Lutando pelo retorno das aulas presenciais no estado de Minas Gerais

0 pessoa já assinou. Ajude a chegar a 500!
Com 500 assinaturas, é mais provável que essa petição seja recomendada a outras pessoas!
Paula Vitor criou este abaixo-assinado para pressionar Prefeito de Uberlândia e

Carta de uma mãe, professora e profissional liberal.
 
Uberlândia, 03 de novembro de 2020.
 

Em 23 de setembro, o governo de Minas Gerais, por meio da deliberação nº 89 do Comitê Covid-19, autorizou o retorno das atividades presenciais nas instituições de ensino. No entanto o Sinpro/MG ( Sindicatos dos professores do estado de Minas Gerais) ajuizou ação no TJMG contra a decisão do governo estadual e obteve cautelar na 5ª vara da Fazenda Pública e Autarquias da Comarca de Belo Horizonte, a qual suspendeu os efeitos da deliberação. 

O SINPRO/MG em seu Instagram relata que os protocolos são frágeis para a segurança da comunidade escolar. Diferente da fala do Dr. Rubens Cat, pediatra do Departamento de Pediatria da Universidade Federal do Paraná, que irei citar abaixo. 

Primeiramente informo novamente que além de mãe, sou professora, sindicalizada pelo mesmo sindicato para o qual estou pedindo para reconsiderar sobre essa ação ou qualquer outra que vai ou irá contra as informações das autoridades de saúde.

Citando as falas do DR. Rubens Cat do Departamento de Pediatria da Universidade Federal do Paraná peço atenção a frase.

"Único consenso é que o maior erro na pandemia foi o fechamento das escolas."

Não devemos mais perpetuar este erro. Por favor. Bares estão abertos, cinemas, shoppings, clubes. Por que não as escolas? A situação é única e não pedimos para negligenciar a pandemia do COVID-19. Mas pedimos que considerações sejam feitas e os especialistas sejam ouvidos (  os únicos que possuem conhecimento suficiente e podem discutir a liberação ou não da abertura das escolas).

Vou citar as considerações do Dr. Rubens Cat ( deixo o link da fala dele que recomendo fortemente que ouçam: https://www.instagram.com/tv/CHEG63ulRI9/?igshid=1bnd6a4idtfwr ) 

- incidência em crianças do COVID-19 menor que os adultos;

- raramente a criança é o primeiro caso da casa ( geralmente elas pegam de um adulto);

- Os protocolos de segurança das escolas particulares são mais rigorosos que muitos protocolos europeus e americanos ( não são frágeis como dita o Sinpro/MG);

- Para a reabertura tem que ter condição epidemiológica satisfatória: número de casos descendentes, leitos em UTI e taxa de contágio menor que 1 ( muitos municípios apresentam esta condição).

- Estudos dão segurança ao retorno das aulas. O professor não tem um risco maior que outro profissional. Essa verdade é aceita internacionalmente. 

Esse abaixo assinado que criei é para solicitar ao Sinpro/MG que reveja sua ações de impedir o retorno das aulas presenciais nas escolas particulares. No entanto, aproveito para dizer que não me esqueço das escolas públicas. A pandemia não é democrática. A população vulnerável sofreu e sofre mais. Quem tem uma condição financeira melhor ( seja com filhos na escola pública ou privada) está colocando os filhos em aulas particulares com os mesmos professores que estão impedidos de retornar para o presencial. Estados, municípios e União devem focar em dar condição para o retorno das aulas das escolas públicas e privadas. Pública ou privada. Lugar de criança é na escola ( se assim as autoridades de saúde permitirem). 

Assine se você for contra a ação do Sinpro/MG de impedir o retorno das aulas presenciais nas escolas particulares.

 

 

 

 

 

 

 

 

0 pessoa já assinou. Ajude a chegar a 500!
Com 500 assinaturas, é mais provável que essa petição seja recomendada a outras pessoas!