Repúdio a FGV

O problema

Viemos por meio desta expressar nosso repúdio à Faculdade Getúlio Vargas pelo artigo publicado na Folha de São Paulo, pelo professor desta instituição, Salem Nasser a respeito do atual conflito entre Israel e o grupo terrorista Hamas na Faixa de Gaza.


Acreditamos na liberdade de expressão, base da democracia. Compreendemos e apoiamos a liberdade acadêmica, e entendemos a importância de fomentar o debate de diferentes perspectivas para o desenvolvimento do senso crítico dos alunos. Podemos debater soluções pacíficas e políticas para atingir a paz entre israelenses e palestinos. A vida de civis inocentes não deve ser menosprezada de nenhum dos lados.


Contudo, o conteúdo do artigo vai além do direito de expressão. Ele promove o ódio, apoia e justifica atos terroristas. O terrorismo, além de ser um ato hediondo, é a manifestação do ódio em sua forma mais baixa, violenta e sanguinária.


Salem é um acadêmico de prestígio no Brasil, e assina como professor de uma das instituições de ensino superior de maior relevância do país, tornando sua fala um discurso de autoridade. A partir do momento em que ele se posiciona como professor da FGV, isso o faz entender como um posicionamento da instituição. Todo e qualquer ato terrorista deve ser condenado.


Salem defende e assegura ao seu leitor que aquilo que o grupo terrorista Hamas afirma é verdade. Ao invés de condenar esses atos abomináveis, ele justifica as suas ações, três dias após integrantes do grupo assassinarem a sangue frio mais de 1.300 bebês, crianças, jovens e idosos inocentes. O Hamas não representa a totalidade da população Palestina. Não se trata de uma opinião política e nem de um crime contra uma comunidade. Trata-se de um grupo terrorista como o Estado Islamico ou o Al Qaeda e de  um crime contra a humanidade. 


De acordo com o Código de Ética e Conduta da FGV II.3 Respeito

"É Indispensável:


c. Condenar atitudes agressivas ou Constrangedoras.

d. Abdicar de comportamentos preconceituosos ou discriminatórios em relação à raça, condições físicas, cor, origem, gênero, estética pessoal, condições físicas, NACIONALIDADE, sexo, idade, estado cívil, orientação sexual, posição social, RELIGÃO OU OUTROS ATOS QUE FIRAM A DIGNIDADE DAS PESSOAS. 

Ao deixar de condenar o artigo e o terrorismo, a FGV fere seu próprio Código de Ética. 

As Universidades desempenham um papel vital na promoção da compreensão, tolerância e respeito entre os alunos. Ignorar ou subestimar tais incidentes apenas promove um ambiente onde a intolerância pode prosperar, colocando a segurança de alunos em risco e minando a própria essência do ensino superior.


O Professor Salem H. Nasser tem uma sólida formação acadêmica. Entretanto, o conhecimento pode ser utilizado para fazer o bem, ou para destruir. 


Hoje, convocamos a FGV, que é digna do nosso respeito, para que tome as medidas cabíveis para garantir a segurança de seus alunos e  uma posição firme contra qualquer professor ou colaborador que se utiliza do nome da instituição para disseminar um discurso de ódio contra qualquer indivíduo ou minoria e para apoiar atos terroristas.

 

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REPÚDIO FGVCriador do abaixo-assinado

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O problema

Viemos por meio desta expressar nosso repúdio à Faculdade Getúlio Vargas pelo artigo publicado na Folha de São Paulo, pelo professor desta instituição, Salem Nasser a respeito do atual conflito entre Israel e o grupo terrorista Hamas na Faixa de Gaza.


Acreditamos na liberdade de expressão, base da democracia. Compreendemos e apoiamos a liberdade acadêmica, e entendemos a importância de fomentar o debate de diferentes perspectivas para o desenvolvimento do senso crítico dos alunos. Podemos debater soluções pacíficas e políticas para atingir a paz entre israelenses e palestinos. A vida de civis inocentes não deve ser menosprezada de nenhum dos lados.


Contudo, o conteúdo do artigo vai além do direito de expressão. Ele promove o ódio, apoia e justifica atos terroristas. O terrorismo, além de ser um ato hediondo, é a manifestação do ódio em sua forma mais baixa, violenta e sanguinária.


Salem é um acadêmico de prestígio no Brasil, e assina como professor de uma das instituições de ensino superior de maior relevância do país, tornando sua fala um discurso de autoridade. A partir do momento em que ele se posiciona como professor da FGV, isso o faz entender como um posicionamento da instituição. Todo e qualquer ato terrorista deve ser condenado.


Salem defende e assegura ao seu leitor que aquilo que o grupo terrorista Hamas afirma é verdade. Ao invés de condenar esses atos abomináveis, ele justifica as suas ações, três dias após integrantes do grupo assassinarem a sangue frio mais de 1.300 bebês, crianças, jovens e idosos inocentes. O Hamas não representa a totalidade da população Palestina. Não se trata de uma opinião política e nem de um crime contra uma comunidade. Trata-se de um grupo terrorista como o Estado Islamico ou o Al Qaeda e de  um crime contra a humanidade. 


De acordo com o Código de Ética e Conduta da FGV II.3 Respeito

"É Indispensável:


c. Condenar atitudes agressivas ou Constrangedoras.

d. Abdicar de comportamentos preconceituosos ou discriminatórios em relação à raça, condições físicas, cor, origem, gênero, estética pessoal, condições físicas, NACIONALIDADE, sexo, idade, estado cívil, orientação sexual, posição social, RELIGÃO OU OUTROS ATOS QUE FIRAM A DIGNIDADE DAS PESSOAS. 

Ao deixar de condenar o artigo e o terrorismo, a FGV fere seu próprio Código de Ética. 

As Universidades desempenham um papel vital na promoção da compreensão, tolerância e respeito entre os alunos. Ignorar ou subestimar tais incidentes apenas promove um ambiente onde a intolerância pode prosperar, colocando a segurança de alunos em risco e minando a própria essência do ensino superior.


O Professor Salem H. Nasser tem uma sólida formação acadêmica. Entretanto, o conhecimento pode ser utilizado para fazer o bem, ou para destruir. 


Hoje, convocamos a FGV, que é digna do nosso respeito, para que tome as medidas cabíveis para garantir a segurança de seus alunos e  uma posição firme contra qualquer professor ou colaborador que se utiliza do nome da instituição para disseminar um discurso de ódio contra qualquer indivíduo ou minoria e para apoiar atos terroristas.

 

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Abaixo-assinado criado em 16 de outubro de 2023