Contra Privatização Parque São Bartolomeu e Parque Pirajá em Salvador.


Contra Privatização Parque São Bartolomeu e Parque Pirajá em Salvador.
O problema
Diga Não a Privatização do Parque São Bartolomeu e do Parque Pirajá.Recente o Governo da Bahia permitiu a passagem da boiada do Ministro do Meio ambiente do Governo Bolsonaro. Um forte golpe nas comunidades do parques.
Junte-se a INICIATIVA POPULAR TRILHA DAS FLORES nesta luta pela democratização dos espaços verdes em Salvador. Pelo livre acesso aos Parques e áreas verdes. Queremos melhorias, Sim. Mas sem privatizar.
O Parque São Bartolomeu está localizado entre o bairro de Pirajá e a Enseada do Cabrito, no Subúrbio Ferroviário de Salvador. Com grande biodiversidade, abriga quatro cachoeiras, manguezal e a barragem do Rio do Cobre. No entanto, essa riqueza encontra-se vulnerável. A degradação ambiental e social ameaçam a preservação dessa área, na forma de poluição, ocupação irregular e pouca infraestrutura pública (coleta de lixo e saneamento).[Devido à divergência entre as fontes, pode ter sido instituído por meio do decreto municipal de número 4756 de 13 de março de 1975ou do decreto municipal de número 5363 de 28 de abril de 1978. Os 75 hectares do parque estão situados no território da Área de Proteção Ambiental Bacia do Cobre - São Bartolomeu, que se estende pelo município vizinho de Simões Filho,[6] do Sítio Histórico de Pirajá, de 2.660 hectares, e do Parque Metropolitano de Pirajá, de 1.550 hectares.
Um dos principais pontos da cidade com remanescentes de Mata Atlântica em zona urbana no Brasil, o parque tem valor não só ambiental, como religioso e histórico. É local sagrado, inclusive de culto, para o povo do santo, a exemplo da Praça de Oxum. E foi palco, em 1823, da Batalha de Pirajá, parte da campanha baiana da Guerra da Independência do Brasil.Há também a Mata do Urubu, local onde viveram índios tupinambás e quilombolas (Quilombo dos Urubus).
O Parque foi objeto do Projeto de Requalificação Urbana e Ambiental da Bacia do Cobre, levado pelo governo estadual, para revitalizar o parque, recuperar a vegetação e a Lagoa da Paixão, urbanizar a Encosta de Pirajá, dentre outras intervenções urbanas, habitacionais, infraestruturais e viárias contabilizadas em um investimento superior a 180 milhões de reais. A última etapa foi concluída e entregue no dia 4 de outubro de 2014, com as praças de Oxum e de Eventos urbanizadas, o Centro de Referência e Módulos do Parque, além da continuidade com o parque do Rio do Cobre.
O problema
Diga Não a Privatização do Parque São Bartolomeu e do Parque Pirajá.Recente o Governo da Bahia permitiu a passagem da boiada do Ministro do Meio ambiente do Governo Bolsonaro. Um forte golpe nas comunidades do parques.
Junte-se a INICIATIVA POPULAR TRILHA DAS FLORES nesta luta pela democratização dos espaços verdes em Salvador. Pelo livre acesso aos Parques e áreas verdes. Queremos melhorias, Sim. Mas sem privatizar.
O Parque São Bartolomeu está localizado entre o bairro de Pirajá e a Enseada do Cabrito, no Subúrbio Ferroviário de Salvador. Com grande biodiversidade, abriga quatro cachoeiras, manguezal e a barragem do Rio do Cobre. No entanto, essa riqueza encontra-se vulnerável. A degradação ambiental e social ameaçam a preservação dessa área, na forma de poluição, ocupação irregular e pouca infraestrutura pública (coleta de lixo e saneamento).[Devido à divergência entre as fontes, pode ter sido instituído por meio do decreto municipal de número 4756 de 13 de março de 1975ou do decreto municipal de número 5363 de 28 de abril de 1978. Os 75 hectares do parque estão situados no território da Área de Proteção Ambiental Bacia do Cobre - São Bartolomeu, que se estende pelo município vizinho de Simões Filho,[6] do Sítio Histórico de Pirajá, de 2.660 hectares, e do Parque Metropolitano de Pirajá, de 1.550 hectares.
Um dos principais pontos da cidade com remanescentes de Mata Atlântica em zona urbana no Brasil, o parque tem valor não só ambiental, como religioso e histórico. É local sagrado, inclusive de culto, para o povo do santo, a exemplo da Praça de Oxum. E foi palco, em 1823, da Batalha de Pirajá, parte da campanha baiana da Guerra da Independência do Brasil.Há também a Mata do Urubu, local onde viveram índios tupinambás e quilombolas (Quilombo dos Urubus).
O Parque foi objeto do Projeto de Requalificação Urbana e Ambiental da Bacia do Cobre, levado pelo governo estadual, para revitalizar o parque, recuperar a vegetação e a Lagoa da Paixão, urbanizar a Encosta de Pirajá, dentre outras intervenções urbanas, habitacionais, infraestruturais e viárias contabilizadas em um investimento superior a 180 milhões de reais. A última etapa foi concluída e entregue no dia 4 de outubro de 2014, com as praças de Oxum e de Eventos urbanizadas, o Centro de Referência e Módulos do Parque, além da continuidade com o parque do Rio do Cobre.
Abaixo-assinado encerrado
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Abaixo-assinado criado em 16 de março de 2021
