

SOLIDARIEDADE AO VEREADOR PEDRO RUAS
O problema
SOLIDARIEDADE AO VEREADOR PEDRO RUAS
Os abaixo-assinados manifestam irrestrita solidariedade ao vereador, advogado e líder político Pedro Ruas, vítima violenta perseguição, destacando-se dois farsescos processos de cassação de seu mandato, motivados por sua corajosa denúncia do GENOCÍDIO que Israel vem promovendo contra o povo palestino, especialmente na Faixa de Gaza, que já causou a morte de quase 40 mil civis palestinos (39.774 até 15 de março, considerando 8 mil desparecidos sob os escombros), perto de 2% da população de Gaza, entre os quais 17.903 crianças, considerando 4 mil desaparecidas, 45% do total de assassinados, além de 9.800 mulheres (700 desaparecidas) e 1.050 anciãos, assim como 78 mil feridos, próximo de 4% da população de Gaza, a maioria com gravidade ou mutilações .
A esses crimes bárbaros se somam o deslocamento forçado de quase 2 milhões de palestinos (90% da população de Gaza), a destruição de toda infraestrutura do enclave – água, luz, saúde, educação e centros de assistência da ONU – e a demolição de 60% das moradias (e 75% de destruição geral por dados de 40 dias atrás), tornando inabitável este território palestino e impedindo o retorno das famílias palestinas expulsas, em evidente processo de limpeza étnica. E, agora, Israel prepara-se para atacar a cidade de Rafah, no sul da Faixa de Gaza, para onde obrigou a irem os palestinos de Gaza.
Os crimes de lesa-humanidade de Israel já foram denunciados na Assembleia Geral da ONU, que exigiu, por ampla maioria, o cessar-fogo na Palestina – o que o governo de Netanyahu se nega a fazer – e na Corte Internacional de Justiça de Haia, que acolheu a denúncia de genocídio feita pela África do Sul – endossada por dezenas de países, dentre eles o Brasil – e reconheceu que existem “provas credíveis de que Israel está a cometer atos de genocídio em Gaza”.
Da mesma forma, vários Chefes de Estado têm denunciado o genocídio em andamento na Palestina – entre eles o Presidente do Brasil Luis Inácio Lula da Silva, o Presidente da Colômbia Gustavo Petro, o Presidente da Turquia Recep Tyiip Erdogan, a Autoridade Palestina e o próprio Secretário Geral da ONU António Guterres.
Portanto, processar o Vereador Pedro Ruas e tentar cassar o seu mandato por ele ter denunciado o genocídio que Israel realiza na Palestina – denunciado em todo o mundo – é, além de descabido, uma afronta à livre manifestação de pensamento e à inviolabilidade parlamentar em relação a palavras e opiniões. E, mais do que tudo, é uma afronta ao povo palestino, massacrado pelo Estado de Israel, e ao mundo, que teme que os genocídios passem a ser a regra se este não for parado e punidos os seus responsáveis.
Por tudo isso, manifestamos a nossa irrestrita solidariedade ao Vereador Pedro Ruas e exigimos o arquivamento destes processos, promovidos pelos que apoiam o genocídio israelense na Palestina ocupada, assim como pedimos às Autoridades Judiciárias e ao Ministério Público que não aceitem manipular-se pelos genocidas.
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O problema
SOLIDARIEDADE AO VEREADOR PEDRO RUAS
Os abaixo-assinados manifestam irrestrita solidariedade ao vereador, advogado e líder político Pedro Ruas, vítima violenta perseguição, destacando-se dois farsescos processos de cassação de seu mandato, motivados por sua corajosa denúncia do GENOCÍDIO que Israel vem promovendo contra o povo palestino, especialmente na Faixa de Gaza, que já causou a morte de quase 40 mil civis palestinos (39.774 até 15 de março, considerando 8 mil desparecidos sob os escombros), perto de 2% da população de Gaza, entre os quais 17.903 crianças, considerando 4 mil desaparecidas, 45% do total de assassinados, além de 9.800 mulheres (700 desaparecidas) e 1.050 anciãos, assim como 78 mil feridos, próximo de 4% da população de Gaza, a maioria com gravidade ou mutilações .
A esses crimes bárbaros se somam o deslocamento forçado de quase 2 milhões de palestinos (90% da população de Gaza), a destruição de toda infraestrutura do enclave – água, luz, saúde, educação e centros de assistência da ONU – e a demolição de 60% das moradias (e 75% de destruição geral por dados de 40 dias atrás), tornando inabitável este território palestino e impedindo o retorno das famílias palestinas expulsas, em evidente processo de limpeza étnica. E, agora, Israel prepara-se para atacar a cidade de Rafah, no sul da Faixa de Gaza, para onde obrigou a irem os palestinos de Gaza.
Os crimes de lesa-humanidade de Israel já foram denunciados na Assembleia Geral da ONU, que exigiu, por ampla maioria, o cessar-fogo na Palestina – o que o governo de Netanyahu se nega a fazer – e na Corte Internacional de Justiça de Haia, que acolheu a denúncia de genocídio feita pela África do Sul – endossada por dezenas de países, dentre eles o Brasil – e reconheceu que existem “provas credíveis de que Israel está a cometer atos de genocídio em Gaza”.
Da mesma forma, vários Chefes de Estado têm denunciado o genocídio em andamento na Palestina – entre eles o Presidente do Brasil Luis Inácio Lula da Silva, o Presidente da Colômbia Gustavo Petro, o Presidente da Turquia Recep Tyiip Erdogan, a Autoridade Palestina e o próprio Secretário Geral da ONU António Guterres.
Portanto, processar o Vereador Pedro Ruas e tentar cassar o seu mandato por ele ter denunciado o genocídio que Israel realiza na Palestina – denunciado em todo o mundo – é, além de descabido, uma afronta à livre manifestação de pensamento e à inviolabilidade parlamentar em relação a palavras e opiniões. E, mais do que tudo, é uma afronta ao povo palestino, massacrado pelo Estado de Israel, e ao mundo, que teme que os genocídios passem a ser a regra se este não for parado e punidos os seus responsáveis.
Por tudo isso, manifestamos a nossa irrestrita solidariedade ao Vereador Pedro Ruas e exigimos o arquivamento destes processos, promovidos pelos que apoiam o genocídio israelense na Palestina ocupada, assim como pedimos às Autoridades Judiciárias e ao Ministério Público que não aceitem manipular-se pelos genocidas.
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Abaixo-assinado criado em 19 de março de 2024