Salve os Animais de Floresta, Pernambuco: Abandono Pelo Poder Público


Salve os Animais de Floresta, Pernambuco: Abandono Pelo Poder Público
O problema
Nós, cidadãos do Brasil inteiro, pedimos que o poder público de Floresta tenha clemência e tome atitudes para proteger os animais da cidade, situada no Sertão de Pernambuco.
Acompanhamos, de cada canto deste País, as denúncias de maus tratos e abandono de cães, gatos e animais utilizados para tração nesta cidade. Sites, blogs e postagens nas redes sociais mostram animais em sofrimento como se fossem cenas comuns nesta cidade. São imagens assustadoras de gatos abandonados dentro de sacos de plástico, de cães com as partes internas expostas, de cavalos magros, presos em cordas curtas por dias, expostos ao relento. São retratos de abandono que têm causado comoção nacional.
Apesar de termos, no Brasil, uma campanha nacional contra o abandono de animais e pelo fim dos maus tratos, a Campanha Dezembro Verde, os animais de Floresta estão esquecidos pelo poder público.
A cidade não conta com hospital veterinário ou sala destinada para atendimento veterinário, tampouco possui abrigo público para os animais. Não existem campanhas de castração na cidade, assim como não há políticas públicas que protejam estas vítimas do abandono.
Os animais de Floresta vivem graças aos esforços de voluntários independentes, protetores animais, que, por conta de magras doações de diversas partes do País, conseguem ajudar apenas um pequeno número de animais abandonados e em sofrimento.
A gestão municipal tem pleno conhecimento do assunto, mas a situação calamitosa perdura.
O Ministério Público do Estado de Pernambuco enviou, no dia 27 de setembro, uma portaria com diversas determinações para melhorar as condições de vida dos animais de floresta. Esta portaria foi enviada à Prefeita de Floresta, Rosângela de Moura Maniçoba Novaes Ferraz (Rorró); ao Presidente da Câmara Municipal de Floresta, Esequiel Rodrigues de Aquino (Kiel do Pipa); à Secretária de Saúde de Floresta, Juliana Araújo Ferraz; e à Coordenadora de Vigilância Sanitária de Floresta.
A portaria deu 6 meses para que algo fosse feito, mas, até agora, nenhuma política pública foi lançada para proteger os animais vítimas de maus-tratos, os animais de rua e os animais abandonados.
Nós, como sociedade civil, cidadãos brasileiros, gostaríamos de reforçar os pedidos do Ministério Público aos agentes públicos acima citados e expressar a nossa revolta diante desta situação calamitosa vivida pelos animais de Floresta, considerada no passado uma das cidades mais vibrantes do sertão pernambucano.
Exigimos que os animais de Floresta tenham acesso e sejam protegidos por:
1) políticas públicas, por meio de lei municipal, que protejam os animais vítimas de maus tratos, os animais de rua, os animais abandonados e os animais vítimas de acidente;
2) uma política permanente, sistematizada e eficaz de controle populacional de cães e gatos, através de castração;
3) um abrigo público para os animais;
4) um hospital veterinário público;
5) campanhas de educação animal, sobre os valores éticos e cívicos da tutela responsável, da adoção, da vacinação periódica e das políticas de proteção animal;
6) um fundo especial dedicado à proteção dos animais;
7) proteção e cuidados veterinários, no caso dos cães, gatos e animais utilizados para tração encontrados em situação de abandono;
8) campanhas de conscientização nos locais que servem como pontos habituais de abandono e ações de conscientização sobre o caráter criminoso dos abandonos e maus tratos.
O Brasil não aguenta mais lidar com esta realidade de abandono, tampouco os protetores de Floresta e a população da cidade.
Para saber mais sobre a situação dos animais de Floresta, acesse esses links:
Protetor Voluntário denuncia abandono de animais e pede ajuda em Floresta, PE
Abandono nas ruas: Floresta, uma cidade esquecida pela gestão atual
Animais invadem ruas e população cobra ações da prefeitura
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O problema
Nós, cidadãos do Brasil inteiro, pedimos que o poder público de Floresta tenha clemência e tome atitudes para proteger os animais da cidade, situada no Sertão de Pernambuco.
Acompanhamos, de cada canto deste País, as denúncias de maus tratos e abandono de cães, gatos e animais utilizados para tração nesta cidade. Sites, blogs e postagens nas redes sociais mostram animais em sofrimento como se fossem cenas comuns nesta cidade. São imagens assustadoras de gatos abandonados dentro de sacos de plástico, de cães com as partes internas expostas, de cavalos magros, presos em cordas curtas por dias, expostos ao relento. São retratos de abandono que têm causado comoção nacional.
Apesar de termos, no Brasil, uma campanha nacional contra o abandono de animais e pelo fim dos maus tratos, a Campanha Dezembro Verde, os animais de Floresta estão esquecidos pelo poder público.
A cidade não conta com hospital veterinário ou sala destinada para atendimento veterinário, tampouco possui abrigo público para os animais. Não existem campanhas de castração na cidade, assim como não há políticas públicas que protejam estas vítimas do abandono.
Os animais de Floresta vivem graças aos esforços de voluntários independentes, protetores animais, que, por conta de magras doações de diversas partes do País, conseguem ajudar apenas um pequeno número de animais abandonados e em sofrimento.
A gestão municipal tem pleno conhecimento do assunto, mas a situação calamitosa perdura.
O Ministério Público do Estado de Pernambuco enviou, no dia 27 de setembro, uma portaria com diversas determinações para melhorar as condições de vida dos animais de floresta. Esta portaria foi enviada à Prefeita de Floresta, Rosângela de Moura Maniçoba Novaes Ferraz (Rorró); ao Presidente da Câmara Municipal de Floresta, Esequiel Rodrigues de Aquino (Kiel do Pipa); à Secretária de Saúde de Floresta, Juliana Araújo Ferraz; e à Coordenadora de Vigilância Sanitária de Floresta.
A portaria deu 6 meses para que algo fosse feito, mas, até agora, nenhuma política pública foi lançada para proteger os animais vítimas de maus-tratos, os animais de rua e os animais abandonados.
Nós, como sociedade civil, cidadãos brasileiros, gostaríamos de reforçar os pedidos do Ministério Público aos agentes públicos acima citados e expressar a nossa revolta diante desta situação calamitosa vivida pelos animais de Floresta, considerada no passado uma das cidades mais vibrantes do sertão pernambucano.
Exigimos que os animais de Floresta tenham acesso e sejam protegidos por:
1) políticas públicas, por meio de lei municipal, que protejam os animais vítimas de maus tratos, os animais de rua, os animais abandonados e os animais vítimas de acidente;
2) uma política permanente, sistematizada e eficaz de controle populacional de cães e gatos, através de castração;
3) um abrigo público para os animais;
4) um hospital veterinário público;
5) campanhas de educação animal, sobre os valores éticos e cívicos da tutela responsável, da adoção, da vacinação periódica e das políticas de proteção animal;
6) um fundo especial dedicado à proteção dos animais;
7) proteção e cuidados veterinários, no caso dos cães, gatos e animais utilizados para tração encontrados em situação de abandono;
8) campanhas de conscientização nos locais que servem como pontos habituais de abandono e ações de conscientização sobre o caráter criminoso dos abandonos e maus tratos.
O Brasil não aguenta mais lidar com esta realidade de abandono, tampouco os protetores de Floresta e a população da cidade.
Para saber mais sobre a situação dos animais de Floresta, acesse esses links:
Protetor Voluntário denuncia abandono de animais e pede ajuda em Floresta, PE
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Abaixo-assinado criado em 14 de janeiro de 2024