

Por Estabilidade Docente e Escolas Dignas em São Paulo!
O problema
Como professor categoria O do estado de São Paulo, estou diante de um cenário devastador: se não conseguir uma alocação em 30 dias, meu contrato será extinto e ficarei impedido de lecionar na rede por três anos. Minha história, infelizmente, reflete a de milhares. Por isso, venho denunciar a crise que destrói a dignidade docente e a qualidade da educação pública paulista.
Nos últimos anos, os professores do estado enfrentam desafios que corroem sua estabilidade e o próprio ensino. Aprovados em concurso, muitos aguardam anos por uma vaga que o sistema não oferece. Enquanto isso, somos divididos em categorias que fragmentam a categoria e geram insegurança permanente.
O problema, porém, é mais profundo. A instabilidade gera um efeito cascata catastrófico nas escolas. A falta de professores efetivos e a alta rotatividade levam ao fechamento de turmas. As que permanecem abertas ficam superlotadas, com 40, 50 alunos ou mais, muito além de qualquer limite razoável para um ensino de qualidade. Nessas condições, é humanamente impossível ministrar uma boa aula, acompanhar o desenvolvimento individual ou manter um ambiente propício à aprendizagem.
É inaceitável que, diante desse caos, a resposta do sistema seja onerar ainda mais o professor com taxas para permanecer na precariedade, em vez de investir em soluções reais. Precisamos de mais escolas, reformas e ampliações que ofereçam infraestrutura adequada, e não da eliminação de profissionais dedicados, que torna o ambiente escolar insustentável para todos.
Por isso, exigimos uma reforma urgente e estrutural:
Fim da Espera sem Fim: Alocação imediata e transparente para todos os professores aprovados em concurso.
Estabilidade pela Competência: Transformação em efetivos dos professores temporários que comprovam dedicação e competência, valorizando sua experiência acumulada na rede.
Fim da Superlotação e da Precarização: Um plano emergencial para ampliar e reformar escolas, garantindo salas de aula com número adequado de alunos e condições dignas de trabalho. O amparo legal para um ensino de qualidade começa pelo respeito ao limite físico e pedagógico de cada sala.
Fim das Taxas Abusivas: Fim da cobrança de taxas para a manutenção em regimes temporários.
A educação paulista não pode ser construída sobre a instabilidade e o desrespeito. Um professor inseguro é uma sala de aula em crise. Uma sala superlotada é o futuro do nosso estado sendo negligenciado.
Exigimos que o Governo do Estado de São Paulo assuma seu compromisso constitucional com a educação pública de qualidade, tratando seus professores com a dignidade que merecem e garantindo escolas com infraestrutura e condições adequadas para ensinar e aprender.
Assine e compartilhe! Pelos professores, pelos alunos e pelo futuro de São Paulo.

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O problema
Como professor categoria O do estado de São Paulo, estou diante de um cenário devastador: se não conseguir uma alocação em 30 dias, meu contrato será extinto e ficarei impedido de lecionar na rede por três anos. Minha história, infelizmente, reflete a de milhares. Por isso, venho denunciar a crise que destrói a dignidade docente e a qualidade da educação pública paulista.
Nos últimos anos, os professores do estado enfrentam desafios que corroem sua estabilidade e o próprio ensino. Aprovados em concurso, muitos aguardam anos por uma vaga que o sistema não oferece. Enquanto isso, somos divididos em categorias que fragmentam a categoria e geram insegurança permanente.
O problema, porém, é mais profundo. A instabilidade gera um efeito cascata catastrófico nas escolas. A falta de professores efetivos e a alta rotatividade levam ao fechamento de turmas. As que permanecem abertas ficam superlotadas, com 40, 50 alunos ou mais, muito além de qualquer limite razoável para um ensino de qualidade. Nessas condições, é humanamente impossível ministrar uma boa aula, acompanhar o desenvolvimento individual ou manter um ambiente propício à aprendizagem.
É inaceitável que, diante desse caos, a resposta do sistema seja onerar ainda mais o professor com taxas para permanecer na precariedade, em vez de investir em soluções reais. Precisamos de mais escolas, reformas e ampliações que ofereçam infraestrutura adequada, e não da eliminação de profissionais dedicados, que torna o ambiente escolar insustentável para todos.
Por isso, exigimos uma reforma urgente e estrutural:
Fim da Espera sem Fim: Alocação imediata e transparente para todos os professores aprovados em concurso.
Estabilidade pela Competência: Transformação em efetivos dos professores temporários que comprovam dedicação e competência, valorizando sua experiência acumulada na rede.
Fim da Superlotação e da Precarização: Um plano emergencial para ampliar e reformar escolas, garantindo salas de aula com número adequado de alunos e condições dignas de trabalho. O amparo legal para um ensino de qualidade começa pelo respeito ao limite físico e pedagógico de cada sala.
Fim das Taxas Abusivas: Fim da cobrança de taxas para a manutenção em regimes temporários.
A educação paulista não pode ser construída sobre a instabilidade e o desrespeito. Um professor inseguro é uma sala de aula em crise. Uma sala superlotada é o futuro do nosso estado sendo negligenciado.
Exigimos que o Governo do Estado de São Paulo assuma seu compromisso constitucional com a educação pública de qualidade, tratando seus professores com a dignidade que merecem e garantindo escolas com infraestrutura e condições adequadas para ensinar e aprender.
Assine e compartilhe! Pelos professores, pelos alunos e pelo futuro de São Paulo.

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Abaixo-assinado criado em 31 de janeiro de 2026