Contra o lucro disfarçado de ecologia

O problema

Sou uma cidadã de Salvador e, como muitos, faço parte da população com baixo poder aquisitivo. Vivemos tempos difíceis, onde cada centavo conta, e a prática de cobrar por sacolas plásticas ou biodegradáveis em grandes redes de varejo, como o Atakarejo, impacta diretamente o nosso bolso. Esta cobrança não é uma questão de sustentabilidade, mas sim um lucro disfarçado de ecologia.

Entendemos a importância da sustentabilidade e da redução do uso de plástico para o bem do meio ambiente. No entanto, é injusto que essa responsabilidade recaia sobre o consumidor, especialmente quando as grandes redes de varejo não oferecem alternativas viáveis e gratuitas para o transporte das compras. Há uma urgência em revisar essa prática e garantir que os consumidores não sejam onerados de maneira abusiva.

Recentemente, o Ministro Gilmar Mendes proferiu uma liminar que deveria proteger os consumidores dessas cobranças arbitrárias. Entretanto, muitos ainda desconhecem suas proteções legais. É essencial que o Ministério Público do Estado da Bahia e a Câmara Municipal de Salvador tomem medidas concretas para regulamentar essa questão, impondo uma fiscalização severa sobre as práticas mercadológicas das grandes redes varejistas.

Essa cobrança mascarada como uma medida ambiental é, na verdade, uma exploração econômica dos consumidores de baixa renda. Precisamos de um compromisso sério das autoridades em proteger os menos favorecidos e garantir que as políticas ambientais não sejam usadas como justificativas para a exploração econômica.

Assine esta petição para exigir que o Ministério Público do Estado da Bahia e a Câmara Municipal de Salvador atuem firmemente contra essa prática abusiva e restabeleçam a justiça para os consumidores de Salvador.

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Larissa CruzCriador do abaixo-assinado

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O problema

Sou uma cidadã de Salvador e, como muitos, faço parte da população com baixo poder aquisitivo. Vivemos tempos difíceis, onde cada centavo conta, e a prática de cobrar por sacolas plásticas ou biodegradáveis em grandes redes de varejo, como o Atakarejo, impacta diretamente o nosso bolso. Esta cobrança não é uma questão de sustentabilidade, mas sim um lucro disfarçado de ecologia.

Entendemos a importância da sustentabilidade e da redução do uso de plástico para o bem do meio ambiente. No entanto, é injusto que essa responsabilidade recaia sobre o consumidor, especialmente quando as grandes redes de varejo não oferecem alternativas viáveis e gratuitas para o transporte das compras. Há uma urgência em revisar essa prática e garantir que os consumidores não sejam onerados de maneira abusiva.

Recentemente, o Ministro Gilmar Mendes proferiu uma liminar que deveria proteger os consumidores dessas cobranças arbitrárias. Entretanto, muitos ainda desconhecem suas proteções legais. É essencial que o Ministério Público do Estado da Bahia e a Câmara Municipal de Salvador tomem medidas concretas para regulamentar essa questão, impondo uma fiscalização severa sobre as práticas mercadológicas das grandes redes varejistas.

Essa cobrança mascarada como uma medida ambiental é, na verdade, uma exploração econômica dos consumidores de baixa renda. Precisamos de um compromisso sério das autoridades em proteger os menos favorecidos e garantir que as políticas ambientais não sejam usadas como justificativas para a exploração econômica.

Assine esta petição para exigir que o Ministério Público do Estado da Bahia e a Câmara Municipal de Salvador atuem firmemente contra essa prática abusiva e restabeleçam a justiça para os consumidores de Salvador.

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Larissa CruzCriador do abaixo-assinado

Os tomadores de decisão

Ministério Público Federal
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Abaixo-assinado criado em 2 de janeiro de 2026