

Protejam as áreas baixas de Pelotas para evitar novas enchentes


Protejam as áreas baixas de Pelotas para evitar novas enchentes
O problema
A tentativa de alguns vereadores de retirar os efeitos do Decreto 7.072/2025, nossa única norma que protege nossos banhados de novos parcelamentos e mais aterros, vai na contramão da ciência, da responsabilidade ambiental e do interesse público.
Deixar essa norma sem efeitos seria um grave retrocesso, especialmente após a tragédia climática de 2024, quando Pelotas e boa parte do Rio Grande do Sul sofreram com enchentes históricas que deixaram milhares de pessoas desalojadas, afetaram o comércio, a produção agrícola e a infraestrutura da cidade.
O que aprendemos com aquele desastre é claro:
➡️ sem natureza protegida, não há segurança possível.
Cada banhado aterrado, cada mata ciliar destruída, é uma barreira natural a menos entre nós e a próxima inundação.
O Decreto 7.072/2025 não é um obstáculo ao desenvolvimento — é uma garantia de sobrevivência. Ele ajuda Pelotas a cumprir seus compromissos com a sustentabilidade, a adaptação climática e o planejamento urbano responsável.
Por isso, pedimos aos vereadores que cumpram com suas obrigações de mitigar, prevenir e reparar o impacto das mudanças climáticas e retirem imediatamente a proposta de sustar os efeitos do decreto, bem como que se coloquem ao lado da vida, da ciência e do futuro da cidade.
Defender o Decreto é defender Pelotas, nossas casas, nossos rios e nossa gente.
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#SalveAsÁreasÚmidasDePelotas #PelotasResiste #ÁguaÉVida #EmergênciaClimática
------------------------------------------------------------
Senhores Vereadores:
Arthur Halal
Cauê Fuhro Souto Martins
Cristiano Wachholz Da Silva
Daniel Fonseca
Eder Blank Junior Fox
Marcelo Bagé
Marcos Ferreira Inssarriaga
Michel Ferreira Escalante
Paulo Cesar Coitinho Dos Santos
Rafael Pereira Dutra
Por meio desta carta manifestamos nosso apoio e vigilância ao Decreto Municipal 7.072/2025, que impede o parcelamento dos terrenos baixos e estabelece diretrizes para a proteção e recuperação das áreas úmidas da nossa cidade.
As áreas úmidas são ecossistemas fundamentais para o equilíbrio ambiental, a regulação do clima, a recarga dos aquíferos e a prevenção de enchentes. Elas funcionam como verdadeiras esponjas naturais, absorvendo o excesso de água das chuvas e reduzindo os impactos das inundações — fenômenos que têm se tornado cada vez mais frequentes e intensos em nossa região.
A tragédia climática de 2024, que atingiu Pelotas e diversas cidades gaúchas, deixou claro o que acontece quando se ignora a importância da natureza como aliada. A destruição de banhados, várzeas e matas ciliares contribui diretamente para o agravamento das enchentes e das perdas humanas e materiais.
Sustar o efeito do Decreto 7.072/2025 seria um retrocesso ambiental e social grave, colocando em risco a segurança e o bem-estar de toda a população pelotense. Proteger as áreas úmidas é proteger nossas casas, nossa economia, nossa saúde e o futuro das próximas gerações.
Por isso, pedimos aos vereadores de Pelotas que reconsiderem sua tentativa de sustar o efeito do Decreto 7.072/2025 e se somem aos esforços pela adaptação climática e pela justiça ambiental em nossa cidade. O papel do poder público é prevenir, mitigar e reparar o impacto das mudanças climáticas, não o de enfraquecer políticas que garantem resiliência do nosso ecossistema.
Defender as áreas úmidas é defender Pelotas.
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O problema
A tentativa de alguns vereadores de retirar os efeitos do Decreto 7.072/2025, nossa única norma que protege nossos banhados de novos parcelamentos e mais aterros, vai na contramão da ciência, da responsabilidade ambiental e do interesse público.
Deixar essa norma sem efeitos seria um grave retrocesso, especialmente após a tragédia climática de 2024, quando Pelotas e boa parte do Rio Grande do Sul sofreram com enchentes históricas que deixaram milhares de pessoas desalojadas, afetaram o comércio, a produção agrícola e a infraestrutura da cidade.
O que aprendemos com aquele desastre é claro:
➡️ sem natureza protegida, não há segurança possível.
Cada banhado aterrado, cada mata ciliar destruída, é uma barreira natural a menos entre nós e a próxima inundação.
O Decreto 7.072/2025 não é um obstáculo ao desenvolvimento — é uma garantia de sobrevivência. Ele ajuda Pelotas a cumprir seus compromissos com a sustentabilidade, a adaptação climática e o planejamento urbano responsável.
Por isso, pedimos aos vereadores que cumpram com suas obrigações de mitigar, prevenir e reparar o impacto das mudanças climáticas e retirem imediatamente a proposta de sustar os efeitos do decreto, bem como que se coloquem ao lado da vida, da ciência e do futuro da cidade.
Defender o Decreto é defender Pelotas, nossas casas, nossos rios e nossa gente.
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Daniel Fonseca
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Marcelo Bagé
Marcos Ferreira Inssarriaga
Michel Ferreira Escalante
Paulo Cesar Coitinho Dos Santos
Rafael Pereira Dutra
Por meio desta carta manifestamos nosso apoio e vigilância ao Decreto Municipal 7.072/2025, que impede o parcelamento dos terrenos baixos e estabelece diretrizes para a proteção e recuperação das áreas úmidas da nossa cidade.
As áreas úmidas são ecossistemas fundamentais para o equilíbrio ambiental, a regulação do clima, a recarga dos aquíferos e a prevenção de enchentes. Elas funcionam como verdadeiras esponjas naturais, absorvendo o excesso de água das chuvas e reduzindo os impactos das inundações — fenômenos que têm se tornado cada vez mais frequentes e intensos em nossa região.
A tragédia climática de 2024, que atingiu Pelotas e diversas cidades gaúchas, deixou claro o que acontece quando se ignora a importância da natureza como aliada. A destruição de banhados, várzeas e matas ciliares contribui diretamente para o agravamento das enchentes e das perdas humanas e materiais.
Sustar o efeito do Decreto 7.072/2025 seria um retrocesso ambiental e social grave, colocando em risco a segurança e o bem-estar de toda a população pelotense. Proteger as áreas úmidas é proteger nossas casas, nossa economia, nossa saúde e o futuro das próximas gerações.
Por isso, pedimos aos vereadores de Pelotas que reconsiderem sua tentativa de sustar o efeito do Decreto 7.072/2025 e se somem aos esforços pela adaptação climática e pela justiça ambiental em nossa cidade. O papel do poder público é prevenir, mitigar e reparar o impacto das mudanças climáticas, não o de enfraquecer políticas que garantem resiliência do nosso ecossistema.
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Abaixo-assinado criado em 4 de novembro de 2025