

Support Greenland’s autonomy and democratic independence


Support Greenland’s autonomy and democratic independence
O problema
English:
Greenland, a vast Arctic territory with a population of approximately 56,000, stands at a decisive moment in its history. Although it remains an autonomous territory within the Kingdom of Denmark, the people of Greenland continue to express a growing desire for greater independence and the right to secure their own future. This petition seeks to gather international support for Greenland’s path toward full self-determination, autonomy, and strengthened democratic independence.
The movement toward independence is not simply a political objective. It represents the deeply rooted aspirations of the Greenlandic people to preserve their unique cultural heritage, protect their homeland, and responsibly manage their rich natural resources. Greenland holds significant mineral wealth, including rare earth elements, which, if developed sustainably and fairly, could help support long-term economic stability and opportunity. Supporting Greenland’s right to choose its future means supporting its ability to pursue sustainable development on its own terms.
Independence, however, is a complex process that involves political, economic, and social challenges. Greenland’s government is working to strengthen democratic institutions, ensure stable governance, and maintain constructive international partnerships. It is essential that the world supports these efforts by recognizing Greenland’s right to self-determination and respecting its democratic processes.
Greenland is not a bargaining chip in global politics. It is not land to be bought, traded, or claimed. It is the homeland of a people with history, dignity, identity, and the fundamental human right to decide their own destiny.
In recent years, powerful nations particularly the United States have openly discussed the idea of purchasing or exerting influence over Greenland. Whether expressed as strategic interest or economic opportunity, this way of thinking exposes a troubling idea: that territories with people, culture, and sovereignty can be treated as objects of ownership. This mentality belongs to the past. It reflects a colonial mindset the world has a moral duty to reject.
Greenland is an autonomous nation with its own elected government. Its people are internationally recognized as holders of the right to self-determination. Their land is their home, identity, heritage, and future. No foreign power has the right to pressure, annex, dominate, or manipulate Greenland for geopolitical gain.
We sign this petition to demand respect — respect for Greenland, respect for its people, respect for democracy, and respect for international law.
We call on:
• The Government of Denmark to safeguard Greenland’s autonomy and guarantee that its people remain the only legitimate decision-makers regarding their land and political future.
• The Government of Greenland to continue defending its sovereignty, culture, and identity with strength and unity.
• The European Union and the international community to publicly defend Greenland’s right to self-determination and oppose any form of external control or territorial ambition.
• The United States and all world powers to respect Greenland not as an asset or opportunity, but as a people and a nation entitled to dignity, respect, and freedom of choice.
This is not only about territory.
This is about democracy.
This is about indigenous rights.
This is about human dignity.
This is about ensuring that no nation is treated as “for sale.”
Stand with Greenland. Stand with its people. Stand with sovereignty, justice, and fairness.
Sign this petition and help protect Greenland’s right to decide its own future.
Português:
A Gronelândia, um vasto território do Árctico com uma população de aproximadamente 56.000 pessoas, encontra-se num momento decisivo da sua história. Embora continue a ser um território autónomo dentro do Reino da Dinamarca, o povo groenlandês tem manifestado um crescente desejo de maior independência e do direito de assegurar o seu próprio futuro. Esta petição procura reunir apoio internacional para o caminho da Gronelândia rumo à autodeterminação plena, maior autonomia e reforço da sua independência democrática.
O movimento pela independência não é apenas um objetivo político. Representa as aspirações profundamente enraizadas do povo da Gronelândia em preservar o seu património cultural único, proteger a sua terra natal e gerir de forma responsável os seus ricos recursos naturais. A Gronelândia possui importantes reservas minerais, incluindo terras raras, que, se forem desenvolvidas de forma sustentável e justa, poderão contribuir para uma estabilidade económica a longo prazo e criar oportunidades futuras. Apoiar o direito da Gronelândia a escolher o seu próprio destino significa apoiar a sua capacidade de promover um desenvolvimento sustentável nos seus próprios termos.
Contudo, a independência é um processo complexo que envolve desafios políticos, económicos e sociais. O governo groenlandês está a trabalhar para fortalecer instituições democráticas, assegurar governação estável e manter parcerias internacionais construtivas. É essencial que o mundo apoie estes esforços, reconhecendo o direito da Gronelândia à autodeterminação e respeitando os seus processos democráticos.
A Gronelândia não é uma peça de troca na política internacional. Não é um território para ser comprado, negociado ou reivindicado. É a pátria de um povo com história, dignidade, identidade e o direito humano fundamental de decidir o seu próprio destino.
Nos últimos anos, grandes potências em particular os Estados Unidos discutiram abertamente a ideia de adquirir ou exercer influência sobre a Gronelândia. Quer seja apresentado como interesse estratégico ou oportunidade económica, este tipo de pensamento revela uma ideia profundamente preocupante: a de que territórios com pessoas, cultura e soberania podem ser tratados como objetos de posse. Esta mentalidade pertence ao passado e reflete uma lógica colonial que o mundo tem a responsabilidade moral de rejeitar.
A Gronelândia é uma nação autónoma com o seu próprio governo eleito. O seu povo é internacionalmente reconhecido como detentor do direito à autodeterminação. A sua terra é a sua casa, identidade, património e futuro. Nenhuma potência estrangeira tem o direito de pressionar, anexar, dominar ou manipular a Gronelândia para ganho geopolítico.
Assinamos esta petição para exigir respeito — respeito pela Gronelândia, respeito pelo seu povo, respeito pela democracia e respeito pelo direito internacional.
Apelamos a:
• O Governo da Dinamarca, para proteger a autonomia da Gronelândia e garantir que o seu povo permanece o único decisor legítimo sobre o seu território e futuro político.
• O Governo da Gronelândia, para continuar a defender a sua soberania, cultura e identidade com força e unidade.
• A União Europeia e à comunidade internacional, para defenderem publicamente o direito da Gronelândia à autodeterminação e se oporem a qualquer forma de controlo externo ou ambição territorial.
• Os Estados Unidos e todas as potências mundiais, para respeitarem a Gronelândia não como um ativo ou oportunidade, mas como um povo e uma nação com direito à dignidade, respeito e liberdade de escolha.
Isto não é apenas sobre território.
É sobre democracia.
É sobre direitos dos povos indígenas.
É sobre dignidade humana.
É sobre garantir que nenhuma nação é tratada como estando “à venda”.
Fique ao lado da Gronelândia. Fique ao lado do seu povo. Fique ao lado da soberania, justiça e equidade.
Assine esta petição e ajude a proteger o direito da Gronelândia a decidir o seu próprio futuro.

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O problema
English:
Greenland, a vast Arctic territory with a population of approximately 56,000, stands at a decisive moment in its history. Although it remains an autonomous territory within the Kingdom of Denmark, the people of Greenland continue to express a growing desire for greater independence and the right to secure their own future. This petition seeks to gather international support for Greenland’s path toward full self-determination, autonomy, and strengthened democratic independence.
The movement toward independence is not simply a political objective. It represents the deeply rooted aspirations of the Greenlandic people to preserve their unique cultural heritage, protect their homeland, and responsibly manage their rich natural resources. Greenland holds significant mineral wealth, including rare earth elements, which, if developed sustainably and fairly, could help support long-term economic stability and opportunity. Supporting Greenland’s right to choose its future means supporting its ability to pursue sustainable development on its own terms.
Independence, however, is a complex process that involves political, economic, and social challenges. Greenland’s government is working to strengthen democratic institutions, ensure stable governance, and maintain constructive international partnerships. It is essential that the world supports these efforts by recognizing Greenland’s right to self-determination and respecting its democratic processes.
Greenland is not a bargaining chip in global politics. It is not land to be bought, traded, or claimed. It is the homeland of a people with history, dignity, identity, and the fundamental human right to decide their own destiny.
In recent years, powerful nations particularly the United States have openly discussed the idea of purchasing or exerting influence over Greenland. Whether expressed as strategic interest or economic opportunity, this way of thinking exposes a troubling idea: that territories with people, culture, and sovereignty can be treated as objects of ownership. This mentality belongs to the past. It reflects a colonial mindset the world has a moral duty to reject.
Greenland is an autonomous nation with its own elected government. Its people are internationally recognized as holders of the right to self-determination. Their land is their home, identity, heritage, and future. No foreign power has the right to pressure, annex, dominate, or manipulate Greenland for geopolitical gain.
We sign this petition to demand respect — respect for Greenland, respect for its people, respect for democracy, and respect for international law.
We call on:
• The Government of Denmark to safeguard Greenland’s autonomy and guarantee that its people remain the only legitimate decision-makers regarding their land and political future.
• The Government of Greenland to continue defending its sovereignty, culture, and identity with strength and unity.
• The European Union and the international community to publicly defend Greenland’s right to self-determination and oppose any form of external control or territorial ambition.
• The United States and all world powers to respect Greenland not as an asset or opportunity, but as a people and a nation entitled to dignity, respect, and freedom of choice.
This is not only about territory.
This is about democracy.
This is about indigenous rights.
This is about human dignity.
This is about ensuring that no nation is treated as “for sale.”
Stand with Greenland. Stand with its people. Stand with sovereignty, justice, and fairness.
Sign this petition and help protect Greenland’s right to decide its own future.
Português:
A Gronelândia, um vasto território do Árctico com uma população de aproximadamente 56.000 pessoas, encontra-se num momento decisivo da sua história. Embora continue a ser um território autónomo dentro do Reino da Dinamarca, o povo groenlandês tem manifestado um crescente desejo de maior independência e do direito de assegurar o seu próprio futuro. Esta petição procura reunir apoio internacional para o caminho da Gronelândia rumo à autodeterminação plena, maior autonomia e reforço da sua independência democrática.
O movimento pela independência não é apenas um objetivo político. Representa as aspirações profundamente enraizadas do povo da Gronelândia em preservar o seu património cultural único, proteger a sua terra natal e gerir de forma responsável os seus ricos recursos naturais. A Gronelândia possui importantes reservas minerais, incluindo terras raras, que, se forem desenvolvidas de forma sustentável e justa, poderão contribuir para uma estabilidade económica a longo prazo e criar oportunidades futuras. Apoiar o direito da Gronelândia a escolher o seu próprio destino significa apoiar a sua capacidade de promover um desenvolvimento sustentável nos seus próprios termos.
Contudo, a independência é um processo complexo que envolve desafios políticos, económicos e sociais. O governo groenlandês está a trabalhar para fortalecer instituições democráticas, assegurar governação estável e manter parcerias internacionais construtivas. É essencial que o mundo apoie estes esforços, reconhecendo o direito da Gronelândia à autodeterminação e respeitando os seus processos democráticos.
A Gronelândia não é uma peça de troca na política internacional. Não é um território para ser comprado, negociado ou reivindicado. É a pátria de um povo com história, dignidade, identidade e o direito humano fundamental de decidir o seu próprio destino.
Nos últimos anos, grandes potências em particular os Estados Unidos discutiram abertamente a ideia de adquirir ou exercer influência sobre a Gronelândia. Quer seja apresentado como interesse estratégico ou oportunidade económica, este tipo de pensamento revela uma ideia profundamente preocupante: a de que territórios com pessoas, cultura e soberania podem ser tratados como objetos de posse. Esta mentalidade pertence ao passado e reflete uma lógica colonial que o mundo tem a responsabilidade moral de rejeitar.
A Gronelândia é uma nação autónoma com o seu próprio governo eleito. O seu povo é internacionalmente reconhecido como detentor do direito à autodeterminação. A sua terra é a sua casa, identidade, património e futuro. Nenhuma potência estrangeira tem o direito de pressionar, anexar, dominar ou manipular a Gronelândia para ganho geopolítico.
Assinamos esta petição para exigir respeito — respeito pela Gronelândia, respeito pelo seu povo, respeito pela democracia e respeito pelo direito internacional.
Apelamos a:
• O Governo da Dinamarca, para proteger a autonomia da Gronelândia e garantir que o seu povo permanece o único decisor legítimo sobre o seu território e futuro político.
• O Governo da Gronelândia, para continuar a defender a sua soberania, cultura e identidade com força e unidade.
• A União Europeia e à comunidade internacional, para defenderem publicamente o direito da Gronelândia à autodeterminação e se oporem a qualquer forma de controlo externo ou ambição territorial.
• Os Estados Unidos e todas as potências mundiais, para respeitarem a Gronelândia não como um ativo ou oportunidade, mas como um povo e uma nação com direito à dignidade, respeito e liberdade de escolha.
Isto não é apenas sobre território.
É sobre democracia.
É sobre direitos dos povos indígenas.
É sobre dignidade humana.
É sobre garantir que nenhuma nação é tratada como estando “à venda”.
Fique ao lado da Gronelândia. Fique ao lado do seu povo. Fique ao lado da soberania, justiça e equidade.
Assine esta petição e ajude a proteger o direito da Gronelândia a decidir o seu próprio futuro.

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Abaixo-assinado criado em 6 de janeiro de 2026

