Não à destruição do Poço do Espelho
Não à destruição do Poço do Espelho
O problema
O Carste do Alto São Francisco é uma região historicamente explorada por minerações e há décadas enfrenta sérios conflitos relacionados ao meio ambiente.
Poluição sonora, atmosférica e hídrica. Destruíram lagos, contaminaram rios e afugentaram a fauna.
Há anos as populações locais sofrem com o descaso e omissão dos órgãos públicos e das empresas, tudo as custas de nossa saúde e do meio ambiente.
Nesse contexto surge um dos mais duros ataques ao nosso Carste. Uma mineradora estrangeira (Recife-PE) iniciará sua lavra em um dos remanescentes mais conservados da região, rasgando ao meio um grande maciço de rocha, com cerca de 800 ha. A área possui ocorrência de espécies restritas ao Carste, como o sapo Ischnocnema karst e diversos invertebrados cavernícolas.
A nova lavra está situada às margens da cabeceira do Córrego Santo Antônio, uma área de nascentes de águas límpidas.
Estas águas descem pelo Carste Arcoense, abastecendo a comunidade do Corumbá, passando pela ESEC de Corumbá, Poço dos espelhos e Poço das Aranhas. Com a nova lavra, todos estes lugares serão impactos pela poluição das águas do Córrego Santo Antônio.
Esta sub-bacia é uma das melhores áreas para se observar a rica flora e fauna; Lobos-guará, onças-parda, jaguatiricas e tamanduás-bandeira são apenas algumas espécies ameaçadas facilmente vistas nesta região.
Essa rica biodiversidade está em perigo com o início desta lavra. Historicamente, o meio ambiente não teve vez no Alto São Francisco. O dinheiro sempre falou mais alto e lentamente estão levando nosso bem mais precioso embora.
Inúmeras denúncias já foram feitas. A súplica de moradores locais e ambientalistas nunca foi ouvida. Os responsáveis são omissos e o retrocesso continua.
Já não acreditamos muito na reversão, mas sentimos na obrigação de expor estes fatos. O desenrolar disso? Dependerá de nós mesmos. Nossos últimos espaços de lazer e meio ambiente estão sendo levados pela ganância humana, por empresas que não oferecem o mínimo de retorno e qualidade de vida para a nossa sociedade.
Cobrem dos responsáveis. Se revolte antes que não sobre nada para se indignar.
Estas assinaturas serão encaminhadas a diversas entidades públicas relacionadas ao tema. Um documento técnico com mapas e estudos científicos também será encaminhado com a sugestão de áreas para a criação de Unidades de Conservação, conforme sugerido por diversos órgãos ambientais, como o ministério do meio ambiente.
Acompanhe a mobilização, dê sugestões e participe ativamente através do instagram @obscuranature
O problema
O Carste do Alto São Francisco é uma região historicamente explorada por minerações e há décadas enfrenta sérios conflitos relacionados ao meio ambiente.
Poluição sonora, atmosférica e hídrica. Destruíram lagos, contaminaram rios e afugentaram a fauna.
Há anos as populações locais sofrem com o descaso e omissão dos órgãos públicos e das empresas, tudo as custas de nossa saúde e do meio ambiente.
Nesse contexto surge um dos mais duros ataques ao nosso Carste. Uma mineradora estrangeira (Recife-PE) iniciará sua lavra em um dos remanescentes mais conservados da região, rasgando ao meio um grande maciço de rocha, com cerca de 800 ha. A área possui ocorrência de espécies restritas ao Carste, como o sapo Ischnocnema karst e diversos invertebrados cavernícolas.
A nova lavra está situada às margens da cabeceira do Córrego Santo Antônio, uma área de nascentes de águas límpidas.
Estas águas descem pelo Carste Arcoense, abastecendo a comunidade do Corumbá, passando pela ESEC de Corumbá, Poço dos espelhos e Poço das Aranhas. Com a nova lavra, todos estes lugares serão impactos pela poluição das águas do Córrego Santo Antônio.
Esta sub-bacia é uma das melhores áreas para se observar a rica flora e fauna; Lobos-guará, onças-parda, jaguatiricas e tamanduás-bandeira são apenas algumas espécies ameaçadas facilmente vistas nesta região.
Essa rica biodiversidade está em perigo com o início desta lavra. Historicamente, o meio ambiente não teve vez no Alto São Francisco. O dinheiro sempre falou mais alto e lentamente estão levando nosso bem mais precioso embora.
Inúmeras denúncias já foram feitas. A súplica de moradores locais e ambientalistas nunca foi ouvida. Os responsáveis são omissos e o retrocesso continua.
Já não acreditamos muito na reversão, mas sentimos na obrigação de expor estes fatos. O desenrolar disso? Dependerá de nós mesmos. Nossos últimos espaços de lazer e meio ambiente estão sendo levados pela ganância humana, por empresas que não oferecem o mínimo de retorno e qualidade de vida para a nossa sociedade.
Cobrem dos responsáveis. Se revolte antes que não sobre nada para se indignar.
Estas assinaturas serão encaminhadas a diversas entidades públicas relacionadas ao tema. Um documento técnico com mapas e estudos científicos também será encaminhado com a sugestão de áreas para a criação de Unidades de Conservação, conforme sugerido por diversos órgãos ambientais, como o ministério do meio ambiente.
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Abaixo-assinado encerrado
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Os tomadores de decisão
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Abaixo-assinado criado em 23 de julho de 2021