Por Transparência e Preços Justos no Show do BTS

O problema

Nós, fãs, consumidores e cidadãos brasileiros, abaixo assinados, vimos por meio deste manifestar nossa preocupação e inconformismo diante das práticas recorrentes adotadas por empresas responsáveis pela venda de ingressos para grandes eventos musicais no Brasil, em especial diante da expectativa do show do grupo BTS, um fenômeno cultural de alcance mundial.
O BTS possui fãs em todos os Estados brasileiros, de diferentes faixas etárias e classes sociais, o que torna esse evento não apenas um espetáculo musical, mas um evento cultural de interesse coletivo, que deve respeitar princípios básicos de acesso democrático, transparência, equidade e proteção ao consumidor.
Diante disso, reivindicamos que a empresa responsável pela comercialização dos ingressos seja formalmente obrigada a cumprir os seguintes pontos:
1 - Proibição de preços abusivos, conforme previsto no Código de Defesa do Consumidor, incluindo a vedação de taxas adicionais excessivas, desproporcionais ou sem justificativa clara pela simples intermediação da venda.
2 - Transparência total e prévia, com a divulgação antecipada e detalhada de todas as informações essenciais ao consumidor, incluindo:
a) local do evento;
b) setores disponíveis;
c) mapa do estádio/arena;
d) valores dos ingressos por setor;
regras de meia-entrada e benefícios legais;
e) cronograma claro de vendas.
f) Infraestrutura técnica adequada, capaz de suportar o elevado volume de acessos simultâneos, evitando falhas sistêmicas, quedas de plataforma, filas virtuais injustas e prejuízos aos consumidores.
g) Venda organizada por lotes, como forma de ampliar o acesso, reduzir práticas especulativas e evitar concentração de ingressos nas mãos de poucos.
h) Disponibilização de pontos físicos de venda em outros Estados do Brasil, e não apenas na cidade-sede do evento, garantindo igualdade de acesso aos fãs de todas as regiões do país.
i) Fiscalização rigorosa pelos órgãos competentes (Procon, Ministério Público e demais entes de defesa do consumidor) quanto:
à política de preços dos ingressos;
à cobrança de taxas;
e à prática abusiva de valores elevados para alimentos e bebidas vendidos no interior do evento, que frequentemente ultrapassam qualquer parâmetro razoável e justo.
Reforçamos que cultura não é privilégio, é direito. Um evento desse porte deve refletir os valores que ele representa: diversidade, inclusão e respeito ao público. A prática de preços abusivos e a falta de transparência excluem, segregam e ferem o princípio da democracia cultural, transformando um evento artístico em um espaço de desigualdade.
Por fim, solicitamos que as autoridades competentes acompanhem, fiscalizem e, se necessário, intervenham preventivamente, assegurando que o show do BTS no Brasil seja um marco positivo — não apenas artístico, mas também de respeito ao consumidor e à cidadania.
Porque fãs não pedem privilégios.
Pedem justiça, transparência e acesso igualitário. 

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Karina MorenoCriador do abaixo-assinado

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O problema

Nós, fãs, consumidores e cidadãos brasileiros, abaixo assinados, vimos por meio deste manifestar nossa preocupação e inconformismo diante das práticas recorrentes adotadas por empresas responsáveis pela venda de ingressos para grandes eventos musicais no Brasil, em especial diante da expectativa do show do grupo BTS, um fenômeno cultural de alcance mundial.
O BTS possui fãs em todos os Estados brasileiros, de diferentes faixas etárias e classes sociais, o que torna esse evento não apenas um espetáculo musical, mas um evento cultural de interesse coletivo, que deve respeitar princípios básicos de acesso democrático, transparência, equidade e proteção ao consumidor.
Diante disso, reivindicamos que a empresa responsável pela comercialização dos ingressos seja formalmente obrigada a cumprir os seguintes pontos:
1 - Proibição de preços abusivos, conforme previsto no Código de Defesa do Consumidor, incluindo a vedação de taxas adicionais excessivas, desproporcionais ou sem justificativa clara pela simples intermediação da venda.
2 - Transparência total e prévia, com a divulgação antecipada e detalhada de todas as informações essenciais ao consumidor, incluindo:
a) local do evento;
b) setores disponíveis;
c) mapa do estádio/arena;
d) valores dos ingressos por setor;
regras de meia-entrada e benefícios legais;
e) cronograma claro de vendas.
f) Infraestrutura técnica adequada, capaz de suportar o elevado volume de acessos simultâneos, evitando falhas sistêmicas, quedas de plataforma, filas virtuais injustas e prejuízos aos consumidores.
g) Venda organizada por lotes, como forma de ampliar o acesso, reduzir práticas especulativas e evitar concentração de ingressos nas mãos de poucos.
h) Disponibilização de pontos físicos de venda em outros Estados do Brasil, e não apenas na cidade-sede do evento, garantindo igualdade de acesso aos fãs de todas as regiões do país.
i) Fiscalização rigorosa pelos órgãos competentes (Procon, Ministério Público e demais entes de defesa do consumidor) quanto:
à política de preços dos ingressos;
à cobrança de taxas;
e à prática abusiva de valores elevados para alimentos e bebidas vendidos no interior do evento, que frequentemente ultrapassam qualquer parâmetro razoável e justo.
Reforçamos que cultura não é privilégio, é direito. Um evento desse porte deve refletir os valores que ele representa: diversidade, inclusão e respeito ao público. A prática de preços abusivos e a falta de transparência excluem, segregam e ferem o princípio da democracia cultural, transformando um evento artístico em um espaço de desigualdade.
Por fim, solicitamos que as autoridades competentes acompanhem, fiscalizem e, se necessário, intervenham preventivamente, assegurando que o show do BTS no Brasil seja um marco positivo — não apenas artístico, mas também de respeito ao consumidor e à cidadania.
Porque fãs não pedem privilégios.
Pedem justiça, transparência e acesso igualitário. 

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Abaixo-assinado criado em 16 de janeiro de 2026