uma queda quando as atividades comerciais voltam a funcionar. “Imagine que uma pessoa em seu estabelecimento comercial, seu local de trabalho, com máscara e álcool em gel. Agora imagine essa mesma pessoa em casa, com amigos, filhos, cerveja, todo mundo sem máscaras, à vontade. Onde vai ser a maior contaminação? Vimos na apresentação que dobrou o número de infectados quando houve o lockdown e quando acabou, caiu em 78%. São números técnicos. Esses números precisam ser levados em consideração. Os números mostram um outro cenário. O lockdown destrói a economia e pode aumentar o número de pessoas infectadas, porque essas pessoas em casa não estão necessariamente em ambientes seguro”, destacou.

Após esses inúmeros exemplos e estudos seguem os pedidos deste abaixo assinado.:

1) Funcionamento das empresas e prestadores de serviços, respeitando os devidos protocolos de segurança, como uso de máscara, álcool em gel, distanciamento minimo.

2) Vigilância e fiscalização dos órgãos competentes, para que as medidas de segurança como uso de máscara, álcool em gel e distanciamento seja seguido a risca pelas empresas, funcionários e consumidores.

3) Campanha de conscientização pelo Governo do estado e pelas Prefeituras da Bahia, para que a população seja informada das medidas necessárias para segurança.

4) Extensão do horário de funcionamento das empresas, para as empresas interessadas em estender seu funcionamento, e até em turnos 24 horas, se assim julgar necessário.

5) Fim do toque de recolher e fim das medidas restritivas de circulação ou de funcionamento das empresas e prestadores de serviços.

6) Distribuição em massa de Máscaras e Álcool em Gel, pelo Governo e Pela Prefeitura dos município da Bahia.

Diante destes pedidos e da apresentação dos estudos acima citados, pedidos o acolhimento de forma muito respeitosa pelo Governador da Estado, Prefeitos e demais autoridades envolvidas na decisão.

 

 

 

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Renato AlmeidaCriador do abaixo-assinadoInstagram: @renato.almeida.rca Graduado em Administração de empresas pela UFJF, possui MBA em Marketing e Negócios, e especialização em Agronegócios, atua como Consultor e Business Coach na BA, já atuou por mais de 18 anos em empresas multinacionais.

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O problema

Ao Excelentíssimo Senhor Prefeito/Governador/Senador/Deputados do estado da Bahia.

Viemos, muito respeitosamente, nós, cidadãos Brasileiros do Estado da Bahia, empresários, empregados, estudantes, funcionários públicos, que subscrevem este abaixo-assinado cívico, peticionamos ao Governo do Estado da Bahia, especificamente ao Ilmo. Sr. Governador da Bahia, que exerça sua atribuição constitucional, a pedido do Povo Baiano aqui representado, que LIBERE o funcionamento das empresas, tendo em vista que todo trabalho é essencial, e conforme será descrito e demonstrado abaixo, o ambiente de trabalho, é mais seguro que o ambiente informal, tornando assim o Lockdown, ou medidas restritivas semelhantes, totalmente ineficiente sobre a questão de transmissão do COVID-19.

No ambiente de trabalho, os colaboradores e consumidores estão utilizando máscaras e dispõe de álcool em gel, fornecidos pela empresa. Além disso, no ambiente de trabalho, todos estão mantendo a distancia segura entre colaboradores e clientes, como pode ser visto nas empresas em todo o estado.

O mesmo procedimento adotado em supermercados, farmácias, bancos, também está sendo adotado por todas as empresas e prestadores de serviços, motivo pelo qual, não existe diferença entre os serviços e empresas, no quesito segurança e transmissão.

Quando o cidadão está em casa, o mesmo em grande maioria não utiliza mascara ou álcool em gel, e em situações de desprovimento econômico, pobreza ou miséria, opta por comprar alimento ao invés de máscara ou álcool em gel, motivo pelo qual, em seu ambiente de trabalho, o mesmo encontra-se muito mais seguro.

Levando em consideração as regiões mais carentes, a própria medida restritiva causa a aglomeração, tendo em vista que estão todos em casa, muitas vezes, casas simples, de 1 ou 2 cômodos, e possuindo a família vários integrantes, o que por si só, já é um ambiente inseguro e de aglomeração, pois não estão seguindo medidas de segurança, o que se estivessem no trabalho, estariam protegidos, ocupados, e trabalhando, ao invés de presos em casa.

Além de todas as medidas preventivas e de segurança tomadas, seguem abaixo estudos que demonstram a ineficiência das medidas restritivas:

Estudo do J.P. Morgan: 
O lockdown falhou e destruiu milhões de meios de subsistência em todo o mundo, afirma estudo do J.P. Morgan. Relatório do banco critica a decretação de medidas baseadas em "artigos científicos falhos" por governos "assustados", causando colapso econômico sem precedentes e mais mortes do que o vírus. “Embora muitas vezes ouvimos que os lockdowns são motivados por modelos científicos e que existe uma relação exata entre o nível de atividade econômica e a disseminação do vírus, isso não é suportado pelos dados", escreve Kolanovic. “De fato, praticamente em todos os lugares as taxas de infecção diminuíram após a reabertura". "Isso significa que a pandemia e a Covid-19 provavelmente têm sua própria dinâmica não relacionada a medidas de lockdown frequentemente inconsistentes que estavam sendo implementadas". (fonte.: https://www.frontliner.com.br/jpmorgan-lockdown-e-mais-devastador-do-que-covid-19/

O estudo dinamarquês sugere que o lockdown local não tenha nenhum efeito na taxa de infecção SARS-CoV-2:
Igualmente encontraram que o lockdown não teve nenhum efeito significativo a nenhum nível de infecção em termos de uma diferença em taxas de infecção entre aquelas municipalidades que eram ou não eram pena fechado. Por outro lado, o número de testes foi acima íngreme depois que o lockdown começou. Contudo, isto não conduziu a nenhuma mudança significativa no número de infecções relativo a outras municipalidades. Este estudo demonstra assim que um lockdown completo parece não ter nenhum ganho significativo em reduzir o número de infecções, comparado à conformidade voluntária com as mudanças comportáveis e as outras NPI de uma natureza menos estrita. “Em nossa própria análise, nós não encontramos a evidência de nenhuns efeitos do lockdown na revelação de taxas de infecção através de Jutland do norte, relativo ao controle.”  (fonte.: https://www.news-medical.net/news/20210107/24703/Portuguese.aspx )

Um levantamento publicado na Revista Oeste é ainda mais claro sobre a ineficiência das medidas restritivas (fonte.: https://revistaoeste.com/brasil/coronavirus-brasil/as-provas-da-ineficiencia-do-lockdown/

Cita-se o exemplo ruim de São Paulo, com as medidas restritivas.: No Estado de São Paulo, várias medidas restritivas à circulação de pessoas foram impostas à população. Segundo levantamento realizado por Oeste, caso o Estado paulista fosse um país independente, o número de mortos com a covid-19 por milhão de habitantes seria maior que o do Brasil. Outro gráfico, que compara o índice de confinamento com o número de óbitos, é mais uma prova de que não há relação entre os dois. “Na ausência de informação, pode-se manter o padrão de preservar a dignidade humana, a liberdade e o estado de direito, e então ir atrás de informação”, escreveu o economista Jeffrey Tucker, colunista da Revista Oeste. “Em vez disso, fez-se a opção de paralisar a sociedade por causa de incertezas.” Infelizmente, a tese do isolamento vertical, que preserva a população de risco em casa, mas permite que pessoas saudáveis retornem ao trabalho, ainda é rechaçada por grande parte da imprensa e por gestores públicos. Será que os políticos algum dia vão admitir o erro do lockdown? (Publicação completa disponivel no Link).

Estudo sugere que lockdown pode aumentar casos e até óbitos na pandemia
Pesquisadores da UFPE concluem que medidas restritivas agravam a pandemia e pode estar relacionada a aumento de os óbitos. Encontrou evidências de que “a adoção de medidas restritivas agravou a pandemia” em vez de atenuá-la […] “e pode estar diretamente relacionada a um aumento de 10,5% dos óbitos no período observado”. O estudo do doutor em Psicologia Bruno Campello de Souza, revisado por um colega PhD, foi publicado há cinco meses, em outubro de 2020. Bruno Campello de Souza e Fernando Menezes Campello de Souza realizam pesquisas nas áreas de gestão médica e análise de dados. 

Por fim, o estudo realizado pelo Sr. Glicio Oliveira, na Bahia, em sua Pesquisa compara números de casos de covid-19 com e sem lockdown. informou que a finalidade foi mostrar que em vez de controle no avanço da transmissão do vírus, o lockdown, o fechamento total das atividades comerciais não essenciais, causam efeito contrário ao pretendido, por causar comportamentos inadequados na população, como aglomerações e falta de uso de máscaras e álcool em gel, por exemplo. Ele disse que quando comparados os números de casos de covid-19 nos períodos com e sem fechamento do comércio, há uma queda quando as atividades comerciais voltam a funcionar. “Imagine que uma pessoa em seu estabelecimento comercial, seu local de trabalho, com máscara e álcool em gel. Agora imagine essa mesma pessoa em casa, com amigos, filhos, cerveja, todo mundo sem máscaras, à vontade. Onde vai ser a maior contaminação? Vimos na apresentação que dobrou o número de infectados quando houve o lockdown e quando acabou, caiu em 78%. São números técnicos. Esses números precisam ser levados em consideração. Os números mostram um outro cenário. O lockdown destrói a economia e pode aumentar o número de pessoas infectadas, porque essas pessoas em casa não estão necessariamente em ambientes seguro”, destacou.

Após esses inúmeros exemplos e estudos seguem os pedidos deste abaixo assinado.:

1) Funcionamento das empresas e prestadores de serviços, respeitando os devidos protocolos de segurança, como uso de máscara, álcool em gel, distanciamento minimo.

2) Vigilância e fiscalização dos órgãos competentes, para que as medidas de segurança como uso de máscara, álcool em gel e distanciamento seja seguido a risca pelas empresas, funcionários e consumidores.

3) Campanha de conscientização pelo Governo do estado e pelas Prefeituras da Bahia, para que a população seja informada das medidas necessárias para segurança.

4) Extensão do horário de funcionamento das empresas, para as empresas interessadas em estender seu funcionamento, e até em turnos 24 horas, se assim julgar necessário.

5) Fim do toque de recolher e fim das medidas restritivas de circulação ou de funcionamento das empresas e prestadores de serviços.

6) Distribuição em massa de Máscaras e Álcool em Gel, pelo Governo e Pela Prefeitura dos município da Bahia.

Diante destes pedidos e da apresentação dos estudos acima citados, pedidos o acolhimento de forma muito respeitosa pelo Governador da Estado, Prefeitos e demais autoridades envolvidas na decisão.

 

 

 

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Renato AlmeidaCriador do abaixo-assinadoInstagram: @renato.almeida.rca Graduado em Administração de empresas pela UFJF, possui MBA em Marketing e Negócios, e especialização em Agronegócios, atua como Consultor e Business Coach na BA, já atuou por mais de 18 anos em empresas multinacionais.

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