

Proposta de um novo ODS na Agenda 2030: Preservação das Abelhas e insetos polinizadores


Proposta de um novo ODS na Agenda 2030: Preservação das Abelhas e insetos polinizadores
O problema
A seguir, apresentamos uma petição propondo uma criação de novo ODS para Agenda 2030: Preservação das Abelhas e Insetos Polinizadores para direcionar a entidades estratégicas incluindo o Ministério do Meio Ambiente, Ministério das Relações Exteriores, a Comissão Nacional para os ODS (CNODS) e organizações da sociedade civil que atuam junto à ONU.
Por que as abelhas são consideradas cruciais?
A importância das abelhas se deve, principalmente, à polinização, processo essencial para a vida em nosso planeta:
1) Sustento da agricultura: As abelhas polinizam mais de 75% das culturas agrícolas do mundo, como frutas, vegetais, nozes e sementes. A extinção das abelhas colocaria em risco a produção de grande parte dos alimentos que consumimos.
2) Manutenção da biodiversidade: A polinização realizada por abelhas é crucial para a reprodução de diversas espécies de plantas, garantindo a biodiversidade dos ecossistemas. Como exemplo podemos citar a flora da Mata Atlântica que depende de 90% das abelhas polinizadoras.
3) Bioeconomia: No Brasil existem 300 espécies de abelhas sem ferrão de 400 espécies encontradas no mundo todo. Isso ocorre devido a sua enorme biodiversidade de flora localizadas em biomas como a Mata Atlântica e a Amazônia, a maior floresta tropical do mundo. Além disso o Brasil abriga a maior biodiversidade de flora do mundo podendo despontar como líder na bioeconomia para promoção de desenvolvimento social de forma sustentável.
Porque é hora de agir?
Alerta sobre o risco de extinção: A ONU alerta que a atividade humana tem levado as abelhas e outros polinizadores a um risco de extinção cem a mil vezes superior ao normal, com consequências drásticas para o futuro dos alimentos.
Título da Proposta: Proposta para a criação de um novo Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) na Agenda 2030: Preservação das Abelhas e Insetos Polinizadores
Introdução:
A Agenda 2030, estabelecida em 2015 pela Assembleia Geral da ONU, representa um plano de ação global com 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) para erradicar a pobreza, proteger o planeta e assegurar a prosperidade para todos. No entanto, a complexidade crescente dos desafios globais e a emergência de novas questões sociais e ambientais exigem a contínua avaliação e atualização dessa agenda. Reconhecendo esse contexto, o governo brasileiro, por exemplo, já demonstrou a importância de se adaptar a pautas urgentes ao propor a criação do ODS 18 para a Igualdade Étnico-Racial.
Justificativa para o novo ODS:
Diante disso, propomos a criação de um novo ODS focado em: "Preservação das Abelhas e Insetos Polinizadores". A urgência desta questão é evidente por conta das abelhas serem responsáveis por 75% da agricultura mundial e 90% da biodiversidade da flora de biomas como a Mata Atlântica. Por isso, a ONU tem se manifestado sobre a importância desses polinizadores e a necessidade de sua proteção.
Será destacado os seguintes itens: 1) Importância das abelhas na biodiversidade e segurança alimentar; 2) Bioeconomia e as abelhas nativas sem ferrão.
1) Importância das abelhas na biodiversidade e segurança alimentar
As abelhas são cruciais para a biodiversidade e segurança alimentar, pois são os principais agentes de polinização, garantindo a reprodução de plantas e a formação de frutos e sementes. A polinização realizada por elas é fundamental para a produção de cerca de 75% das culturas agrícolas que compõem a nossa alimentação e para a manutenção do equilíbrio dos ecossistemas, afetando diretamente a oferta de alimentos para outros animais e para o ser humano.
Declaração do Dia Mundial das Abelhas: Em 2017, a ONU declarou 20 de maio como o Dia Mundial das Abelhas para conscientizar sobre o papel essencial desses insetos na manutenção do equilíbrio ambiental e na produção de alimentos.
Dia Nacional das Abelhas: O Dia Nacional da Abelha é celebrado em 3 de outubro no Brasil, uma data para conscientizar sobre a importância desses insetos para a polinização, a produção de alimentos e o equilíbrio dos ecossistemas.
Outras organizações sobre a importância das abelhas:
Royal Geographic Society: Este instituto de geografia do Reino Unido declarou as abelhas como a espécie mais importante da Terra.
Earthwatch Institute: Uma ONG dedicada a pesquisas ambientais, também chegou à conclusão de que as abelhas são a espécie viva mais importante do planeta.
2) Bioeconomia e as abelhas nativas sem ferrão
A bioeconomia e os insetos polinizadores, principalmente as abelhas nativas sem ferrão, estão profundamente interligados por sua importância para a produção de alimentos, a conservação da biodiversidade e a geração de valor econômico de forma sustentável. A utilização das abelhas nativas sem ferrão poderá gerar renda sustentável através da meliponicultura (criação de abelhas sem ferrão) e da produção de méis com sabores únicos, ao mesmo tempo que promove a preservação ambiental por meio da polinização de cultivos agrícolas e da manutenção da floresta. Essa abordagem econômica, que valoriza a biodiversidade local, cria alternativas de renda para comunidades rurais e ribeirinhas.
Meliponicultura: Prática de criar abelhas nativas sem ferrão, como jataí, uruçu e mandaçaia, que gera renda para comunidades locais e ribeirinhas através da produção de mel, própolis e outros produtos.
Geração de renda e valorização de produtos: A criação de abelhas nativas pode gerar renda para pequenos produtores, com méis que possuem características de sabor únicas devido ao processo de maturação e ao tipo de potes construídos com cera e própolis, elevando seu valor de mercado.
Conservação ambiental: A criação de abelhas nativas incentiva a preservação da floresta, pois a prática da meliponicultura exige a manutenção do habitat natural e de plantas que servem de alimento para as abelhas.
Bioinsumos: O uso de abelhas nativas sem ferrão como polinizadores pode ser incorporado como bioinsumo no sistema de produção agrícola, aumentando a produtividade e a qualidade dos cultivos, como café, morango e açaí.
Como a bioeconomia contribui para o desenvolvimento social:
Geração de renda e empregos: Cria novas oportunidades de negócios sustentáveis em setores como agricultura, silvicultura, bioenergia e biotecnologia, que se traduzem em empregos e renda para as comunidades.
Inclusão e justiça social: Busca integrar populações tradicionais e vulneráveis em cadeias de valor, valorizando seus conhecimentos e garantindo que os benefícios do desenvolvimento sejam distribuídos de forma mais equitativa.
Desenvolvimento regional: Promove o desenvolvimento de economias locais, reduzindo a dependência de modelos econômicos predatórios e focando na sustentabilidade e bem-estar das comunidades.
Melhora na qualidade de vida: Contribui para a saúde e o bem-estar da população através de produtos biofortificados, biofármacos e cosméticos, por exemplo.
Valorização da cultura e saberes: Integra conhecimentos científicos com os saberes tradicionais, promovendo uma visão mais completa e respeitosa das cadeias produtivas.
Redução de desigualdades: Ao focar em um modelo de desenvolvimento mais justo e regenerativo, a bioeconomia tem o potencial de combater as desigualdades sociais e econômicas.
Desafios
Perda de habitat: O desmatamento e outras ações humanas fragmentam o ambiente natural, diminuindo os habitats das abelhas e impactando as populações.
Falta de capacitação: A ausência de conhecimento técnico e capacitação para os produtores pode limitar o sucesso da atividade.
O caminho para o futuro
Incentivo e capacitação: É crucial investir em capacitação para pequenos produtores sobre técnicas de manejo sustentável e produtividade.
Preservação da flora: Manter e restaurar a flora nativa é fundamental para garantir a alimentação e a saúde das colônias de abelhas.
Conscientização: É necessário criar uma conscientização maior sobre a importância da polinização para a agricultura e os ecossistemas.
Portanto, o Brasil tem um enorme potencial para o desenvolvimento da bioeconomia levando a melhoras nas condições da população de forma sustentável. Uma ODS para as abelhas poderia chamar mais atenção da sociedade civil na discussão e implementação de projetos que visem proteger as abelhas e insetos polinizadores.
Descrição do novo ODS:
Título: ODS 21: Preservação das Abelhas e Insetos Polinizadores
Objetivo principal: Promover a proteção das abelhas e insetos polinizadores como forma estratégica para manutenção da biodiversidade, garantia de segurança alimentar e desenvolvimento da bioeconomia.
Metas:
Meta 1: Até 2030, reduzir significativamente a taxa de extinção das abelhas e insetos polinizadores através da preservação do seu patrimônio genético e redução do desmatamento.
Meta 2: Incentivar a capacitação do manejo de abelhas nativas sem ferrão, aumentando o desenvolvimento social de forma sustentável de todos e especialmente de populações que se encontram em situação vulnerável.
Meta 3: Promover a conscientização pública sobre a importância das abelhas e insetos polinizadores na biodiversidade, segurança alimentar e bioeconomia.
Meta 4: Incentivar a incorporação do estudo sobre a importância das abelhas e insetos polinizadores no conteúdo programático das escolas em todo o país.
Implicações e parcerias:
A implementação deste novo ODS exigiria uma colaboração multissetorial, incluindo parcerias entre o setor privado, a sociedade civil, as organizações governamentais incluindo o Ministério do Meio Ambiente, Ministério das Relações Exteriores, a Comissão Nacional para os ODS (CNODS) e as organizações da sociedade civil que atuam junto à ONU.
Conclusão:
A inclusão deste novo ODS na Agenda 2030 representa um passo decisivo para enfrentar um dos desafios mais prementes de nosso tempo. Sua aprovação demonstraria um compromisso global renovado com um desenvolvimento verdadeiramente sustentável e inclusivo.
Atenciosamente, Levi Ezequiel de Oliveira - Biólogo
Contato: levi_ezequiel@yahoo.com.br
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O problema
A seguir, apresentamos uma petição propondo uma criação de novo ODS para Agenda 2030: Preservação das Abelhas e Insetos Polinizadores para direcionar a entidades estratégicas incluindo o Ministério do Meio Ambiente, Ministério das Relações Exteriores, a Comissão Nacional para os ODS (CNODS) e organizações da sociedade civil que atuam junto à ONU.
Por que as abelhas são consideradas cruciais?
A importância das abelhas se deve, principalmente, à polinização, processo essencial para a vida em nosso planeta:
1) Sustento da agricultura: As abelhas polinizam mais de 75% das culturas agrícolas do mundo, como frutas, vegetais, nozes e sementes. A extinção das abelhas colocaria em risco a produção de grande parte dos alimentos que consumimos.
2) Manutenção da biodiversidade: A polinização realizada por abelhas é crucial para a reprodução de diversas espécies de plantas, garantindo a biodiversidade dos ecossistemas. Como exemplo podemos citar a flora da Mata Atlântica que depende de 90% das abelhas polinizadoras.
3) Bioeconomia: No Brasil existem 300 espécies de abelhas sem ferrão de 400 espécies encontradas no mundo todo. Isso ocorre devido a sua enorme biodiversidade de flora localizadas em biomas como a Mata Atlântica e a Amazônia, a maior floresta tropical do mundo. Além disso o Brasil abriga a maior biodiversidade de flora do mundo podendo despontar como líder na bioeconomia para promoção de desenvolvimento social de forma sustentável.
Porque é hora de agir?
Alerta sobre o risco de extinção: A ONU alerta que a atividade humana tem levado as abelhas e outros polinizadores a um risco de extinção cem a mil vezes superior ao normal, com consequências drásticas para o futuro dos alimentos.
Título da Proposta: Proposta para a criação de um novo Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) na Agenda 2030: Preservação das Abelhas e Insetos Polinizadores
Introdução:
A Agenda 2030, estabelecida em 2015 pela Assembleia Geral da ONU, representa um plano de ação global com 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) para erradicar a pobreza, proteger o planeta e assegurar a prosperidade para todos. No entanto, a complexidade crescente dos desafios globais e a emergência de novas questões sociais e ambientais exigem a contínua avaliação e atualização dessa agenda. Reconhecendo esse contexto, o governo brasileiro, por exemplo, já demonstrou a importância de se adaptar a pautas urgentes ao propor a criação do ODS 18 para a Igualdade Étnico-Racial.
Justificativa para o novo ODS:
Diante disso, propomos a criação de um novo ODS focado em: "Preservação das Abelhas e Insetos Polinizadores". A urgência desta questão é evidente por conta das abelhas serem responsáveis por 75% da agricultura mundial e 90% da biodiversidade da flora de biomas como a Mata Atlântica. Por isso, a ONU tem se manifestado sobre a importância desses polinizadores e a necessidade de sua proteção.
Será destacado os seguintes itens: 1) Importância das abelhas na biodiversidade e segurança alimentar; 2) Bioeconomia e as abelhas nativas sem ferrão.
1) Importância das abelhas na biodiversidade e segurança alimentar
As abelhas são cruciais para a biodiversidade e segurança alimentar, pois são os principais agentes de polinização, garantindo a reprodução de plantas e a formação de frutos e sementes. A polinização realizada por elas é fundamental para a produção de cerca de 75% das culturas agrícolas que compõem a nossa alimentação e para a manutenção do equilíbrio dos ecossistemas, afetando diretamente a oferta de alimentos para outros animais e para o ser humano.
Declaração do Dia Mundial das Abelhas: Em 2017, a ONU declarou 20 de maio como o Dia Mundial das Abelhas para conscientizar sobre o papel essencial desses insetos na manutenção do equilíbrio ambiental e na produção de alimentos.
Dia Nacional das Abelhas: O Dia Nacional da Abelha é celebrado em 3 de outubro no Brasil, uma data para conscientizar sobre a importância desses insetos para a polinização, a produção de alimentos e o equilíbrio dos ecossistemas.
Outras organizações sobre a importância das abelhas:
Royal Geographic Society: Este instituto de geografia do Reino Unido declarou as abelhas como a espécie mais importante da Terra.
Earthwatch Institute: Uma ONG dedicada a pesquisas ambientais, também chegou à conclusão de que as abelhas são a espécie viva mais importante do planeta.
2) Bioeconomia e as abelhas nativas sem ferrão
A bioeconomia e os insetos polinizadores, principalmente as abelhas nativas sem ferrão, estão profundamente interligados por sua importância para a produção de alimentos, a conservação da biodiversidade e a geração de valor econômico de forma sustentável. A utilização das abelhas nativas sem ferrão poderá gerar renda sustentável através da meliponicultura (criação de abelhas sem ferrão) e da produção de méis com sabores únicos, ao mesmo tempo que promove a preservação ambiental por meio da polinização de cultivos agrícolas e da manutenção da floresta. Essa abordagem econômica, que valoriza a biodiversidade local, cria alternativas de renda para comunidades rurais e ribeirinhas.
Meliponicultura: Prática de criar abelhas nativas sem ferrão, como jataí, uruçu e mandaçaia, que gera renda para comunidades locais e ribeirinhas através da produção de mel, própolis e outros produtos.
Geração de renda e valorização de produtos: A criação de abelhas nativas pode gerar renda para pequenos produtores, com méis que possuem características de sabor únicas devido ao processo de maturação e ao tipo de potes construídos com cera e própolis, elevando seu valor de mercado.
Conservação ambiental: A criação de abelhas nativas incentiva a preservação da floresta, pois a prática da meliponicultura exige a manutenção do habitat natural e de plantas que servem de alimento para as abelhas.
Bioinsumos: O uso de abelhas nativas sem ferrão como polinizadores pode ser incorporado como bioinsumo no sistema de produção agrícola, aumentando a produtividade e a qualidade dos cultivos, como café, morango e açaí.
Como a bioeconomia contribui para o desenvolvimento social:
Geração de renda e empregos: Cria novas oportunidades de negócios sustentáveis em setores como agricultura, silvicultura, bioenergia e biotecnologia, que se traduzem em empregos e renda para as comunidades.
Inclusão e justiça social: Busca integrar populações tradicionais e vulneráveis em cadeias de valor, valorizando seus conhecimentos e garantindo que os benefícios do desenvolvimento sejam distribuídos de forma mais equitativa.
Desenvolvimento regional: Promove o desenvolvimento de economias locais, reduzindo a dependência de modelos econômicos predatórios e focando na sustentabilidade e bem-estar das comunidades.
Melhora na qualidade de vida: Contribui para a saúde e o bem-estar da população através de produtos biofortificados, biofármacos e cosméticos, por exemplo.
Valorização da cultura e saberes: Integra conhecimentos científicos com os saberes tradicionais, promovendo uma visão mais completa e respeitosa das cadeias produtivas.
Redução de desigualdades: Ao focar em um modelo de desenvolvimento mais justo e regenerativo, a bioeconomia tem o potencial de combater as desigualdades sociais e econômicas.
Desafios
Perda de habitat: O desmatamento e outras ações humanas fragmentam o ambiente natural, diminuindo os habitats das abelhas e impactando as populações.
Falta de capacitação: A ausência de conhecimento técnico e capacitação para os produtores pode limitar o sucesso da atividade.
O caminho para o futuro
Incentivo e capacitação: É crucial investir em capacitação para pequenos produtores sobre técnicas de manejo sustentável e produtividade.
Preservação da flora: Manter e restaurar a flora nativa é fundamental para garantir a alimentação e a saúde das colônias de abelhas.
Conscientização: É necessário criar uma conscientização maior sobre a importância da polinização para a agricultura e os ecossistemas.
Portanto, o Brasil tem um enorme potencial para o desenvolvimento da bioeconomia levando a melhoras nas condições da população de forma sustentável. Uma ODS para as abelhas poderia chamar mais atenção da sociedade civil na discussão e implementação de projetos que visem proteger as abelhas e insetos polinizadores.
Descrição do novo ODS:
Título: ODS 21: Preservação das Abelhas e Insetos Polinizadores
Objetivo principal: Promover a proteção das abelhas e insetos polinizadores como forma estratégica para manutenção da biodiversidade, garantia de segurança alimentar e desenvolvimento da bioeconomia.
Metas:
Meta 1: Até 2030, reduzir significativamente a taxa de extinção das abelhas e insetos polinizadores através da preservação do seu patrimônio genético e redução do desmatamento.
Meta 2: Incentivar a capacitação do manejo de abelhas nativas sem ferrão, aumentando o desenvolvimento social de forma sustentável de todos e especialmente de populações que se encontram em situação vulnerável.
Meta 3: Promover a conscientização pública sobre a importância das abelhas e insetos polinizadores na biodiversidade, segurança alimentar e bioeconomia.
Meta 4: Incentivar a incorporação do estudo sobre a importância das abelhas e insetos polinizadores no conteúdo programático das escolas em todo o país.
Implicações e parcerias:
A implementação deste novo ODS exigiria uma colaboração multissetorial, incluindo parcerias entre o setor privado, a sociedade civil, as organizações governamentais incluindo o Ministério do Meio Ambiente, Ministério das Relações Exteriores, a Comissão Nacional para os ODS (CNODS) e as organizações da sociedade civil que atuam junto à ONU.
Conclusão:
A inclusão deste novo ODS na Agenda 2030 representa um passo decisivo para enfrentar um dos desafios mais prementes de nosso tempo. Sua aprovação demonstraria um compromisso global renovado com um desenvolvimento verdadeiramente sustentável e inclusivo.
Atenciosamente, Levi Ezequiel de Oliveira - Biólogo
Contato: levi_ezequiel@yahoo.com.br
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Abaixo-assinado criado em 27 de outubro de 2025