

Reforma política profunda em como os cidadaos adquirem o direito de candidatura.
O problema
A DEMOCRACIA QUE NUNCA EXISTIU
Um projeto de aprimoramento da democracia brasileira
A democracia pressupõe que o cidadão possa escolher seus representantes.
Mas uma pergunta precisa ser feita:
o cidadão também deveria ter o direito de se apresentar diretamente ao eleitor, sem depender de uma estrutura partidária para chegar à urna?
Hoje, a Constituição estabelece a filiação partidária como condição de elegibilidade.
Nossa proposta é discutir uma mudança estrutural nesse modelo.
Não queremos substituir o voto popular.
Não queremos retirar do cidadão o poder de escolher. Aliás queremos dar-lhes o melhor, pois os mesmos não possuem controle sobre como as candidaturas são adquiridas, portanto seus votos acabam sendo meramente "ilustrativos".
Queremos ampliar a porta de entrada para a política brasileira.
UM CONCURSO PÚBLICO PARA QUEM PRETENDE SER CANDIDATO
Propomos a criação de um Exame Nacional de Suficiência Eleitoral, um concurso público nacional, com edital, critérios objetivos, fiscalização e auditoria independente.
Para cargos como Presidente da República, Senador, Deputado Federal, Governador e demais cargos definidos pela Constituição, o cidadão que preencher os requisitos poderia se preparar, prestar o exame e obter sua habilitação eleitoral.
A proposta também prevê formação superior em qualquer área para os cargos abrangidos pelo sistema.
Não importa se o candidato é médico, engenheiro, professor, advogado, filósofo, cientista, administrador ou profissional de tecnologia.
A graduação não determinaria sua visão política.
Ela demonstraria uma trajetória de formação.
O exame avaliaria se aquele cidadão conhece as regras fundamentais do Estado que pretende representar ou administrar.
O ENEM DA POLÍTICA
O exame seria elaborado mediante edital nacional.
O conteúdo incluiria conhecimentos como:
Direito Constitucional;
Direito Administrativo;
Direito Financeiro;
Orçamento Público;
Responsabilidade Fiscal;
Administração Pública;
Organização do Estado;
Políticas Públicas;
Controle e fiscalização;
Ética e integridade pública.
O banco nacional seria composto por 150.000 questões inéditas, elaboradas e revisadas por especialistas independentes.
No momento da aplicação, apenas uma quantidade previamente definida de questões seria sorteada de maneira automatizada e auditável.
O processo de seleção e transmissão das questões utilizaria mecanismos modernos de criptografia, segurança da informação e auditoria independente.
O objetivo é simples:
ninguém deveria precisar conhecer um político, pertencer a uma família política ou possuir uma estrutura partidária para ter acesso à prova.
Seria necessário estudar.
A PROVA NÃO ESCOLHERIA O GOVERNANTE
Esse ponto é essencial.
O exame não substituiria a democracia.
Ele não escolheria o Presidente.
Não escolheria o Senador.
Não escolheria o Deputado.
Ele apenas estabeleceria uma habilitação mínima para disputar a escolha popular.
Depois da prova, o eleitor continuaria tendo a palavra final.
Preparação → habilitação → candidatura → debate → voto popular.
OS MAIS BEM CLASSIFICADOS IRÃO À DISPUTA
O sistema poderia estabelecer um número máximo de candidatos habilitados para cada cargo.
Como exemplo:
Para uma candidatura presidencial disponibilizasse as vagas.
Os primeiros classificados seriam habilitados à disputa pela Presidência.
Os seguintes formariam a relação de candidatos habilitados à Vice-Presidência, conforme regras previamente estabelecidas em edital e na legislação.
A classificação não determinaria quem governará.
O voto continuará determinando o vencedor.
A classificação apenas organizaria o acesso à disputa eleitoral.
O CANDIDATO TERÁ QUE APRESENTAR UM PLANO
A habilitação seria apenas o primeiro passo.
Depois dela, os candidatos teriam um período determinado para elaborar seu Plano de Governo.
Não apenas slogans.
Não apenas promessas genéricas.
Um plano contendo:
metas;
prioridades;
cronogramas;
indicadores;
estimativas de custo;
fontes de recursos;
instrumentos necessários para execução;
limites jurídicos e administrativos.
Esse plano seria submetido a uma análise técnica e jurídica antes da eleição.
A análise verificaria se as propostas são compatíveis com:
a Constituição, as leis, o orçamento público e as regras de responsabilidade fiscal.
A comissão não escolheria a ideologia do candidato.
A função seria verificar se aquilo que está sendo apresentado pode legalmente ser executado.
O PLANO NÃO TERMINARIA NO DIA DA ELEIÇÃO
Se o candidato fosse eleito, seu Plano de Governo passaria a ser uma referência oficial para acompanhamento do mandato.
A população poderia acompanhar:
o que foi prometido;
o que foi realizado;
o que está em execução;
o que foi alterado;
e por que foi alterado.
A realidade pode mudar.
Guerras podem acontecer.
Crises econômicas podem surgir.
Pandemias e calamidades podem ocorrer.
Por isso, o sistema permitiria alterações justificadas.
Mas uma mudança relevante de direção deveria ser pública, fundamentada e, quando previsto em lei, submetida ao procedimento de aprovação correspondente.
A ideia não é impedir um governo de reagir à realidade.
É impedir que a realidade seja utilizada como justificativa para abandonar compromissos sem explicação.
E OS PARTIDOS?
Os partidos continuariam existindo.
E continuariam sendo importantes.
Mas sua função poderia ser fortalecida como organizações de ideias, correntes políticas e projetos para o país.
Partidos poderiam:
formular programas;
produzir estudos;
formar cidadãos;
promover debates;
apresentar propostas legislativas;
fiscalizar governos;
apoiar candidatos;
representar determinadas visões de sociedade.
Mas a filiação partidária deixaria de ser a única porta de entrada para a candidatura.
O partido representaria ideias.
O exame habilitaria o cidadão.
E o eleitor escolheria.
Essa é a mudança fundamental.
O FIM DO FUNDO ELEITORAL
A proposta também prevê a extinção do Fundo Especial de Financiamento de Campanha.
Em seu lugar, seriam estabelecidas regras transparentes de financiamento e limites de gastos, com igualdade de condições entre candidaturas.
Os recursos públicos que deixassem de ser destinados ao financiamento eleitoral seriam direcionados prioritariamente para uma finalidade permanente:
EDUCAÇÃO.
Construção e modernização de escolas.
Escolas de tempo integral.
Laboratórios.
Bibliotecas.
Tecnologia.
Quadras.
Infraestrutura para estudantes e professores.
Em vez de financiar temporariamente uma disputa eleitoral, o recurso passaria a financiar o futuro da sociedade.
UMA NOVA RELAÇÃO COM A POLÍTICA
Não estamos propondo uma democracia sem partidos.
Não estamos propondo uma democracia sem políticos.
Não estamos propondo que especialistas escolham quem governará.
Estamos propondo uma democracia na qual:
qualquer cidadão que cumpra os requisitos possa tentar se habilitar;
qualquer cidadão habilitado possa apresentar seu projeto ao eleitor;
diferentes correntes políticas possam continuar existindo;
e o voto popular continue sendo a decisão final.
A diferença é que o caminho até a urna deixaria de depender exclusivamente da estrutura partidária.
A DEMOCRACIA QUE QUEREMOS APRIMORAR
A democracia não deveria ser apenas o direito de escolher.
Também deveria ser a possibilidade de ser escolhido.
Por isso, propomos uma nova arquitetura:
ESTUDAR
O cidadão se prepara.
HABILITAR
O cidadão demonstra conhecimento mínimo sobre o Estado.
PROPOR
O candidato apresenta um plano concreto.
DEBATER
A sociedade conhece diferentes projetos.
ESCOLHER
O eleitor decide.
FISCALIZAR
A sociedade acompanha o mandato.
RESPONSABILIZAR
O governante responde por seus atos dentro da Constituição e das leis.
POR QUE ASSINAR?
Esta proposta precisa ser discutida.
Não é necessário concordar com cada detalhe para defender o direito de discutir uma mudança estrutural no sistema político brasileiro.
A assinatura deste abaixo-assinado representa apoio à abertura desse debate e à construção de mecanismos que possam ampliar a participação política, a preparação dos candidatos, a transparência e a responsabilização dos governantes.
A iniciativa popular é um instrumento previsto pela própria Constituição. Para a apresentação de um projeto de lei federal por iniciativa popular, a Constituição exige assinatura de pelo menos 1% do eleitorado nacional, distribuído por pelo menos cinco Estados, com o mínimo de 0,3% dos eleitores de cada um deles.
Este abaixo-assinado busca demonstrar que existe interesse social na discussão de uma reforma dessa natureza e contribuir para que a proposta seja apresentada e debatida institucionalmente.
A DEMOCRACIA NÃO PRECISA SER DESTRUÍDA.
ELA PODE SER APRIMORADA.
Uma democracia mais aberta.
Uma política em que estudar também seja uma forma de chegar à urna.
Partidos livres para representar ideias.
Candidatos habilitados por critérios públicos.
Planos de governo acompanháveis.
Recursos públicos direcionados à educação.
E, acima de tudo:
O PODER DE ESCOLHER CONTINUA SENDO DO POVO.
Se você acredita que essa discussão merece chegar ao Congresso Nacional, assine e ajude a abrir esse debate.

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O problema
A DEMOCRACIA QUE NUNCA EXISTIU
Um projeto de aprimoramento da democracia brasileira
A democracia pressupõe que o cidadão possa escolher seus representantes.
Mas uma pergunta precisa ser feita:
o cidadão também deveria ter o direito de se apresentar diretamente ao eleitor, sem depender de uma estrutura partidária para chegar à urna?
Hoje, a Constituição estabelece a filiação partidária como condição de elegibilidade.
Nossa proposta é discutir uma mudança estrutural nesse modelo.
Não queremos substituir o voto popular.
Não queremos retirar do cidadão o poder de escolher. Aliás queremos dar-lhes o melhor, pois os mesmos não possuem controle sobre como as candidaturas são adquiridas, portanto seus votos acabam sendo meramente "ilustrativos".
Queremos ampliar a porta de entrada para a política brasileira.
UM CONCURSO PÚBLICO PARA QUEM PRETENDE SER CANDIDATO
Propomos a criação de um Exame Nacional de Suficiência Eleitoral, um concurso público nacional, com edital, critérios objetivos, fiscalização e auditoria independente.
Para cargos como Presidente da República, Senador, Deputado Federal, Governador e demais cargos definidos pela Constituição, o cidadão que preencher os requisitos poderia se preparar, prestar o exame e obter sua habilitação eleitoral.
A proposta também prevê formação superior em qualquer área para os cargos abrangidos pelo sistema.
Não importa se o candidato é médico, engenheiro, professor, advogado, filósofo, cientista, administrador ou profissional de tecnologia.
A graduação não determinaria sua visão política.
Ela demonstraria uma trajetória de formação.
O exame avaliaria se aquele cidadão conhece as regras fundamentais do Estado que pretende representar ou administrar.
O ENEM DA POLÍTICA
O exame seria elaborado mediante edital nacional.
O conteúdo incluiria conhecimentos como:
Direito Constitucional;
Direito Administrativo;
Direito Financeiro;
Orçamento Público;
Responsabilidade Fiscal;
Administração Pública;
Organização do Estado;
Políticas Públicas;
Controle e fiscalização;
Ética e integridade pública.
O banco nacional seria composto por 150.000 questões inéditas, elaboradas e revisadas por especialistas independentes.
No momento da aplicação, apenas uma quantidade previamente definida de questões seria sorteada de maneira automatizada e auditável.
O processo de seleção e transmissão das questões utilizaria mecanismos modernos de criptografia, segurança da informação e auditoria independente.
O objetivo é simples:
ninguém deveria precisar conhecer um político, pertencer a uma família política ou possuir uma estrutura partidária para ter acesso à prova.
Seria necessário estudar.
A PROVA NÃO ESCOLHERIA O GOVERNANTE
Esse ponto é essencial.
O exame não substituiria a democracia.
Ele não escolheria o Presidente.
Não escolheria o Senador.
Não escolheria o Deputado.
Ele apenas estabeleceria uma habilitação mínima para disputar a escolha popular.
Depois da prova, o eleitor continuaria tendo a palavra final.
Preparação → habilitação → candidatura → debate → voto popular.
OS MAIS BEM CLASSIFICADOS IRÃO À DISPUTA
O sistema poderia estabelecer um número máximo de candidatos habilitados para cada cargo.
Como exemplo:
Para uma candidatura presidencial disponibilizasse as vagas.
Os primeiros classificados seriam habilitados à disputa pela Presidência.
Os seguintes formariam a relação de candidatos habilitados à Vice-Presidência, conforme regras previamente estabelecidas em edital e na legislação.
A classificação não determinaria quem governará.
O voto continuará determinando o vencedor.
A classificação apenas organizaria o acesso à disputa eleitoral.
O CANDIDATO TERÁ QUE APRESENTAR UM PLANO
A habilitação seria apenas o primeiro passo.
Depois dela, os candidatos teriam um período determinado para elaborar seu Plano de Governo.
Não apenas slogans.
Não apenas promessas genéricas.
Um plano contendo:
metas;
prioridades;
cronogramas;
indicadores;
estimativas de custo;
fontes de recursos;
instrumentos necessários para execução;
limites jurídicos e administrativos.
Esse plano seria submetido a uma análise técnica e jurídica antes da eleição.
A análise verificaria se as propostas são compatíveis com:
a Constituição, as leis, o orçamento público e as regras de responsabilidade fiscal.
A comissão não escolheria a ideologia do candidato.
A função seria verificar se aquilo que está sendo apresentado pode legalmente ser executado.
O PLANO NÃO TERMINARIA NO DIA DA ELEIÇÃO
Se o candidato fosse eleito, seu Plano de Governo passaria a ser uma referência oficial para acompanhamento do mandato.
A população poderia acompanhar:
o que foi prometido;
o que foi realizado;
o que está em execução;
o que foi alterado;
e por que foi alterado.
A realidade pode mudar.
Guerras podem acontecer.
Crises econômicas podem surgir.
Pandemias e calamidades podem ocorrer.
Por isso, o sistema permitiria alterações justificadas.
Mas uma mudança relevante de direção deveria ser pública, fundamentada e, quando previsto em lei, submetida ao procedimento de aprovação correspondente.
A ideia não é impedir um governo de reagir à realidade.
É impedir que a realidade seja utilizada como justificativa para abandonar compromissos sem explicação.
E OS PARTIDOS?
Os partidos continuariam existindo.
E continuariam sendo importantes.
Mas sua função poderia ser fortalecida como organizações de ideias, correntes políticas e projetos para o país.
Partidos poderiam:
formular programas;
produzir estudos;
formar cidadãos;
promover debates;
apresentar propostas legislativas;
fiscalizar governos;
apoiar candidatos;
representar determinadas visões de sociedade.
Mas a filiação partidária deixaria de ser a única porta de entrada para a candidatura.
O partido representaria ideias.
O exame habilitaria o cidadão.
E o eleitor escolheria.
Essa é a mudança fundamental.
O FIM DO FUNDO ELEITORAL
A proposta também prevê a extinção do Fundo Especial de Financiamento de Campanha.
Em seu lugar, seriam estabelecidas regras transparentes de financiamento e limites de gastos, com igualdade de condições entre candidaturas.
Os recursos públicos que deixassem de ser destinados ao financiamento eleitoral seriam direcionados prioritariamente para uma finalidade permanente:
EDUCAÇÃO.
Construção e modernização de escolas.
Escolas de tempo integral.
Laboratórios.
Bibliotecas.
Tecnologia.
Quadras.
Infraestrutura para estudantes e professores.
Em vez de financiar temporariamente uma disputa eleitoral, o recurso passaria a financiar o futuro da sociedade.
UMA NOVA RELAÇÃO COM A POLÍTICA
Não estamos propondo uma democracia sem partidos.
Não estamos propondo uma democracia sem políticos.
Não estamos propondo que especialistas escolham quem governará.
Estamos propondo uma democracia na qual:
qualquer cidadão que cumpra os requisitos possa tentar se habilitar;
qualquer cidadão habilitado possa apresentar seu projeto ao eleitor;
diferentes correntes políticas possam continuar existindo;
e o voto popular continue sendo a decisão final.
A diferença é que o caminho até a urna deixaria de depender exclusivamente da estrutura partidária.
A DEMOCRACIA QUE QUEREMOS APRIMORAR
A democracia não deveria ser apenas o direito de escolher.
Também deveria ser a possibilidade de ser escolhido.
Por isso, propomos uma nova arquitetura:
ESTUDAR
O cidadão se prepara.
HABILITAR
O cidadão demonstra conhecimento mínimo sobre o Estado.
PROPOR
O candidato apresenta um plano concreto.
DEBATER
A sociedade conhece diferentes projetos.
ESCOLHER
O eleitor decide.
FISCALIZAR
A sociedade acompanha o mandato.
RESPONSABILIZAR
O governante responde por seus atos dentro da Constituição e das leis.
POR QUE ASSINAR?
Esta proposta precisa ser discutida.
Não é necessário concordar com cada detalhe para defender o direito de discutir uma mudança estrutural no sistema político brasileiro.
A assinatura deste abaixo-assinado representa apoio à abertura desse debate e à construção de mecanismos que possam ampliar a participação política, a preparação dos candidatos, a transparência e a responsabilização dos governantes.
A iniciativa popular é um instrumento previsto pela própria Constituição. Para a apresentação de um projeto de lei federal por iniciativa popular, a Constituição exige assinatura de pelo menos 1% do eleitorado nacional, distribuído por pelo menos cinco Estados, com o mínimo de 0,3% dos eleitores de cada um deles.
Este abaixo-assinado busca demonstrar que existe interesse social na discussão de uma reforma dessa natureza e contribuir para que a proposta seja apresentada e debatida institucionalmente.
A DEMOCRACIA NÃO PRECISA SER DESTRUÍDA.
ELA PODE SER APRIMORADA.
Uma democracia mais aberta.
Uma política em que estudar também seja uma forma de chegar à urna.
Partidos livres para representar ideias.
Candidatos habilitados por critérios públicos.
Planos de governo acompanháveis.
Recursos públicos direcionados à educação.
E, acima de tudo:
O PODER DE ESCOLHER CONTINUA SENDO DO POVO.
Se você acredita que essa discussão merece chegar ao Congresso Nacional, assine e ajude a abrir esse debate.

Os tomadores de decisão
Atualizações do abaixo-assinado
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Abaixo-assinado criado em 8 de agosto de 2025