Salvem a Lagoa de Itaipu da especulação imobiliária/construção de prédios no seu entorno.

O problema

Parte do terreno acima, no entorno da Lagoa de Itaipu, com 560 mil metros quadrados e próximo à Praia de Camboinhas, ficou de fora da demarcação de Área de Proteção Permanente delimitada no novo Plano Diretor da cidade, que foi votado na quinta-feira, 29/11/2018 na Câmara dos Vereadores. A correção do traçado do mapa foi apresentada pela Secretaria Municipal de Urbanismo e Mobilidade a integrantes do Conselho Municipal de Meio Ambiente e do Subcomitê do Sistema Lagunar Itaipu-Piratininga. Ambientalistas são contra a demarcação por considerá-la uma agressão ao sistema lagunar. A aprovação do Plano Diretor irá permitir a execução de um projeto de construção de até 210 prédios de seis andares no local, levando mais 25 mil moradores para a  Região Oceânica.

 A área está compreendida entre o Canal de São Lourenço, a Avenida Professor Florestan Fernandes (em Camboinhas) e o mar. Ela foi incorporada por decreto, em 2008, ao Parque Estadual da Serra da Tiririca (Peset) e, depois, em 2014, teve parte retirada por decisão do STF. A nova demarcação DESCONSIDERA a delimitação da área de amortecimento da lagoa e a deixou de fora de Área de proteção Permanente (APP).

É preciso que os vereadores façam uma Lei que reintegrem esse terreno à APP

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Dacio CunhaCriador do abaixo-assinado

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O problema

Parte do terreno acima, no entorno da Lagoa de Itaipu, com 560 mil metros quadrados e próximo à Praia de Camboinhas, ficou de fora da demarcação de Área de Proteção Permanente delimitada no novo Plano Diretor da cidade, que foi votado na quinta-feira, 29/11/2018 na Câmara dos Vereadores. A correção do traçado do mapa foi apresentada pela Secretaria Municipal de Urbanismo e Mobilidade a integrantes do Conselho Municipal de Meio Ambiente e do Subcomitê do Sistema Lagunar Itaipu-Piratininga. Ambientalistas são contra a demarcação por considerá-la uma agressão ao sistema lagunar. A aprovação do Plano Diretor irá permitir a execução de um projeto de construção de até 210 prédios de seis andares no local, levando mais 25 mil moradores para a  Região Oceânica.

 A área está compreendida entre o Canal de São Lourenço, a Avenida Professor Florestan Fernandes (em Camboinhas) e o mar. Ela foi incorporada por decreto, em 2008, ao Parque Estadual da Serra da Tiririca (Peset) e, depois, em 2014, teve parte retirada por decisão do STF. A nova demarcação DESCONSIDERA a delimitação da área de amortecimento da lagoa e a deixou de fora de Área de proteção Permanente (APP).

É preciso que os vereadores façam uma Lei que reintegrem esse terreno à APP

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Dacio CunhaCriador do abaixo-assinado

Os tomadores de decisão

Talíria Petrone
Talíria Petrone
Paulo eduardo Gomes
Paulo eduardo Gomes
Paulo Roberto Mattos Bagueira Leal
Paulo Roberto Mattos Bagueira Leal
Renato Ferreira de Oliveira Cariello
Renato Ferreira de Oliveira Cariello

Atualizações do abaixo-assinado

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Abaixo-assinado criado em 5 de dezembro de 2018