Perda da isenção de impostos para igrejas que usaram o púlpito como palanque eleitoral.

O problema

Queremos que Igrejas que utilizam o seu Púlpito como Palanque Eleitoral tenham suas isenções de impostos suspensas  por um periodo de 5 Anos estendendo-se para Pastores / Sacerdotes desta instintuição. 

Igreja Não é palanque político todo cidadão deve ser respeitado e ter seu direito de escolha assegurado.

No caso da religião, essa coersão se daria por meio de líderes religiosos, que utilizam o discurso da moralidade para influenciar o voto de seus seguidores.
Surge esse novo perfil de religiosos, que foi construído também com algumas intenções. Eles trazem para o debate a pauta moral, que é para capturar os votos desses rebanhos. É o voto de cabresto religioso. Os fiéis de determinada igreja vão todos para aquele candidato.

“A gente se sentiu descartável”. “É como se nós, cristãos, estivéssemos vivendo a própria ditadura dentro do templo”. “Não reconheço mais a Igreja hoje”. “O pastor abandonou a Bíblia pra falar de comunismo”. “É triste ver um lugar sagrado sendo corrompido”. “A perseguição contra os cristãos já começou no Brasil. Só que dentro da própria igreja.”

Essas frases foram ditas por cristão que foram afastados da igreja por não concordarem com política dentro dos templos religiosos.

Enquanto pastores influentes como André Valadão e Silas Malafaia dizem que igrejas devem ter posição política clara e fazem campanha pela reeleição do atual presidente, a BBC News Brasil recebeu mais de 100 relatos de cristãos, principalmente evangélicos, que narram episódios de pressão ou intimidação dentro dos templos na reta final da eleição.

Muitos pediram anonimato, com medo de consequências para si próprios ou suas famílias dentro das igrejas.

Alisson Santos diz ter sido expulso junto à esposa da igreja evangélica que frequentava desde 2019 em Aracaju (SE). Até o início de outubro, ambos trabalhavam como evangelizadores de jovens no templo.

Ele diz que o apoio de pastores a Bolsonaro e seus aliados sempre existiu, mas se intensificou no segundo semestre, quando um dos pastores se candidatou a deputado estadual.

“A partir daí, em todas as reuniões a gente tinha que orar por esse pré-candidato e fazia reuniões para falar sobre isso”, ele conta. “Diziam que Bolsonaro é o único candidato que defende a liberdade religiosa, o único que vai manter igrejas abertas. E que, se Lula for eleito, ele vai fechar as igrejas, queimar as igrejas”.

Ele conta que viu frequentadores da igreja sendo expostos no altar por discordarem dos candidatos apoiados pela igreja.

Fonte: BBC News Brasil

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O problema

Queremos que Igrejas que utilizam o seu Púlpito como Palanque Eleitoral tenham suas isenções de impostos suspensas  por um periodo de 5 Anos estendendo-se para Pastores / Sacerdotes desta instintuição. 

Igreja Não é palanque político todo cidadão deve ser respeitado e ter seu direito de escolha assegurado.

No caso da religião, essa coersão se daria por meio de líderes religiosos, que utilizam o discurso da moralidade para influenciar o voto de seus seguidores.
Surge esse novo perfil de religiosos, que foi construído também com algumas intenções. Eles trazem para o debate a pauta moral, que é para capturar os votos desses rebanhos. É o voto de cabresto religioso. Os fiéis de determinada igreja vão todos para aquele candidato.

“A gente se sentiu descartável”. “É como se nós, cristãos, estivéssemos vivendo a própria ditadura dentro do templo”. “Não reconheço mais a Igreja hoje”. “O pastor abandonou a Bíblia pra falar de comunismo”. “É triste ver um lugar sagrado sendo corrompido”. “A perseguição contra os cristãos já começou no Brasil. Só que dentro da própria igreja.”

Essas frases foram ditas por cristão que foram afastados da igreja por não concordarem com política dentro dos templos religiosos.

Enquanto pastores influentes como André Valadão e Silas Malafaia dizem que igrejas devem ter posição política clara e fazem campanha pela reeleição do atual presidente, a BBC News Brasil recebeu mais de 100 relatos de cristãos, principalmente evangélicos, que narram episódios de pressão ou intimidação dentro dos templos na reta final da eleição.

Muitos pediram anonimato, com medo de consequências para si próprios ou suas famílias dentro das igrejas.

Alisson Santos diz ter sido expulso junto à esposa da igreja evangélica que frequentava desde 2019 em Aracaju (SE). Até o início de outubro, ambos trabalhavam como evangelizadores de jovens no templo.

Ele diz que o apoio de pastores a Bolsonaro e seus aliados sempre existiu, mas se intensificou no segundo semestre, quando um dos pastores se candidatou a deputado estadual.

“A partir daí, em todas as reuniões a gente tinha que orar por esse pré-candidato e fazia reuniões para falar sobre isso”, ele conta. “Diziam que Bolsonaro é o único candidato que defende a liberdade religiosa, o único que vai manter igrejas abertas. E que, se Lula for eleito, ele vai fechar as igrejas, queimar as igrejas”.

Ele conta que viu frequentadores da igreja sendo expostos no altar por discordarem dos candidatos apoiados pela igreja.

Fonte: BBC News Brasil

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Os tomadores de decisão

Randolfe Rodrigues
Randolfe Rodrigues
Senador da República
Atualizações do abaixo-assinado

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Abaixo-assinado criado em 20 de outubro de 2022