

PEDRO LEOPOLDO - MG: Shows sim! Rodeio Não!


PEDRO LEOPOLDO - MG: Shows sim! Rodeio Não!
O problema
VAMOS JUNTOS POR UMA PEDRO LEOPOLDO SEM TORTURA? Não queremos os fins do shows que acontecem no ''Pedro Leopoldo Rodeio Show'', pelo contrário, queremos os fins dos rodeios que acontecem no evento (que obviamente teria o seu nome alterado). Já é a hora de Pedro Leopoldo avançar, assim como algumas cidades mineiras e tantas outras pelo Brasil que já perceberam que a população não aprova essa crueldade! A maioria absoluta das pessoas que vão aos shows que contêm rodeio, vão apenas para assistirem as atrações musicais, sabendo que não existem rodeios sem maus-tratos aos animais, que pulam na arena por dor, aflição e medo.
“A atividade do rodeio submete os animais a atos de abuso e maus tratos, impinge-lhes intenso martírio físico e mental, constitui-se em verdadeira exploração econômica da dor, e por isso, não fosse a legislação constitucional e infraconstitucional a vedar a prática, e ela deveria ser proibida por um interesse humanitário, pois, como bem observou o MINISTRO FRANCISCO REZEK no julgamento do Recurso Extraordinário que proibiu a ‘Farra do Boi’ em Santa Catarina, ‘com a negligência no que se refere à sensibilidade de animais anda-se meio caminho até a indiferença a quanto se faça a seres humanos. Essas duas formas de desídia são irmãs e quase sempre se reúnem, escalonadamente. ’ Ainda que se invoque a existência de uma legislação federal e estadual permissiva, a única conclusão aceitável é aquela que impede as sessões de tortura pública a que são expostos tantos animais. Primeiro porque a lei não elimina o sofrimento. (...) E é evidente que os animais utilizados em rodeios estão a reagir contra o sofrimento imposto pela utilização de instrumentos como esporas, cordas e sedem. A só circunstância dos animais escoicearem, pularem, esbravejarem, como forma de reagir aos estímulos a que são submetidos, comprova que não estão na arena a se divertir, mas sim sofrendo indescritível dor.Não importa o material utilizado para a confecção das cintas, cilhas, barrigueiras ou sedem (de lã natural ou de couro, corda, com argolas de metal), ou ainda, o formato das esporas (pontiagudas ourombudas), pois, fossem tais instrumentos tão inofensivos e os rodeios poderiam passar sem eles. Em verdade, sequer haveria necessidade dos laudos produzidos e constantes dos autos para a notória constatação de que tais seres vivos, para deleite da espécie que se considera a única racional de toda a criação, são submetidos a tortura e a tratamento vil. (...) Em pleno século XXI, há quem se entusiasme a causar dor a seres vivos e se escude na legalidade formal para legitimar práticas cujo primitivismo é inegável. ” (TJSP, Apelação Cível n. ° 9229895- 64.2003.8.26.0000 -Rel. Des. Renato Nalini, j. 10.11.2011)

O problema
VAMOS JUNTOS POR UMA PEDRO LEOPOLDO SEM TORTURA? Não queremos os fins do shows que acontecem no ''Pedro Leopoldo Rodeio Show'', pelo contrário, queremos os fins dos rodeios que acontecem no evento (que obviamente teria o seu nome alterado). Já é a hora de Pedro Leopoldo avançar, assim como algumas cidades mineiras e tantas outras pelo Brasil que já perceberam que a população não aprova essa crueldade! A maioria absoluta das pessoas que vão aos shows que contêm rodeio, vão apenas para assistirem as atrações musicais, sabendo que não existem rodeios sem maus-tratos aos animais, que pulam na arena por dor, aflição e medo.
“A atividade do rodeio submete os animais a atos de abuso e maus tratos, impinge-lhes intenso martírio físico e mental, constitui-se em verdadeira exploração econômica da dor, e por isso, não fosse a legislação constitucional e infraconstitucional a vedar a prática, e ela deveria ser proibida por um interesse humanitário, pois, como bem observou o MINISTRO FRANCISCO REZEK no julgamento do Recurso Extraordinário que proibiu a ‘Farra do Boi’ em Santa Catarina, ‘com a negligência no que se refere à sensibilidade de animais anda-se meio caminho até a indiferença a quanto se faça a seres humanos. Essas duas formas de desídia são irmãs e quase sempre se reúnem, escalonadamente. ’ Ainda que se invoque a existência de uma legislação federal e estadual permissiva, a única conclusão aceitável é aquela que impede as sessões de tortura pública a que são expostos tantos animais. Primeiro porque a lei não elimina o sofrimento. (...) E é evidente que os animais utilizados em rodeios estão a reagir contra o sofrimento imposto pela utilização de instrumentos como esporas, cordas e sedem. A só circunstância dos animais escoicearem, pularem, esbravejarem, como forma de reagir aos estímulos a que são submetidos, comprova que não estão na arena a se divertir, mas sim sofrendo indescritível dor.Não importa o material utilizado para a confecção das cintas, cilhas, barrigueiras ou sedem (de lã natural ou de couro, corda, com argolas de metal), ou ainda, o formato das esporas (pontiagudas ourombudas), pois, fossem tais instrumentos tão inofensivos e os rodeios poderiam passar sem eles. Em verdade, sequer haveria necessidade dos laudos produzidos e constantes dos autos para a notória constatação de que tais seres vivos, para deleite da espécie que se considera a única racional de toda a criação, são submetidos a tortura e a tratamento vil. (...) Em pleno século XXI, há quem se entusiasme a causar dor a seres vivos e se escude na legalidade formal para legitimar práticas cujo primitivismo é inegável. ” (TJSP, Apelação Cível n. ° 9229895- 64.2003.8.26.0000 -Rel. Des. Renato Nalini, j. 10.11.2011)

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Abaixo-assinado criado em 11 de abril de 2016