Permanência do Colégio Estadual Emília Maria Guimarães, referência em inclusão desde 1980.

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Solicitamos a permanência do Colégio Estadual Emília Maria Guimarães, referência em educação inclusiva no município de Itumbiara-GO desde 1980. Atualmente a unidade presta atendimento a aproximadamente 240 alunos, sendo 26 alunos da educação especial. O colégio possui equipe capacitada e experiente para atender os alunos com deficiência, os profissionais buscam desenvolver habilidades de autonomia e aptidões específicas no que tange o aspecto cognitivo. Prova disto são os alunos com deficiência que cursaram faculdades e tem profissões tais como: Procurador de Justiça em São Paulo, Farmacêutica, Enfermeira, Intérpretes, entre outros.
 
  A SEDUC alega que a unidade escolar não possui matrículas suficientes para permanecer aberta, o que é injusto, pois há muito preconceito com o Colégio Estadual Emília Maria Guimarães por ser polo de atendimento aos alunos com necessidades educacionais, sendo conhecido até como "escola de doido".

 Recentemente recebemos a informação que a unidade escolar será uma extensão do Colégio Estadual da Policia Militar de Goiás-Dionária Rocha, onde todos os alunos, professores e administrativos permanecerão modulados na escola. Muitos pais não concordam com a mudança, pois será de difícil adaptação para os estudantes com deficiência intelectual e múltipla.

 Com o novo modelo de escola existe também um grande problema relativo a aquisição dos uniformes, que custam cerca de 600 reais, inviável para as famílias de alunos com deficiência que já possuem inúmeros gastos com tratamentos, entre eles: consultas médicas, terapias, medicamentos e transporte.

 Os responsáveis têm a opção de matricular os alunos nos demais colégios estaduais do municípios, mas as famílias temem que os estudantes fiquem desamparados. A revogação da decisão que extingue o Colégio seria um alívio para aqueles que temem um ciclo eterno de exclusão e desrespeito.