

Apoie! Lei Meninas Protegidas defesa Pessoal para Meninas a Partir dos 12 Anos nas Escolas
O problema
LEI MENINAS PROTEGIDAS
Defesa Pessoal, Autoproteção e Prevenção à Violência para Meninas e Adolescentes do 6º Ano do Ensino Fundamental à Conclusão do Ensino Médio
EDUCAÇÃO, PREVENÇÃO E PROTEÇÃO PARA SALVAR VIDAS
Ensinar uma menina a se proteger não é incentivar a violência. É ampliar suas chances de segurança, autonomia e sobrevivência.
Esta proposta não nasceu em um gabinete político. Nasceu da preocupação de uma mulher, mãe e estudante de Pedagogia que acredita que a educação também pode ser uma poderosa ferramenta de proteção.
Todos os dias, meninas e mulheres brasileiras enfrentam situações de assédio, violência, perseguição, abuso e agressões físicas. Muitas dessas situações começam ainda na adolescência, quando estão construindo sua autonomia, frequentando novos espaços e aprendendo a se deslocar sozinhas.
Embora a responsabilidade pela violência seja sempre do agressor, acreditamos que o acesso ao conhecimento também pode salvar vidas.
Por isso, defendemos a criação da Lei Meninas Protegidas, uma proposta que busca levar às escolas públicas brasileiras conhecimentos sobre autoproteção, percepção de risco, prevenção da violência e técnicas básicas de defesa pessoal para estudantes do 6º ano do Ensino Fundamental até a conclusão do Ensino Médio.
O objetivo não é incentivar confrontos físicos nem promover a violência.
O objetivo é ensinar meninas e adolescentes a:
• Reconhecer situações de risco;
• Desenvolver maior consciência sobre sua segurança pessoal;
• Aprender técnicas básicas de evasão e autoproteção;
• Conhecer seus direitos;
• Saber onde buscar ajuda;
• Conhecer canais de denúncia e redes de proteção.
A proposta busca fortalecer a autoconfiança, a autonomia e a capacidade de prevenção das estudantes, oferecendo ferramentas educativas que possam contribuir para sua segurança e integridade física durante uma das fases mais importantes do seu desenvolvimento.
A escola tem o papel de preparar nossos jovens para a vida. E proteger a própria vida também deve fazer parte desse aprendizado.
Por isso, solicitamos aos Deputados Federais, Senadores, Assembleias Legislativas, Câmaras Municipais e demais autoridades competentes que analisem e apoiem a criação da Lei Meninas Protegidas e do Programa Nacional de Autoproteção, Defesa Pessoal e Prevenção à Violência.
Porque toda menina merece aprender a se proteger antes de precisar se defender.
Assine e compartilhe esta causa.
Fabrícia Berto Pereira (Fabrícia Bênto)
Estudante de Pedagogia, mãe, mulher, artista e idealizadora da proposta Lei Meninas Protegidas.

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O problema
LEI MENINAS PROTEGIDAS
Defesa Pessoal, Autoproteção e Prevenção à Violência para Meninas e Adolescentes do 6º Ano do Ensino Fundamental à Conclusão do Ensino Médio
EDUCAÇÃO, PREVENÇÃO E PROTEÇÃO PARA SALVAR VIDAS
Ensinar uma menina a se proteger não é incentivar a violência. É ampliar suas chances de segurança, autonomia e sobrevivência.
Esta proposta não nasceu em um gabinete político. Nasceu da preocupação de uma mulher, mãe e estudante de Pedagogia que acredita que a educação também pode ser uma poderosa ferramenta de proteção.
Todos os dias, meninas e mulheres brasileiras enfrentam situações de assédio, violência, perseguição, abuso e agressões físicas. Muitas dessas situações começam ainda na adolescência, quando estão construindo sua autonomia, frequentando novos espaços e aprendendo a se deslocar sozinhas.
Embora a responsabilidade pela violência seja sempre do agressor, acreditamos que o acesso ao conhecimento também pode salvar vidas.
Por isso, defendemos a criação da Lei Meninas Protegidas, uma proposta que busca levar às escolas públicas brasileiras conhecimentos sobre autoproteção, percepção de risco, prevenção da violência e técnicas básicas de defesa pessoal para estudantes do 6º ano do Ensino Fundamental até a conclusão do Ensino Médio.
O objetivo não é incentivar confrontos físicos nem promover a violência.
O objetivo é ensinar meninas e adolescentes a:
• Reconhecer situações de risco;
• Desenvolver maior consciência sobre sua segurança pessoal;
• Aprender técnicas básicas de evasão e autoproteção;
• Conhecer seus direitos;
• Saber onde buscar ajuda;
• Conhecer canais de denúncia e redes de proteção.
A proposta busca fortalecer a autoconfiança, a autonomia e a capacidade de prevenção das estudantes, oferecendo ferramentas educativas que possam contribuir para sua segurança e integridade física durante uma das fases mais importantes do seu desenvolvimento.
A escola tem o papel de preparar nossos jovens para a vida. E proteger a própria vida também deve fazer parte desse aprendizado.
Por isso, solicitamos aos Deputados Federais, Senadores, Assembleias Legislativas, Câmaras Municipais e demais autoridades competentes que analisem e apoiem a criação da Lei Meninas Protegidas e do Programa Nacional de Autoproteção, Defesa Pessoal e Prevenção à Violência.
Porque toda menina merece aprender a se proteger antes de precisar se defender.
Assine e compartilhe esta causa.
Fabrícia Berto Pereira (Fabrícia Bênto)
Estudante de Pedagogia, mãe, mulher, artista e idealizadora da proposta Lei Meninas Protegidas.

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Abaixo-assinado criado em 7 de junho de 2026