Queremos a Virada Cultural de São Paulo aberta, gratuita e NO CENTRO!

Queremos a Virada Cultural de São Paulo aberta, gratuita e NO CENTRO!

O problema

Quem sou eu?

Meu nome é Paulo Noviello, sou nascido, criado e apaixonado por São Paulo. Sou jornalista. Desde a adolescência, frequento o Centro da cidade, e sou fascinado pela riqueza humana que se encontra neste espaço com tanta história.

Também me entristece o quanto o Centro é maltratado pelos paulistanos, mas as diversas iniciativas que buscam a melhoria dos espaços da região me dão esperança. O Centro precisa continuar sendo o ponto de encontro democrático todos os paulistanos, um espaço para o melhor da cidade, que é a diversidade humana.

Por que lutar pela Virada Cultural?

Sou frequentador assíduo da Virada Cultural desde que ela surgiu. Além da programação cultural de qualidade, o que mais me atrai na Virada é a troca de experiências nas ruas do Centro de São Paulo, com gente de todos os perfis, classes sociais e de todos os cantos da cidade e até de fora, se encontrando e curtindo a cidade juntos.

Por isso criei esta petição, para que o novo prefeito, João Doria, desista de levar a Virada para o Autódromo de Interlagos. Assine e divulgue se você é contra esta ideia que vai "matar" a Virada Cultural.

O novo prefeito quer exclusão social?

Levar a Virada Cultural para o Autódromo significa excluir muita gente que levaria horas de transporte público para chegar lá, especialmente gente dos extremos da cidade. É provável que alguns shows e atrações passem a ser cobrados, e o evento deixaria de ser 100% gratuito.

Além disso, esta medida da Prefeitura visa controlar quem entra e sai da Virada, o que vai causar exclusão das pessoas mais pobres. Quem garante que eles não serão barrados na entrada do Autódromo?

Eu não duvido também que o espaço em Interlagos não seja adequado para o total de eventos que hoje há na Virada - significa que deve diminuir o número de shows e espetáculos. É isso que queremos?

O pior de tudo: o reconhecimento das pessoas com o Centro de São Paulo, a integração de gente de todas as classes, idades, bairros e classes que acontece hoje não vai mais acontecer.

Há problemas, mas eles podem ser resolvidos

Claro que há problemas na Virada. Eu mesmo já tive o celular furtado em uma, por exemplo. Mas eles são poucos perto do tanto de benefício que a Virada traz para São Paulo, e é possível resolvê-los de um jeito melhor e mais democrático.

São Paulo é uma cidade muito dura, e a Virada é parte de um movimento maior que, ocupando o espaço público, torna a cidade mais humana e a vida melhor para os paulistanos.

Pode-se melhorar a organização do evento, mas se a Virada deixar de ser aberta, gratuita e realizada ao ar livre, no Centro de São Paulo, perde totalmente a sua identidade e função urbanística. Já há eventos em SESCs, CEUs e nos bairros. Pra quê fechar a Virada Cultural?

São Paulo é das pessoas

A reação dos paulistanos à ideia do prefeito Doria de confinar a Virada no Autódromo, citada em reportagens no início de dezembro, mostra que a população já se apropriou da Virada como um patrimônio coletivo da cidade, e que as pessoas não pretendem abrir mão desse evento.

Se necessário, a Virada será realizada de forma autônoma e autogestionada, sem o apoio do poder público.

Esperamos que o prefeito eleito e seu secretário de Cultura, André Sturm, nome respeitável e que com certeza entende a importância da Virada aberta e no Centro, vendo a repercussão da notícia, voltem atrás e continuem apoiando a Virada Cultural como ela sempre foi.

Estamos dispostos a dialogar e juntos tentar minimizar os problemas, para que o evento seja cada vez melhor, mas mantendo os princípios de ser uma Virada aberta, democrática e com o objetivo de melhorar e ocupar os espaços públicos de São Paulo. 

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Paulo NovielloCriador do abaixo-assinado
Este abaixo-assinado conseguiu 21.507 apoiadores!

O problema

Quem sou eu?

Meu nome é Paulo Noviello, sou nascido, criado e apaixonado por São Paulo. Sou jornalista. Desde a adolescência, frequento o Centro da cidade, e sou fascinado pela riqueza humana que se encontra neste espaço com tanta história.

Também me entristece o quanto o Centro é maltratado pelos paulistanos, mas as diversas iniciativas que buscam a melhoria dos espaços da região me dão esperança. O Centro precisa continuar sendo o ponto de encontro democrático todos os paulistanos, um espaço para o melhor da cidade, que é a diversidade humana.

Por que lutar pela Virada Cultural?

Sou frequentador assíduo da Virada Cultural desde que ela surgiu. Além da programação cultural de qualidade, o que mais me atrai na Virada é a troca de experiências nas ruas do Centro de São Paulo, com gente de todos os perfis, classes sociais e de todos os cantos da cidade e até de fora, se encontrando e curtindo a cidade juntos.

Por isso criei esta petição, para que o novo prefeito, João Doria, desista de levar a Virada para o Autódromo de Interlagos. Assine e divulgue se você é contra esta ideia que vai "matar" a Virada Cultural.

O novo prefeito quer exclusão social?

Levar a Virada Cultural para o Autódromo significa excluir muita gente que levaria horas de transporte público para chegar lá, especialmente gente dos extremos da cidade. É provável que alguns shows e atrações passem a ser cobrados, e o evento deixaria de ser 100% gratuito.

Além disso, esta medida da Prefeitura visa controlar quem entra e sai da Virada, o que vai causar exclusão das pessoas mais pobres. Quem garante que eles não serão barrados na entrada do Autódromo?

Eu não duvido também que o espaço em Interlagos não seja adequado para o total de eventos que hoje há na Virada - significa que deve diminuir o número de shows e espetáculos. É isso que queremos?

O pior de tudo: o reconhecimento das pessoas com o Centro de São Paulo, a integração de gente de todas as classes, idades, bairros e classes que acontece hoje não vai mais acontecer.

Há problemas, mas eles podem ser resolvidos

Claro que há problemas na Virada. Eu mesmo já tive o celular furtado em uma, por exemplo. Mas eles são poucos perto do tanto de benefício que a Virada traz para São Paulo, e é possível resolvê-los de um jeito melhor e mais democrático.

São Paulo é uma cidade muito dura, e a Virada é parte de um movimento maior que, ocupando o espaço público, torna a cidade mais humana e a vida melhor para os paulistanos.

Pode-se melhorar a organização do evento, mas se a Virada deixar de ser aberta, gratuita e realizada ao ar livre, no Centro de São Paulo, perde totalmente a sua identidade e função urbanística. Já há eventos em SESCs, CEUs e nos bairros. Pra quê fechar a Virada Cultural?

São Paulo é das pessoas

A reação dos paulistanos à ideia do prefeito Doria de confinar a Virada no Autódromo, citada em reportagens no início de dezembro, mostra que a população já se apropriou da Virada como um patrimônio coletivo da cidade, e que as pessoas não pretendem abrir mão desse evento.

Se necessário, a Virada será realizada de forma autônoma e autogestionada, sem o apoio do poder público.

Esperamos que o prefeito eleito e seu secretário de Cultura, André Sturm, nome respeitável e que com certeza entende a importância da Virada aberta e no Centro, vendo a repercussão da notícia, voltem atrás e continuem apoiando a Virada Cultural como ela sempre foi.

Estamos dispostos a dialogar e juntos tentar minimizar os problemas, para que o evento seja cada vez melhor, mas mantendo os princípios de ser uma Virada aberta, democrática e com o objetivo de melhorar e ocupar os espaços públicos de São Paulo. 

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Paulo NovielloCriador do abaixo-assinado

Os tomadores de decisão

André Sturm
André Sturm
Prefeito eleito de São Paulo, João Doria Jr.
Prefeito eleito de São Paulo, João Doria Jr.
Grupo Doria
Grupo Doria
Prefeito João Doria Jr.
Prefeito João Doria Jr.

Atualizações do abaixo-assinado

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Abaixo-assinado criado em 6 de dezembro de 2016