Temos que proibir o uso de imagens geradas por IA em propagandas no Brasil

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Vamos chegar a 5 assinaturas!
Os abaixo-assinados com mais de 1.000 apoiadores têm cinco vezes mais chances de ganhar!

O problema

Nossa Humanidade está em Risco cada vez Mais!

Para o capitalismo não basta apenas substituir estéticas de design gráfico e design de arquitetura por essa estética corporativista sem alma que é o minimalismo; agora o sistema quer influenciar as pessoas por meio de acessórios ao qual literalmente não possui alma nenhuma.

Nos dias de hoje vemos o uso de imagens geradas por Inteligência Artificial praticamente em todo lugar, não importa o que seja; e apesar dessa ferramenta apresentar algumas vantagens para a vida cotidiana, no meu ponto de vista ela apresenta mais prejuízos do que benefícios.

Quais são esses prejuízos que a I.A pode causar?

Aqui estão algumas desvantagens que a Inteligência Artificial podem trazer para a humanidade (isso segundo uma matéria de Bernard Marr, um dos 5 maiores influenciadores de negócios do mundo e o número um no Reino Unido, na Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo)

  • Deslocamento de trabalho: A automação orientada por IA tem o potencial de levar à perda de empregos em vários setores, principalmente para trabalhadores pouco qualificados.
  • Desigualdade econômica: A IA tem o potencial de contribuir para a desigualdade econômica ao beneficiar desproporcionalmente indivíduos e corporações ricos. Como falamos acima, é mais provável que as perdas de empregos devido à automação impulsionada pela IA afetem trabalhadores pouco qualificados, levando a uma crescente diferença de renda e oportunidades reduzidas de mobilidade social.
  • Dependência de IA: A confiança excessiva em sistemas de IA pode levar à perda de criatividade, habilidades de pensamento crítico e intuição humana.

  • Preocupações com a privacidade: As tecnologias de IA geralmente coletam e analisam grandes quantidades de dados pessoais, levantando questões relacionadas à privacidade e segurança.

  • Perda da Conexão Humana: A crescente dependência de comunicação e interações orientadas por IA pode levar à diminuição da empatia, das habilidades sociais e das conexões humanas. Para preservar a essência de nossa natureza social, devemos nos esforçar para manter um equilíbrio entre tecnologia e interação humana.

  • Desinformação e Manipulação: O conteúdo gerado por IA, como deepfakes, contribui para a disseminação de informações falsas e a manipulação da opinião pública.

  • Corrida Armamentista IA: O risco de os países se envolverem em uma corrida armamentista de IA pode levar ao rápido desenvolvimento de tecnologias de IA com consequências potencialmente prejudiciais.

  • Concentração de Poder: O risco de o desenvolvimento da IA ​​ser dominado por um pequeno número de grandes corporações e governos pode exacerbar a desigualdade e limitar a diversidade nas aplicações de IA.

O que podemos fazer pensando nisso?

Sobre o risco de deslocamento de trabalho e desigualdade econômica, isso é um fenômeno que realmente está acontecendo ao redor do mundo e está afetando principalmente artistas. Eu acredito que para prevenir esse problema de aumentar ainda mais, deveriamos começar de uma forma básica, proibindo o uso de imagens de I.A em propagandas, pelo menos no Brasil para pelo menos garantir defesa e oportunidades a artistas visuais. 

Junte-se a Causa!

Agora veremos um guia simples de como identificar imagens geradas por I.A (fonte: techtudo)

  1. Procure por marcas d’água e assinaturas
     
    A primeira dica para identificar imagens criadas via IA é buscar por marcas d’água na foto. O DALL-E 2, por exemplo, identifica suas criações com uma barra colorida no canto inferior direito da imagem. O símbolo é discreto, o que pode dificultar seu reconhecimento à primeira vista. Mas, ao encontrá-lo, os usuários podem ter certeza de que a imagem foi criada por IA, principalmente se estiverem analisando ilustrações. A marca d’água, no entanto, pode ser facilmente retirada com programas de edição. Logo, não é porque uma imagem está sem marca d’água que ela é verdadeira.
  2. Preste atenção às proporções corporais
     
    Por mais reais que pareçam, fotos geradas artificialmente podem apresentar algumas deformidades grosseiras, principalmente em silhuetas de corpos. Isso porque a IA cria fotos a partir de sua base de dados, e não tem “noção” de detalhes como espaçamento e proporcionalidade.
    Por esse motivo, é comum que ela desenhe pessoas com uma mão maior que a outra, por exemplo, ou com alguma parte do corpo distorcida. Portanto, ao se deparar com fotos incomuns de pessoas famosas, avalie se suas silhuetas estão proporcionais e sem distorção antes de compartilhá-las.
  3. Dê zoom e procure por anomalias na imagem
     
    Plataformas como Midjourney geralmente cometem erros em pequenos detalhes que entregam que a foto é falsa. É comum que as imagens geradas reproduzam, por exemplo, um par de brincos diferentes, ou um rosto borrado. Em ilustrações, esses errinhos podem ficar ainda mais aparentes, como partes da imagem que parecem borradas. Ainda assim, à primeira vista, pode ser difícil de identificar essas imperfeições. Por isso, vale dar zoom na foto e buscar por pistas que comprovem sua inautenticidade.
  4. Tente encontrar a origem da imagem usando busca reversa
     
    O Google Imagens conta com um recurso que permite carregar uma foto para fazer uma busca reversa e encontrar em quais sites ela já foi publicada. Essa é uma boa ferramenta para descobrir se um conteúdo é real ou fake. Se a foto for original, o buscador pode apontar para uma fonte verídica, que explique seu contexto e data em que foi tirada.
  5. Fique atento a erros típicos cometidos pelas IA
     
    Por funcionarem a partir de uma base de dados, as IAs costumam apresentar erros repetidos e padronizados. Um deles são mãos com dedos faltando ou desproporcionais. Em algumas fotos virais do do antigo Papa Francisco usando uma jaqueta "puffer", por exemplo, ele só está com quatro dedos na mão esquerda. Também é possível identificar outra anomalia recorrente na foto: os óculos do Papa que se fundem com seu rosto. Orelhas distorcidas e sorrisos com dentes demais também são erros comuns em imagens produzidas artificialmente. Esses são detalhes que podem fornecer pistas da veracidade de uma foto.
  6. Desconfie de fotos com pessoas “perfeitas” demais
     
    Pessoais reais têm imperfeições naturais, como pele com textura, pelos, e dentes com formato irregular. Se uma foto mostrar alguém com a pele brilhante demais e outros traços exageradamente harmoniosos, desconfie: provavelmente ela foi criada por IA. Isso porque esse tipo de tecnologia é desenvolvido para gerar imagens que agradem os usuários, o que acaba gerando pessoas perfeitas demais para serem verdade.
  7. Examine o plano de fundo com atenção
     
    O fundo de uma imagem pode revelar com mais exatidão se ela é verdadeira ou falsa. Plataformas como DALL-E 2 e o MidJourney são programadas para atender ao comando dos usuários e representar o que foi pedido. Não raro os planos de fundo acabam recebendo menos atenção e contendo imperfeições mais perceptíveis. É comum, por exemplo, que eles estejam borrados, com formas distorcidas ou com objetos duplicados. Notar algum desses detalhes em uma foto é um grande indicativo de que ela é fake.

Outra forma fácil e rápida de descobrir se uma imagem é gerada por I.A é utilizando sites que detectam imagens geradas por I.A, como o undetectable.ai.

Antes de começarem a questionar, sim; eu tenho noção que isso pode afetar a vida de pequenos empreendedores, mas pessoalmente acredito que isso é um sacrifício necessário para o nosso país.

Sempre que puder, evite e boicote produtos que utilizam de imagens geradas por Inteligência Artificial nas suas embalagens e propagandas.

Artistas do Mundo Uni-vos!!!

(esse abaixo-assinado foi 100% escrito por humanos)

 

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Davi JonesCriador do abaixo-assinado

Atualizações do abaixo-assinado