Saúde e Meio Ambiente em Risco — Não à Torre ao lado do Parque Ecológico de Barão Geraldo

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O problema

📍Quem está sendo afetado?

Moradores da Cidade Universitária, frequentadores do Parque Hermógenes de Freitas Leitão e toda a comunidade de Barão Geraldo estão sendo diretamente afetados pela instalação de uma torre de celular em zona estritamente residencial. A torre de 46 metros de altura está sendo construída a apenas 60 metros de uma das maiores áreas verdes da região e a menos de 3 metros de residências vizinhas, desrespeitando normas de recuo e zoneamento. Além do impacto visual, a instalação representa um risco à saúde pública e uma ameaça grave ao ecossistema de um parque ecológico que funciona como verdadeira ilha de biodiversidade. Ali, dezenas de espécies se alimentam, se reproduzem e encontram abrigo — incluindo mais de 145 espécies de aves, com rotas migratórias que vêm do Canadá, Pantanal e Amazônia.  Esses impactos afetam profundamente a qualidade de vida de todos que vivem, trabalham ou buscam lazer no entorno do parque. Mesmo assim, a prefeitura emitiu um Certificado de  Dispensa de Licenciamento Ambiental, autorizando a instalação da torre.

⚠ O que está em jogo?

Se essa obra continuar, estaremos criando um precedente perigoso: o de ignorar as leis ambientais, urbanísticas e de saúde pública em nome de interesses comerciais. Além disso, nossas fontes locais relatam que ao menos outros 4 terrenos na Cidade Universitária foram sondados por construtoras interessadas em erguer mais torres, o que pode multiplicar os impactos.  Além da queda na qualidade paisagística e aumento de doenças relacionadas à exposição prolongada a campos eletromagnéticos (como apontado por estudos científicos sérios, incluindo tese de doutorado da UFMG e o último relatório Bionitiative), a fauna local poderá ser profundamente afetada, causando desequilíbrios ecológicos – com impactos diretos à saúde da população. A recente Lei Complementar 493/2024, aprovada pela Câmara Municipal, praticamente liberou a instalação de antenas em qualquer terreno, sem considerar adequadamente o zoneamento, o impacto ambiental ou paisagístico, o que exige urgente revisão.

⏰Por que agora é a hora de agir?

A obra já está em andamento e, se não for interrompida imediatamente, será tarde demais para reverter os danos ao meio ambiente, ao zoneamento urbano e à segurança dos moradores. O momento de agir é agora, antes que a estrutura esteja finalizada e operando. Precisamos exigir o embargo imediato da construção com base nos diversos argumentos técnicos, legais e ambientais já levantados, e pressionar as autoridades municipais para que façam cumprir as leis que protegem nosso bairro, nosso parque e nossa saúde. A omissão hoje será o prejuízo coletivo de amanhã.

Não se trata apenas de uma torre — trata-se de proteger a integridade ecológica, a segurança urbana, o respeito ao planejamento urbano e o bem-estar de toda a população de Barão Geraldo.


⚠ O relatório Bionitiative.

A última edição do Relatório BioInitiative que foi elaborado por 29 autores de 10 países, incluindo 10 médicos e 21 doutores deixa claro os malefícios das radiações eletromagnéticas em 1.800 novos estudos contidos em suas 650 páginas.

De acordo com informações oficiais do próprio site Bioinitiative.org, a versão mais recente do relatório foi organizada por um grupo internacional de 29 autores de 10 países diferentes, com vários doutores e médicos especialistas.

O relatório soma mais de 650 páginas e incorpora uma revisão e sumarização de cerca de 1.800 novos estudos (em relação à edição anterior), incluindo pesquisas sobre efeitos genéticos, neurológicos e vários outros relacionados à exposição a campos eletromagnéticos.

A composição do grupo inclui médicos, pesquisadores com doutorado, cientistas em saúde pública, neurologistas e especialistas em toxicologia, cobrindo as áreas mencionadas na sua afirmação.

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O problema

📍Quem está sendo afetado?

Moradores da Cidade Universitária, frequentadores do Parque Hermógenes de Freitas Leitão e toda a comunidade de Barão Geraldo estão sendo diretamente afetados pela instalação de uma torre de celular em zona estritamente residencial. A torre de 46 metros de altura está sendo construída a apenas 60 metros de uma das maiores áreas verdes da região e a menos de 3 metros de residências vizinhas, desrespeitando normas de recuo e zoneamento. Além do impacto visual, a instalação representa um risco à saúde pública e uma ameaça grave ao ecossistema de um parque ecológico que funciona como verdadeira ilha de biodiversidade. Ali, dezenas de espécies se alimentam, se reproduzem e encontram abrigo — incluindo mais de 145 espécies de aves, com rotas migratórias que vêm do Canadá, Pantanal e Amazônia.  Esses impactos afetam profundamente a qualidade de vida de todos que vivem, trabalham ou buscam lazer no entorno do parque. Mesmo assim, a prefeitura emitiu um Certificado de  Dispensa de Licenciamento Ambiental, autorizando a instalação da torre.

⚠ O que está em jogo?

Se essa obra continuar, estaremos criando um precedente perigoso: o de ignorar as leis ambientais, urbanísticas e de saúde pública em nome de interesses comerciais. Além disso, nossas fontes locais relatam que ao menos outros 4 terrenos na Cidade Universitária foram sondados por construtoras interessadas em erguer mais torres, o que pode multiplicar os impactos.  Além da queda na qualidade paisagística e aumento de doenças relacionadas à exposição prolongada a campos eletromagnéticos (como apontado por estudos científicos sérios, incluindo tese de doutorado da UFMG e o último relatório Bionitiative), a fauna local poderá ser profundamente afetada, causando desequilíbrios ecológicos – com impactos diretos à saúde da população. A recente Lei Complementar 493/2024, aprovada pela Câmara Municipal, praticamente liberou a instalação de antenas em qualquer terreno, sem considerar adequadamente o zoneamento, o impacto ambiental ou paisagístico, o que exige urgente revisão.

⏰Por que agora é a hora de agir?

A obra já está em andamento e, se não for interrompida imediatamente, será tarde demais para reverter os danos ao meio ambiente, ao zoneamento urbano e à segurança dos moradores. O momento de agir é agora, antes que a estrutura esteja finalizada e operando. Precisamos exigir o embargo imediato da construção com base nos diversos argumentos técnicos, legais e ambientais já levantados, e pressionar as autoridades municipais para que façam cumprir as leis que protegem nosso bairro, nosso parque e nossa saúde. A omissão hoje será o prejuízo coletivo de amanhã.

Não se trata apenas de uma torre — trata-se de proteger a integridade ecológica, a segurança urbana, o respeito ao planejamento urbano e o bem-estar de toda a população de Barão Geraldo.


⚠ O relatório Bionitiative.

A última edição do Relatório BioInitiative que foi elaborado por 29 autores de 10 países, incluindo 10 médicos e 21 doutores deixa claro os malefícios das radiações eletromagnéticas em 1.800 novos estudos contidos em suas 650 páginas.

De acordo com informações oficiais do próprio site Bioinitiative.org, a versão mais recente do relatório foi organizada por um grupo internacional de 29 autores de 10 países diferentes, com vários doutores e médicos especialistas.

O relatório soma mais de 650 páginas e incorpora uma revisão e sumarização de cerca de 1.800 novos estudos (em relação à edição anterior), incluindo pesquisas sobre efeitos genéticos, neurológicos e vários outros relacionados à exposição a campos eletromagnéticos.

A composição do grupo inclui médicos, pesquisadores com doutorado, cientistas em saúde pública, neurologistas e especialistas em toxicologia, cobrindo as áreas mencionadas na sua afirmação.

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Abaixo-assinado criado em 27 de setembro de 2025