Ponte dos Barreiros | Pela mudança imediata do local de baldeação e aumento da frota

O problema

A primeira etapa da reforma da Ponte dos Barreiros foi concluída e a ponte foi reaberta com fogos de artifício na manhã do dia 01/07, mas a grande maioria dos 150 mil moradores da Área Continental segue sendo vítima da falta de planejamento. A reabertura da ponte, tão comemorada pela administração municipal, foi uma reabertura parcial. Seguindo a orientação técnica da empresa contratada pela prefeitura e a orientação do IPT, o juiz Fábio Francisco Taborda não permitiu que o tráfego na ponte fosse liberado para ônibus e caminhões de dois eixos.

Dessa forma, os usuários do transporte público, que são maioria, seguem prejudicados. A solução encontrada pela prefeitura e EMTU piora ainda mais as coisas: os ônibus intermunicipais estão deixando os usuários no meio da Avenida Angelina Pretti para que de lá, migrem para um micro-ônibus e assim, sigam viagem. Não há conforto, segurança,  iluminação, cobertura ou assentos. Passageiros sejam eles crianças, idosos ou pessoas com deficiência, são obrigados a aguardar em pé por muito tempo, expostos a assaltos e dividindo espaço com as bicicletas e mosquitos. 

Diante dessa situação absurda que coloca a vida de milhares de pessoas em risco, nós, abaixo assinado, REIVINDICAMOS:

  1. Mudança imediata do local de baldeação dos ônibus intermunicipais;
  2. Construção imediata de um mini-terminal a curto prazo;
  3. Segurança 24 horas;
  4. A longo prazo, todas as viagens serem realizadas com micro-ônibus, tanto as linhas municipais quanto as intermunicipais, dobrando a frota ( atualmente são 56 micro-ônibus da Otrantur e 18 da EMTU, segundo o jornal A Tribuna).
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Gines SalasCriador do abaixo-assinado
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O problema

A primeira etapa da reforma da Ponte dos Barreiros foi concluída e a ponte foi reaberta com fogos de artifício na manhã do dia 01/07, mas a grande maioria dos 150 mil moradores da Área Continental segue sendo vítima da falta de planejamento. A reabertura da ponte, tão comemorada pela administração municipal, foi uma reabertura parcial. Seguindo a orientação técnica da empresa contratada pela prefeitura e a orientação do IPT, o juiz Fábio Francisco Taborda não permitiu que o tráfego na ponte fosse liberado para ônibus e caminhões de dois eixos.

Dessa forma, os usuários do transporte público, que são maioria, seguem prejudicados. A solução encontrada pela prefeitura e EMTU piora ainda mais as coisas: os ônibus intermunicipais estão deixando os usuários no meio da Avenida Angelina Pretti para que de lá, migrem para um micro-ônibus e assim, sigam viagem. Não há conforto, segurança,  iluminação, cobertura ou assentos. Passageiros sejam eles crianças, idosos ou pessoas com deficiência, são obrigados a aguardar em pé por muito tempo, expostos a assaltos e dividindo espaço com as bicicletas e mosquitos. 

Diante dessa situação absurda que coloca a vida de milhares de pessoas em risco, nós, abaixo assinado, REIVINDICAMOS:

  1. Mudança imediata do local de baldeação dos ônibus intermunicipais;
  2. Construção imediata de um mini-terminal a curto prazo;
  3. Segurança 24 horas;
  4. A longo prazo, todas as viagens serem realizadas com micro-ônibus, tanto as linhas municipais quanto as intermunicipais, dobrando a frota ( atualmente são 56 micro-ônibus da Otrantur e 18 da EMTU, segundo o jornal A Tribuna).
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Gines SalasCriador do abaixo-assinado
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Abaixo-assinado criado em 5 de julho de 2020