

POR UMA POLITICA DE ENFRENTAMENTO AO ABANDONO DE CÃES E GATOS EM OLINDA - PE
O problema
1. Nós moradores de Olinda em Pernambuco, preocupados com o descaso e o crescente número de animais abandonados pelas ruas de nosso município, com o iminente aumento do número de casos de Leishmanioose canina e com o consequente risco de casos humanos desta zoonose.
2. Vimos, através do presente ABAIXO ASSINADO, solicitar providências V. Ex. ª PREFEITO E VEREADORES DO MUNICÍPIO para a elaboração imediata de uma POLÍTICA PÚBLICA efetiva e responsável para o CONTROLE POPULACIONAL DE CÃES E GATOS.
Por isso, solicitamos:
1. Campanhas públicas permanentes de castração para cães e gatos, principalmente as fêmeas;
2. Campanhas educativas para a guarda responsável;
3. Campanhas contra o abandono;
4. Vacinação sistemática de cães e gatos contra as principais doenças;
5. Criação de um hospital veterinário e um abrigo para animais abandonados e perdidos em Olinda;
6. Educomunicação em saúde.
A Leshmaniose é uma antropozoose negligenciada, sendo uma das doenças parasitárias que mais mata.
A transmissão da doença ocorre quando a fêmea do flebotomíneo (mosquito palha) se infecta ao picar um cão contaminado com o parasito, e passa a transmiti-lo a pessoas e animais sadios.
Os flebotomíneos são pequenos insetos de 2 a 3 mm, com o corpo e asas cobertos de cerdas (pêlos) de cor marrons, mas luminosos. Apresentam um voo curto e baixo em forma de saltito e quando pousam mantém as asas semiabertas, ou seja, levantadas em forma de V.
São conhecidos por diferentes nomes como: tatuquira, mosquito palha, asa dura, asa branca, cangalhinha, birigui, anjinho, entre outros. Diferente dos mosquitos, a fêmea dos flebotomíneos põe seus ovos em locais sombreados, na terra com matéria orgânica ou em fendas de troncos de árvores e pedras.
Do ovo ao adulto decorrem cerca de 30 dias (de 4 a 7 semanas). Os adultos vivem em torno de 15-20 dias. Eles têm hábitos crepusculares ou noturnos, podendo picar o homem tando dentro de casa quanto no peridomicílio,
O mosquito se infecta ao picar um cão doente, os cães são muito susceptíveis ao contágio e no meio urbano são o principal reservatório do parasita, no meio rural pequenos roedores e marsupiais são os principais reservatórios.
O parasita ataca o sistema imunológico e, meses após a infecção inicial, a doença pode evoluir para a forma visceral grave, que é quase sempre fatal se não for diagnosticada e tratada precocemente.
As recomendações são: uso de repelentes, evitar os horários e ambientes onde esses insetos possam frequentar, utilização de mosquiteiros de tela fina, uso de repelentes, colocação de telas de proteção nas janelas (orifícios menores que 1mm) evitar o acúmulo de lixo orgânico (folhas, frutos, restos de galhos) nos quintais, mantendo sempre limpas as áreas próximas às residências e os abrigos de animais domésticos.
Para minimizar o sombreamento do ambiente recomenda-se a poda periódica das árvores e folhagens e colocar em sacos plásticos para coleta.
A OMS indica o uso de coleira repelente à base de deltrametrina ou permetrina (4%) em cães que habitam em regiões endêmicas da doença, ou que costumam frequentálas;
Outros repelentes, na forma de talco, spray e gotas agem de forma similar, porém eles possuem período de proteção curto, devendo ser reaplicados com frequência
Referência:
GUIA DIDÁTICO DE ATIVIDADES _ Semana de Prevenção e Controle da Leishmaniose Visceral. Secretaria Estadual de Saúde. Governo do Estado de São Paulo, 2019 acesso em 09/08/2023 pelo Link: GUIA DIDÁTICO DE ATIVIDADES Semana de Prevenção e Controle da Leishmaniose Visceral saúde.sp.gov 2019
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O problema
1. Nós moradores de Olinda em Pernambuco, preocupados com o descaso e o crescente número de animais abandonados pelas ruas de nosso município, com o iminente aumento do número de casos de Leishmanioose canina e com o consequente risco de casos humanos desta zoonose.
2. Vimos, através do presente ABAIXO ASSINADO, solicitar providências V. Ex. ª PREFEITO E VEREADORES DO MUNICÍPIO para a elaboração imediata de uma POLÍTICA PÚBLICA efetiva e responsável para o CONTROLE POPULACIONAL DE CÃES E GATOS.
Por isso, solicitamos:
1. Campanhas públicas permanentes de castração para cães e gatos, principalmente as fêmeas;
2. Campanhas educativas para a guarda responsável;
3. Campanhas contra o abandono;
4. Vacinação sistemática de cães e gatos contra as principais doenças;
5. Criação de um hospital veterinário e um abrigo para animais abandonados e perdidos em Olinda;
6. Educomunicação em saúde.
A Leshmaniose é uma antropozoose negligenciada, sendo uma das doenças parasitárias que mais mata.
A transmissão da doença ocorre quando a fêmea do flebotomíneo (mosquito palha) se infecta ao picar um cão contaminado com o parasito, e passa a transmiti-lo a pessoas e animais sadios.
Os flebotomíneos são pequenos insetos de 2 a 3 mm, com o corpo e asas cobertos de cerdas (pêlos) de cor marrons, mas luminosos. Apresentam um voo curto e baixo em forma de saltito e quando pousam mantém as asas semiabertas, ou seja, levantadas em forma de V.
São conhecidos por diferentes nomes como: tatuquira, mosquito palha, asa dura, asa branca, cangalhinha, birigui, anjinho, entre outros. Diferente dos mosquitos, a fêmea dos flebotomíneos põe seus ovos em locais sombreados, na terra com matéria orgânica ou em fendas de troncos de árvores e pedras.
Do ovo ao adulto decorrem cerca de 30 dias (de 4 a 7 semanas). Os adultos vivem em torno de 15-20 dias. Eles têm hábitos crepusculares ou noturnos, podendo picar o homem tando dentro de casa quanto no peridomicílio,
O mosquito se infecta ao picar um cão doente, os cães são muito susceptíveis ao contágio e no meio urbano são o principal reservatório do parasita, no meio rural pequenos roedores e marsupiais são os principais reservatórios.
O parasita ataca o sistema imunológico e, meses após a infecção inicial, a doença pode evoluir para a forma visceral grave, que é quase sempre fatal se não for diagnosticada e tratada precocemente.
As recomendações são: uso de repelentes, evitar os horários e ambientes onde esses insetos possam frequentar, utilização de mosquiteiros de tela fina, uso de repelentes, colocação de telas de proteção nas janelas (orifícios menores que 1mm) evitar o acúmulo de lixo orgânico (folhas, frutos, restos de galhos) nos quintais, mantendo sempre limpas as áreas próximas às residências e os abrigos de animais domésticos.
Para minimizar o sombreamento do ambiente recomenda-se a poda periódica das árvores e folhagens e colocar em sacos plásticos para coleta.
A OMS indica o uso de coleira repelente à base de deltrametrina ou permetrina (4%) em cães que habitam em regiões endêmicas da doença, ou que costumam frequentálas;
Outros repelentes, na forma de talco, spray e gotas agem de forma similar, porém eles possuem período de proteção curto, devendo ser reaplicados com frequência
Referência:
GUIA DIDÁTICO DE ATIVIDADES _ Semana de Prevenção e Controle da Leishmaniose Visceral. Secretaria Estadual de Saúde. Governo do Estado de São Paulo, 2019 acesso em 09/08/2023 pelo Link: GUIA DIDÁTICO DE ATIVIDADES Semana de Prevenção e Controle da Leishmaniose Visceral saúde.sp.gov 2019
Atualizações do abaixo-assinado
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Abaixo-assinado criado em 31 de agosto de 2023