ANEEL: Pela manutenção dos subsídios à energia solar


ANEEL: Pela manutenção dos subsídios à energia solar
O problema
Prezados,
O meio empresarial observou um aumento de 300% no crescimento do mercado da energia solar em 2019 no nosso país. Esse crescimento é importante porque revela interesse na geração de energia que traz benefícios ao Brasil.
O benefício para o mercado interno brasileiro é a geração direta de empregos no setor de instalação de painéis solares, maior que o número de empregos gerados pela indústria do petróleo, carvão e gás, e indireta: empresas que investem em algo que traz economia financeira, como é o caso da energia solar, podem alimentar o sistema ao aplicar essa economia contratando novos funcionários, por exemplo, ou investindo em estrutura e modernização.
Outro benefício é a diversificação da matriz energética nacional, através da implantação de energia solar, o que reduz o impacto ambiental e social provocado pela construção de hidrelétricas, hoje principal matriz energética brasileira. A energia solar colabora para a redução de emissão dos gases do efeito estufa e ajuda a preservar as águas subterrâneas, como mostra estudo realizado nos EUA, ao utilizar as águas superficiais na irrigação de lavouras e dessedentação dos rebanhos.
A esse benefício se soma uma maior estabilidade na rede elétrica, uma vez que há redução do número de usuários.
A Resolução Normativa no 482/2012 foi o pontapé inicial para que os brasileiros vislumbrassem as grandes oportunidades na área, no entanto, foi em 2015 com a RN no 687 que instalar painéis solares se tornou mais atraente para os negócios. No intervalo 2016-2019 o mercado ainda apontou redução em torno de 34% nos custos dos equipamentos que compõem o sistema fotovoltaico e a consequente redução do payback de 7 para 4,5 anos, gerando uma maior aderência à instalação nas empresas (industrias, serviços e comércio).
A revisão da 482 que acontece em 2019 estava prevista desde a criação da RN no 687, mas é preciso observar o crescimento ainda incipiente do mercado da energia solar no Brasil, isto é, o número pequeno de empresas impactadas positivamente por essa energia e vislumbrar o retorno certo que esse investimento trará de forma ampla ao mercado nacional e ao meio ambiente global, é importante, portanto, que fique para os próximos anos as mudanças relacionadas aos subsídios e cobranças.
ANEEL vamos prorrogar o prazo para a revisão da 482! Vamos gerar mais dados que possam embasar uma decisão mais assertiva e benéfica ao empresariado brasileiro.
Gera sua própria energia, impacta a economia brasileira? Assine esse abaixo assinado, vamos levar às mãos dos tomadores de decisão o nosso apelo.
Referências de pesquisa:
https://www.youtube.com/watch?v=eppogvBLKgk
Fotos:
in EcoDebate, ISSN 2446-9394, 04/09/2019 Energia solar é vantagem para pequenos negócios no Brasil, mas esbarra em falta de informação, in EcoDebate, ISSN 2446-9394,4/09/2019, https://www.ecodebate.com.br/2019/09/04/energia-solar-e-vantagem-para-pequenos-negocios-no-brasil-mas-esbarra-em-falta-de-informacao/
O problema
Prezados,
O meio empresarial observou um aumento de 300% no crescimento do mercado da energia solar em 2019 no nosso país. Esse crescimento é importante porque revela interesse na geração de energia que traz benefícios ao Brasil.
O benefício para o mercado interno brasileiro é a geração direta de empregos no setor de instalação de painéis solares, maior que o número de empregos gerados pela indústria do petróleo, carvão e gás, e indireta: empresas que investem em algo que traz economia financeira, como é o caso da energia solar, podem alimentar o sistema ao aplicar essa economia contratando novos funcionários, por exemplo, ou investindo em estrutura e modernização.
Outro benefício é a diversificação da matriz energética nacional, através da implantação de energia solar, o que reduz o impacto ambiental e social provocado pela construção de hidrelétricas, hoje principal matriz energética brasileira. A energia solar colabora para a redução de emissão dos gases do efeito estufa e ajuda a preservar as águas subterrâneas, como mostra estudo realizado nos EUA, ao utilizar as águas superficiais na irrigação de lavouras e dessedentação dos rebanhos.
A esse benefício se soma uma maior estabilidade na rede elétrica, uma vez que há redução do número de usuários.
A Resolução Normativa no 482/2012 foi o pontapé inicial para que os brasileiros vislumbrassem as grandes oportunidades na área, no entanto, foi em 2015 com a RN no 687 que instalar painéis solares se tornou mais atraente para os negócios. No intervalo 2016-2019 o mercado ainda apontou redução em torno de 34% nos custos dos equipamentos que compõem o sistema fotovoltaico e a consequente redução do payback de 7 para 4,5 anos, gerando uma maior aderência à instalação nas empresas (industrias, serviços e comércio).
A revisão da 482 que acontece em 2019 estava prevista desde a criação da RN no 687, mas é preciso observar o crescimento ainda incipiente do mercado da energia solar no Brasil, isto é, o número pequeno de empresas impactadas positivamente por essa energia e vislumbrar o retorno certo que esse investimento trará de forma ampla ao mercado nacional e ao meio ambiente global, é importante, portanto, que fique para os próximos anos as mudanças relacionadas aos subsídios e cobranças.
ANEEL vamos prorrogar o prazo para a revisão da 482! Vamos gerar mais dados que possam embasar uma decisão mais assertiva e benéfica ao empresariado brasileiro.
Gera sua própria energia, impacta a economia brasileira? Assine esse abaixo assinado, vamos levar às mãos dos tomadores de decisão o nosso apelo.
Referências de pesquisa:
https://www.youtube.com/watch?v=eppogvBLKgk
Fotos:
in EcoDebate, ISSN 2446-9394, 04/09/2019 Energia solar é vantagem para pequenos negócios no Brasil, mas esbarra em falta de informação, in EcoDebate, ISSN 2446-9394,4/09/2019, https://www.ecodebate.com.br/2019/09/04/energia-solar-e-vantagem-para-pequenos-negocios-no-brasil-mas-esbarra-em-falta-de-informacao/
Abaixo-assinado encerrado
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Abaixo-assinado criado em 13 de novembro de 2019