LIBERDADE PARA OS ELEFANTES SANDRO E HAISA!

O problema

Sandro e Haisa são um casal de Elefantes que vivem no Parque zoológico Municipal Quinzinho de Barros – Zoológico Municipal de Sorocaba.
Haisa tem aproximadamente 60 anos e o Sandro, estima-se 45.
De acordo com alguns relatos a Haisa estava com dificuldade para dobrar suas articulações conforme andava, em seguida entrou para o seu recinto fechado e ficou lá parada, seu desconforto era visivelmente claro. O corpo de Haisa teria enormes benefícios se ela pudesse caminhar por longas distâncias, subir e descer colinas, exercitando músculos inertes de seu corpo e lubrificando suas doloridas e rígidas articulações. Estas coisas simples, junto com suplementos terapêuticos, podem fazer uma diferença enorme na vida de um elefante. Com músculos desenvolvidos, os ossos não ficam apenas se apoiando uns nos outros, a força muscular ajuda a segurar e suportar seu enorme esqueleto, tirando o peso de suas juntas e aliviando a dor que ela tem sentido por décadas. O cansado corpo de Haisa iria, definitivamente, encontrar alívio na vida num santuário.

Há alguns anos Sandro jogou uma pedra com a tromba que atingiu uma mulher e uma criança que sofreu sérios danos.
Segundo o administrador Eduardo Barros Steffen os paquidermes pegam objetos, como latas de bebidas, jogados pelo público, e os arremessam de volta, respondendo à brincadeira. Algo que não pode acontecer, podemos ver que esse animais além do estresse causado pela visitação diária, ainda tem objetos jogados pelo público em seu recinto.

É conhecida a inabilidade de zoológicos em preservar o bem-estar dos animais que lá vivem, estes locais são incapazes de reproduzir o habitat dos animais.

É, acima de tudo, perverso manter sob cárcere animais selvagens em zoológicos, nas demais eles caminham até 30 km por período quando em seu habitat natural.

É evidente o padecimento devido à privação da liberdade. Além disso, os animais são expostos aos olhares do público, o que para animais selvagens é extremamente estressante. Por mais equipado que um zoológico seja, é impossível replicar as atividades que os animais teriam quando estão em seus habitats naturais. São incontáveis os casos de animais que morrem deprimidos e completamente entediados pelo confinamento dentro desses espaços.

Mas qual a saída para que o Sandro e a Haisa tenham uma vida digna, longe dos olhares e assédio humano?

O Santuário de Elefantes Brasil têm real capacidade para arcar com a transferência e proporcionar uma vida em liberdade com assistência especializada. O espaço conta com 1.140 hectares de floresta, possui uma equipe multidisciplinar com toda a experiência e infraestrutura que a Sandro e a Haisa precisam e merecem. Essa é a melhor alternativa para elefantes na América Latina, onde eles vivem de forma plena e em liberdade, com a possibilidade de serem elefantes novamente.

Vamos nos mobilizar e notificar o Zoológico, a Prefeitura de Sorocaba, e a prefeita Jaqueline Coutinho sobre o interesse da sociedade civil na transferência dos elefantes Sandro e Haisa.

Não podemos continuar perpetuando às novas gerações a equivocada e egocêntrica ideia de que animais podem ser subjugados e explorados para nosso divertimento ou benefício financeiro, vamos libertar o Sandro e a Haisa!

Os quintais dos Machos asiáticos ainda está em construção, mas quando terminado Sandro poderá dividi-lo com Tamy um elefante macho asiático que vive no EcoParque Mendoza na Argentina que está esperando o quintal estar concluído.

Assine, Divulgue, e Compartilhem.

"Não existe beleza na liberdade roubada."

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Gustavo MendonçaCriador do abaixo-assinado
Este abaixo-assinado conseguiu 393 apoiadores!

O problema

Sandro e Haisa são um casal de Elefantes que vivem no Parque zoológico Municipal Quinzinho de Barros – Zoológico Municipal de Sorocaba.
Haisa tem aproximadamente 60 anos e o Sandro, estima-se 45.
De acordo com alguns relatos a Haisa estava com dificuldade para dobrar suas articulações conforme andava, em seguida entrou para o seu recinto fechado e ficou lá parada, seu desconforto era visivelmente claro. O corpo de Haisa teria enormes benefícios se ela pudesse caminhar por longas distâncias, subir e descer colinas, exercitando músculos inertes de seu corpo e lubrificando suas doloridas e rígidas articulações. Estas coisas simples, junto com suplementos terapêuticos, podem fazer uma diferença enorme na vida de um elefante. Com músculos desenvolvidos, os ossos não ficam apenas se apoiando uns nos outros, a força muscular ajuda a segurar e suportar seu enorme esqueleto, tirando o peso de suas juntas e aliviando a dor que ela tem sentido por décadas. O cansado corpo de Haisa iria, definitivamente, encontrar alívio na vida num santuário.

Há alguns anos Sandro jogou uma pedra com a tromba que atingiu uma mulher e uma criança que sofreu sérios danos.
Segundo o administrador Eduardo Barros Steffen os paquidermes pegam objetos, como latas de bebidas, jogados pelo público, e os arremessam de volta, respondendo à brincadeira. Algo que não pode acontecer, podemos ver que esse animais além do estresse causado pela visitação diária, ainda tem objetos jogados pelo público em seu recinto.

É conhecida a inabilidade de zoológicos em preservar o bem-estar dos animais que lá vivem, estes locais são incapazes de reproduzir o habitat dos animais.

É, acima de tudo, perverso manter sob cárcere animais selvagens em zoológicos, nas demais eles caminham até 30 km por período quando em seu habitat natural.

É evidente o padecimento devido à privação da liberdade. Além disso, os animais são expostos aos olhares do público, o que para animais selvagens é extremamente estressante. Por mais equipado que um zoológico seja, é impossível replicar as atividades que os animais teriam quando estão em seus habitats naturais. São incontáveis os casos de animais que morrem deprimidos e completamente entediados pelo confinamento dentro desses espaços.

Mas qual a saída para que o Sandro e a Haisa tenham uma vida digna, longe dos olhares e assédio humano?

O Santuário de Elefantes Brasil têm real capacidade para arcar com a transferência e proporcionar uma vida em liberdade com assistência especializada. O espaço conta com 1.140 hectares de floresta, possui uma equipe multidisciplinar com toda a experiência e infraestrutura que a Sandro e a Haisa precisam e merecem. Essa é a melhor alternativa para elefantes na América Latina, onde eles vivem de forma plena e em liberdade, com a possibilidade de serem elefantes novamente.

Vamos nos mobilizar e notificar o Zoológico, a Prefeitura de Sorocaba, e a prefeita Jaqueline Coutinho sobre o interesse da sociedade civil na transferência dos elefantes Sandro e Haisa.

Não podemos continuar perpetuando às novas gerações a equivocada e egocêntrica ideia de que animais podem ser subjugados e explorados para nosso divertimento ou benefício financeiro, vamos libertar o Sandro e a Haisa!

Os quintais dos Machos asiáticos ainda está em construção, mas quando terminado Sandro poderá dividi-lo com Tamy um elefante macho asiático que vive no EcoParque Mendoza na Argentina que está esperando o quintal estar concluído.

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"Não existe beleza na liberdade roubada."

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Gustavo MendonçaCriador do abaixo-assinado

Os tomadores de decisão

Prefeita Jaqueline Coutinho
Prefeita Jaqueline Coutinho

Atualizações do abaixo-assinado

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Abaixo-assinado criado em 14 de setembro de 2020