Preservar o meio ambiente vai além da monetização!


Preservar o meio ambiente vai além da monetização!
O problema
Diga NÃO ao mercado de carbono na COP30: Preservar o meio ambiente vai além da monetização!
A regulamentação do mercado de carbono representa um risco significativo ao meio ambiente e às comunidades indígenas no Brasil. Sob o pretexto de neutralidade de carbono, empresas promovem greenwashing, desviando a atenção de suas práticas poluentes sem efetivas reduções de emissões. Essa estratégia não apenas perpetua a degradação ambiental, mas também ameaça os direitos dos povos indígenas, transformando terras historicamente protegidas em ativos financeiros.
Na COP30, realizada na Amazônia, é essencial garantir que o desenvolvimento sustentável não se torne sinônimo de exploração e mercantilização. Devemos lutar por políticas que respeitem as comunidades locais, protejam a biodiversidade e reduzam as emissões de maneira real e responsável.
Propostas para um futuro mais justo e sustentável:
- Soluções Baseadas na Natureza (SBN): Restaurar ecossistemas degradados e proteger florestas nativas, integrando comunidades locais e indígenas nos esforços de conservação.
- Transição para Energias Renováveis: Priorizar investimentos em fontes limpas, como solar e eólica, reduzindo a dependência de combustíveis fósseis.
- Gestão Comunitária de Terras: Apoiar a gestão sustentável realizada por comunidades indígenas, garantindo que suas terras sejam preservadas e seus direitos respeitados.
- Regulamentação Rigorosa de Emissões: Estabelecer metas obrigatórias de redução de emissões, com foco em tecnologias que eliminem o carbono diretamente das operações industriais.
- Combate ao Greenwashing: Criar mecanismos de fiscalização para garantir que empresas que alegam ser sustentáveis realmente pratiquem ações concretas de preservação.
- Políticas Tributárias Verdes: Implementar impostos sobre atividades poluentes e destinar os recursos para preservação ambiental e programas sociais.
- Investimento em Ciência e Educação Ambiental: Fomentar pesquisa em tecnologias limpas e regenerativas, além de incluir a educação ambiental como prioridade nacional.
Em 7 passos provamos que existem outros meios de alcançar, de fato, uma sustentabilidade e rejeitam a mercantilização do meio ambiente e colocam a justiça social e climática no centro das discussões.
Assine esta petição e una-se à luta por um futuro sustentável, inclusivo e ético!

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O problema
Diga NÃO ao mercado de carbono na COP30: Preservar o meio ambiente vai além da monetização!
A regulamentação do mercado de carbono representa um risco significativo ao meio ambiente e às comunidades indígenas no Brasil. Sob o pretexto de neutralidade de carbono, empresas promovem greenwashing, desviando a atenção de suas práticas poluentes sem efetivas reduções de emissões. Essa estratégia não apenas perpetua a degradação ambiental, mas também ameaça os direitos dos povos indígenas, transformando terras historicamente protegidas em ativos financeiros.
Na COP30, realizada na Amazônia, é essencial garantir que o desenvolvimento sustentável não se torne sinônimo de exploração e mercantilização. Devemos lutar por políticas que respeitem as comunidades locais, protejam a biodiversidade e reduzam as emissões de maneira real e responsável.
Propostas para um futuro mais justo e sustentável:
- Soluções Baseadas na Natureza (SBN): Restaurar ecossistemas degradados e proteger florestas nativas, integrando comunidades locais e indígenas nos esforços de conservação.
- Transição para Energias Renováveis: Priorizar investimentos em fontes limpas, como solar e eólica, reduzindo a dependência de combustíveis fósseis.
- Gestão Comunitária de Terras: Apoiar a gestão sustentável realizada por comunidades indígenas, garantindo que suas terras sejam preservadas e seus direitos respeitados.
- Regulamentação Rigorosa de Emissões: Estabelecer metas obrigatórias de redução de emissões, com foco em tecnologias que eliminem o carbono diretamente das operações industriais.
- Combate ao Greenwashing: Criar mecanismos de fiscalização para garantir que empresas que alegam ser sustentáveis realmente pratiquem ações concretas de preservação.
- Políticas Tributárias Verdes: Implementar impostos sobre atividades poluentes e destinar os recursos para preservação ambiental e programas sociais.
- Investimento em Ciência e Educação Ambiental: Fomentar pesquisa em tecnologias limpas e regenerativas, além de incluir a educação ambiental como prioridade nacional.
Em 7 passos provamos que existem outros meios de alcançar, de fato, uma sustentabilidade e rejeitam a mercantilização do meio ambiente e colocam a justiça social e climática no centro das discussões.
Assine esta petição e una-se à luta por um futuro sustentável, inclusivo e ético!

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Os tomadores de decisão
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Abaixo-assinado criado em 21 de janeiro de 2025