Implante o primeiro abrigo noturno para a população de rua no Recife


Implante o primeiro abrigo noturno para a população de rua no Recife
O problema
Em 2014, participei com alguns amigos da entrega de sanduíches a moradores de rua. Foi um momento muito singular. Preparamos mais de 100 sanduíches. Ao chegarmos na rua do Imperador, a quantidade de gente nos assustou, muitas pessoas esperando sopa, sanduíches, doação de roupas etc. Em seguida, nos dirigimos a praça do Diário, onde muita gente também presente no local. Rapidamente, os sanduíches tinham acabado e a sensação de que não fizemos nada. Isso mesmo! Percebemos que era preciso fazer algo mais. Saciar a fome de alguém em determinado momento é importantíssimo, mas pensar sobre o que levou a pessoa àquela situação é urgente.
A partir de então, começamos a pesquisa sobre políticas públicas em prol dos "moradores" de rua, ao longo deste levantamento percebemos que não há morador de rua, mas sim população em situação de rua. Pois, ninguém mora na rua, rua é lugar de passagem, de deslocamento e não de residência. Também aprendemos que a maioria da população de rua é trabalhadora, 70,9% exerce alguma atividade remunerada, muitos se encontram nesta situação por questões estruturais (desemprego), problemas familiares e envolvimento com drogas. O que nos preocupou foi a falta de vontade política de implantação da política pública de abrigamento institucional noturno, existente em São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e em outras cidades.
Em 2005, o Ministério do Desenvolvimento Social e a UFPE realizaram um censo sobre a população em situação de rua na cidade do Recife, a pesquisa revelou que 1.390 pessoas se encontram nesta situação, 888 são adultos, 67,4% são homens e 32,6% são mulheres.
Infelizmente, a política de assistência social a esta parcela da população não contempla o abrigamento institucional (abrigo temporário noturno), ambientes que garantem uma pernoite segura e digna para a população de rua. Esses espaços visam prestar um serviço de assistência social, duas refeições (jantar e café da manhã), pernoite segura e digna e cursos de qualificação.
Atualmente, como medida de curto prazo, a população de rua demanda a implantação de abrigos institucionais no centra do Recife, onde a maioria se encontra. Pois, das 1.390 pessoas em situação de rua, apenas 85 estavam sendo assistidas em abrigos municipais (dados oficiais do IASC).
Por isso, convocamos você para se unir a esta causa. Juntos cobraremos da Prefeitura da Cidade do Recife a implantação desta política pública de forma emergencial, já que o Ministério do Desenvolvimento Social possui verbas de financiamento da mesma. Portanto, não seja coadjuvante, o protagonismo desta causa é seu! Como expressão de cuidado e respeito com a vida humana.
Implantação do primeiro espaço de abrigamento institucional para a população de rua no centro do Recife. Assine esta petição, se envolva, compartilhe esta causa!

O problema
Em 2014, participei com alguns amigos da entrega de sanduíches a moradores de rua. Foi um momento muito singular. Preparamos mais de 100 sanduíches. Ao chegarmos na rua do Imperador, a quantidade de gente nos assustou, muitas pessoas esperando sopa, sanduíches, doação de roupas etc. Em seguida, nos dirigimos a praça do Diário, onde muita gente também presente no local. Rapidamente, os sanduíches tinham acabado e a sensação de que não fizemos nada. Isso mesmo! Percebemos que era preciso fazer algo mais. Saciar a fome de alguém em determinado momento é importantíssimo, mas pensar sobre o que levou a pessoa àquela situação é urgente.
A partir de então, começamos a pesquisa sobre políticas públicas em prol dos "moradores" de rua, ao longo deste levantamento percebemos que não há morador de rua, mas sim população em situação de rua. Pois, ninguém mora na rua, rua é lugar de passagem, de deslocamento e não de residência. Também aprendemos que a maioria da população de rua é trabalhadora, 70,9% exerce alguma atividade remunerada, muitos se encontram nesta situação por questões estruturais (desemprego), problemas familiares e envolvimento com drogas. O que nos preocupou foi a falta de vontade política de implantação da política pública de abrigamento institucional noturno, existente em São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e em outras cidades.
Em 2005, o Ministério do Desenvolvimento Social e a UFPE realizaram um censo sobre a população em situação de rua na cidade do Recife, a pesquisa revelou que 1.390 pessoas se encontram nesta situação, 888 são adultos, 67,4% são homens e 32,6% são mulheres.
Infelizmente, a política de assistência social a esta parcela da população não contempla o abrigamento institucional (abrigo temporário noturno), ambientes que garantem uma pernoite segura e digna para a população de rua. Esses espaços visam prestar um serviço de assistência social, duas refeições (jantar e café da manhã), pernoite segura e digna e cursos de qualificação.
Atualmente, como medida de curto prazo, a população de rua demanda a implantação de abrigos institucionais no centra do Recife, onde a maioria se encontra. Pois, das 1.390 pessoas em situação de rua, apenas 85 estavam sendo assistidas em abrigos municipais (dados oficiais do IASC).
Por isso, convocamos você para se unir a esta causa. Juntos cobraremos da Prefeitura da Cidade do Recife a implantação desta política pública de forma emergencial, já que o Ministério do Desenvolvimento Social possui verbas de financiamento da mesma. Portanto, não seja coadjuvante, o protagonismo desta causa é seu! Como expressão de cuidado e respeito com a vida humana.
Implantação do primeiro espaço de abrigamento institucional para a população de rua no centro do Recife. Assine esta petição, se envolva, compartilhe esta causa!

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Abaixo-assinado criado em 17 de maio de 2016
