Exigimos que não seja permitida a construção da "Cidade da Sonae" em Sintra

O problema

Exigimos que não seja permitida a construção da Cidade da Sonae PORQUE:

1. Dizemos BASTA à degradação da paisagem!

2. O impacto paisagístico das grandes construções em betão é negativo e irreversível no enquadramento da Serra de Sintra. Porque o terreno em questão se encontra no sopé da Serra e é necessário preservar e melhorar, integrando zonas com mato mediterrânico para que a transição para a zona florestal seja orgânica e harmoniosa.    

3. A criação de mais um estabelecimento comercial de grande dimensão irá ameaçar a viabilidade das inúmeras grandes superfícies já existentes nas proximidades e o já muito debilitado comércio local das vilas do Concelho de Sintra, prejudicando a vivência urbana, o emprego e a atratividade residencial das áreas urbanas envolventes. Existem já existem vários centros comerciais de grandes dimensões (Forum Sintra, Beloura, Cascaishopping e muitas outras grandes superfícies de comércio) e os pequenos centros comerciais das vilas contiguas estão vazios e em estado de degradação (por exemplo o Floresta Center, o Fitares Shopping, etc) tornando o ambiente urbano hostil e feio.

4. O IC 19 encontra-se frequentemente com trânsito congestionado, este projeto vai levar ao aumento significativo do tráfego e consequentemente a longos períodos de espera em horas de ponta, a ruído e a poluição, levando à degradação ambiental e paisagística de uma zona crítica.

5. A impermeabilização e as barreiras no solo aumentam cada vez mais o risco de cheias e catástrofes naturais.  

6. É necessário e urgente promover a requalificação das construções existentes, nomeadamente a dos bairros da Abrunheira incluídos no plano, mas não faz sentido a construção nova, de grandes dimensões, na atual conjuntura financeira e no já sobrecarregado Concelho de Sintra. Não queremos que o território seja ocupado indefinidamente e fazemos questão que exista uma política que promova a requalificação do edificado existente travando a proliferação do betão e de subúrbios descaracterizados e desumanizados.

7. Exigimos a promoção de desenvolvimento sustentável em cumprimento das metas de redução de emissões assumidas por Portugal no quadro Europeu e no contexto de aceleradas e imprevisíveis mudanças climáticas. As soluções devem passar por recuperar o edificado existente, diminuir o consumo de recursos em construção nova (com grande energia incorporada e grande pegada ecológica) e aumentar as áreas de coberto vegetal.

8. As nossas crianças, os jovens, os adultos, os seniores e os turistas não precisam de jardins com miniaturas dos monumentos de Sintra, mas sim que lhes seja deixado um legado de qualidade ambiental e paisagística primando pela preservação do Património construído e pela regeneração e preservação da Natureza.      

9. Sintra é Património Mundial e é por isso um bem que a toda a Humanidade diz respeito. As políticas de preservação e de promoção do turismo devem olhar o Concelho como um todo para que toda a paisagem no eixo Lisboa-Sintra e Sintra-Cascais seja atrativa promovendo o bem estar da população e o turismo. A responsabilidade acrescida deve incentivar intervenções exemplares no sentido da redução dos impactos e não o seu oposto.        

10. E por fim porque o endividamento financeiro coletivo a que Portugal chegou na atualidade em muito se deve a projetos que, como este, estão desfasados da nossa realidade económica e das nossas necessidades reais. Não queremos mais projetos feitos a reboque de interesses que estão longe de satisfazer as necessidades dos cidadãos, do país e da comunidade humana.

ENQUADRAMENTO

O PPAN incide sobre uma área de cerca de 70 ha maioritariamente cobertos com matos mediterrânicos, que se localiza na freguesia de S. Pedro de Penaferrim – atualmente integrada na União das Freguesias de Sintra (Santa Maria e São Miguel, São Martinho e São Pedro de Penaferrim). O território do PPAN está na transição da zona envolvente da Serra de Sintra, com características agrícolas e florestais e que se situa a poente do IC30/A16, com zonas industriais (zona industrial de Mem Martins, a norte do IC19) e de logística, a nascente, marginando o IC19. Para sul situa-se um mosaico de áreas urbanas e turísticas (Beloura).

Podem consultar os elementos do projecto AQUI 

(Podem reforçar a discordância e exigir que a Cidade da Sonae não seja construída durante o "Período de Consulta Pública", até 9 de Janeiro de 2015, entregando no GAM (Gabinete de Apoio ao Munícipe de Sintra) um "requerimento dirigido ao Sr. Presidente da Câmara".

Temos até dia 9 de Janeiro de 2015 para travar esta mega construção em Sintra. Juntos a nossa voz conta!  

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Catarina PintoCriador do abaixo-assinado
Vitória
Este abaixo-assinado foi vitorioso com 2.076 apoiadores!

O problema

Exigimos que não seja permitida a construção da Cidade da Sonae PORQUE:

1. Dizemos BASTA à degradação da paisagem!

2. O impacto paisagístico das grandes construções em betão é negativo e irreversível no enquadramento da Serra de Sintra. Porque o terreno em questão se encontra no sopé da Serra e é necessário preservar e melhorar, integrando zonas com mato mediterrânico para que a transição para a zona florestal seja orgânica e harmoniosa.    

3. A criação de mais um estabelecimento comercial de grande dimensão irá ameaçar a viabilidade das inúmeras grandes superfícies já existentes nas proximidades e o já muito debilitado comércio local das vilas do Concelho de Sintra, prejudicando a vivência urbana, o emprego e a atratividade residencial das áreas urbanas envolventes. Existem já existem vários centros comerciais de grandes dimensões (Forum Sintra, Beloura, Cascaishopping e muitas outras grandes superfícies de comércio) e os pequenos centros comerciais das vilas contiguas estão vazios e em estado de degradação (por exemplo o Floresta Center, o Fitares Shopping, etc) tornando o ambiente urbano hostil e feio.

4. O IC 19 encontra-se frequentemente com trânsito congestionado, este projeto vai levar ao aumento significativo do tráfego e consequentemente a longos períodos de espera em horas de ponta, a ruído e a poluição, levando à degradação ambiental e paisagística de uma zona crítica.

5. A impermeabilização e as barreiras no solo aumentam cada vez mais o risco de cheias e catástrofes naturais.  

6. É necessário e urgente promover a requalificação das construções existentes, nomeadamente a dos bairros da Abrunheira incluídos no plano, mas não faz sentido a construção nova, de grandes dimensões, na atual conjuntura financeira e no já sobrecarregado Concelho de Sintra. Não queremos que o território seja ocupado indefinidamente e fazemos questão que exista uma política que promova a requalificação do edificado existente travando a proliferação do betão e de subúrbios descaracterizados e desumanizados.

7. Exigimos a promoção de desenvolvimento sustentável em cumprimento das metas de redução de emissões assumidas por Portugal no quadro Europeu e no contexto de aceleradas e imprevisíveis mudanças climáticas. As soluções devem passar por recuperar o edificado existente, diminuir o consumo de recursos em construção nova (com grande energia incorporada e grande pegada ecológica) e aumentar as áreas de coberto vegetal.

8. As nossas crianças, os jovens, os adultos, os seniores e os turistas não precisam de jardins com miniaturas dos monumentos de Sintra, mas sim que lhes seja deixado um legado de qualidade ambiental e paisagística primando pela preservação do Património construído e pela regeneração e preservação da Natureza.      

9. Sintra é Património Mundial e é por isso um bem que a toda a Humanidade diz respeito. As políticas de preservação e de promoção do turismo devem olhar o Concelho como um todo para que toda a paisagem no eixo Lisboa-Sintra e Sintra-Cascais seja atrativa promovendo o bem estar da população e o turismo. A responsabilidade acrescida deve incentivar intervenções exemplares no sentido da redução dos impactos e não o seu oposto.        

10. E por fim porque o endividamento financeiro coletivo a que Portugal chegou na atualidade em muito se deve a projetos que, como este, estão desfasados da nossa realidade económica e das nossas necessidades reais. Não queremos mais projetos feitos a reboque de interesses que estão longe de satisfazer as necessidades dos cidadãos, do país e da comunidade humana.

ENQUADRAMENTO

O PPAN incide sobre uma área de cerca de 70 ha maioritariamente cobertos com matos mediterrânicos, que se localiza na freguesia de S. Pedro de Penaferrim – atualmente integrada na União das Freguesias de Sintra (Santa Maria e São Miguel, São Martinho e São Pedro de Penaferrim). O território do PPAN está na transição da zona envolvente da Serra de Sintra, com características agrícolas e florestais e que se situa a poente do IC30/A16, com zonas industriais (zona industrial de Mem Martins, a norte do IC19) e de logística, a nascente, marginando o IC19. Para sul situa-se um mosaico de áreas urbanas e turísticas (Beloura).

Podem consultar os elementos do projecto AQUI 

(Podem reforçar a discordância e exigir que a Cidade da Sonae não seja construída durante o "Período de Consulta Pública", até 9 de Janeiro de 2015, entregando no GAM (Gabinete de Apoio ao Munícipe de Sintra) um "requerimento dirigido ao Sr. Presidente da Câmara".

Temos até dia 9 de Janeiro de 2015 para travar esta mega construção em Sintra. Juntos a nossa voz conta!  

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Catarina PintoCriador do abaixo-assinado

Os tomadores de decisão

Sr. Presidente da Câmara Municipal de Sintra
Sr. Presidente da Câmara Municipal de Sintra
Sr. Presidente da Agência Portuguesa do Ambiente
Sr. Presidente da Agência Portuguesa do Ambiente
Sr. Presidente da Câmara Municipal de Sintra
Sr. Presidente da Câmara Municipal de Sintra

Atualizações do abaixo-assinado

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Abaixo-assinado criado em 6 de novembro de 2014