

Petição Pública pela reabertura do comércio e escolas a partir de maio de 2020.


Petição Pública pela reabertura do comércio e escolas a partir de maio de 2020.
O problema
Nós, abaixo-assinados, requeremos ao prefeito do Município de Belo Horizonte Exmo. Sr. Alexandre Kalil, a revogação dos decretos Nº 17.328, DE 8 DE ABRIL DE 2020 e congêneres, com gradativo retorno da atividade econômica a partir de 1º de maio de 2020.
Considerando que 80% da atividade econômica estabelecida no Município de Belo Horizonte concentra-se no setor terciário e cada dia de inatividade sofremos prejuízo estimado de R$ 20,5 milhões (por dia! – Fonte CDL), torna-se urgente a adoção de medidas para o reestabelecimento das atividades comerciais e educacionais no âmbito municipal.
Compreendemos a gravidade da pandemia mas entendemos que a exemplos de outros países como Suécia, Bélgica, Noruega e etc., outras medidas de menor impacto econômico podem ser adotadas para o achatamento da curva endêmica.
Inegável que o que se busca elidir não são as contaminações e sim os óbitos. Em teoria, menos interação física pode diminuir a taxa de novas infecções mas sem informações confiáveis sobre qual proporção da população já foi exposta e combateu com sucesso o novo coronavírus Covid-19, vale a pena questionar o valor dos controles restritivos de isolamento social.
Inegável o fato de que a manutenção destas medidas por longo período acarretará verdadeiro holocausto econômico, condenando à falência centenas de micro, pequenas e médias empresas, dragando aos desemprego milhares de trabalhadores e condenando à miséria grande parte da população.
Belo Horizonte não apresenta índices que justifiquem medida de tal natureza que, sob a justificativa de salvar vidas agora, acaba por condenar à miséria toda sua população pela próxima década.
O problema
Nós, abaixo-assinados, requeremos ao prefeito do Município de Belo Horizonte Exmo. Sr. Alexandre Kalil, a revogação dos decretos Nº 17.328, DE 8 DE ABRIL DE 2020 e congêneres, com gradativo retorno da atividade econômica a partir de 1º de maio de 2020.
Considerando que 80% da atividade econômica estabelecida no Município de Belo Horizonte concentra-se no setor terciário e cada dia de inatividade sofremos prejuízo estimado de R$ 20,5 milhões (por dia! – Fonte CDL), torna-se urgente a adoção de medidas para o reestabelecimento das atividades comerciais e educacionais no âmbito municipal.
Compreendemos a gravidade da pandemia mas entendemos que a exemplos de outros países como Suécia, Bélgica, Noruega e etc., outras medidas de menor impacto econômico podem ser adotadas para o achatamento da curva endêmica.
Inegável que o que se busca elidir não são as contaminações e sim os óbitos. Em teoria, menos interação física pode diminuir a taxa de novas infecções mas sem informações confiáveis sobre qual proporção da população já foi exposta e combateu com sucesso o novo coronavírus Covid-19, vale a pena questionar o valor dos controles restritivos de isolamento social.
Inegável o fato de que a manutenção destas medidas por longo período acarretará verdadeiro holocausto econômico, condenando à falência centenas de micro, pequenas e médias empresas, dragando aos desemprego milhares de trabalhadores e condenando à miséria grande parte da população.
Belo Horizonte não apresenta índices que justifiquem medida de tal natureza que, sob a justificativa de salvar vidas agora, acaba por condenar à miséria toda sua população pela próxima década.
Abaixo-assinado encerrado
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Abaixo-assinado criado em 13 de abril de 2020