PELO ROMPIMENTO DAS RELAÇÕES DA UFAL COM O ESTADO GENOCIDA DE ISRAEL

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Isabela Fabbrin e outras 19 pessoas assinaram recentemente.

O problema

MOÇÃO DE REPÚDIO À DETENÇÃO DE INTEGRANTES DA GLOBAL SUMUD FLOTILHA, PELO FIM DO GENOCÍDIO EM GAZA E PELA SUSPENSÃO DAS RELAÇÕES DA UFAL E DO ESTADO BRASILEIRO COM O ESTADO DE ISRAEL


O Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal de Alagoas, DCE/UFAL - Quilombo dos Palmares, no exercício de sua representação estudantil, apresenta ao Conselho Superior Universitário (CONSUNI) da UFAL a presente moção de repúdio e de posicionamento público.

Denunciamos e repudiamos os atos de violência cometidos contra populações civis no Oriente Médio, em especial as brutais atrocidades praticadas pelo Estado de Israel contra o povo palestino, que configuram verdadeiro genocídio em curso na Faixa de Gaza. Condenamos igualmente a detenção de integrantes da Global Sumud Flotilha, missão internacional humanitária interceptada em águas internacionais, cujo objetivo era furar o bloqueio de Gaza e levar medicamentos, alimentos e suprimentos à população sitiada.

A interceptação das embarcações e a prisão de cidadãos brasileiros e estrangeiros, além de violar o direito internacional, expõe ao mundo a truculência das forças militares israelenses, responsáveis pela morte de milhares de palestinos e pela imposição de um cerco desumano, que condena os sobreviventes à fome, à privação e à ausência das mínimas condições de subsistência.

Entre os brasileiros detidos encontram-se: Luizianne Linz (Deputada Federal – PT/CE), Mariana Conti Takahashi (Vereadora – PSOL/SP e servidora da UNICAMP), Thiago Ávila e Silva Oliveira (Comitê Diretor da Flotilha), Gabrielle da Silva Tolotti (Presidenta do PSOL/RS), Nicolas Calabrese (Rede Emancipa/RJ), Bruno Sperb Rocha (servidor da USP e militante da CSP-Conlutas), Lisiane Proença Severo (comunicadora popular), Magno de Carvalho Costa (diretor do SINTUSP), Ariadne Catarina Cardoso Teles (advogada popular), Mansur Peixoto (criador do projeto História Islâmica), Mohamad Sami El Kadri (Presidente do Fórum Latino-Palestino), Lucas Farias Gusmão (ativista internacionalista), entre outros.

O Conselho Superior Universitário e a Universidade Federal de Alagoas, herdeiros da tradição de luta do Quilombo dos Palmares, de resistência de Zumbi e de Dandara, não podem se omitir diante dessa tragédia humanitária. A omissão seria conivência com o massacre de um povo.

Assim, com base no precedente da Universidade Federal Fluminense e em consonância com iniciativas da Rede Universitária de Solidariedade ao Povo Palestino, solicitamos:

  1. O rompimento de todos os acordos e cooperações da UFAL com universidades israelenses, tais como o Acordo de Cooperação com a Universidade de Tel Aviv e o Memorando de Entendimento com a Universidade Ben-Gurion do Negev;
  2. Que o CONSUNI da UFAL se some às vozes nacionais e internacionais que exigem do Estado brasileiro a suspensão imediata das relações comerciais e militares com Israel;
  3. Que a UFAL reafirme seu compromisso histórico com a defesa dos direitos humanos, da soberania dos povos e de uma Palestina livre e democrática, contra o regime de apartheid imposto pelo Estado de Israel.

Dessa forma, o Conselho Superior Universitário da Universidade Federal de Alagoas se soma às inúmeras instituições acadêmicas, entidades da sociedade civil e organismos internacionais que defendem o direito de autodeterminação do povo palestino e a construção de um futuro democrático, laico e de paz em toda a região.

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MOÇÃO DE REPÚDIO À DETENÇÃO DE INTEGRANTES DA GLOBAL SUMUD FLOTILHA, PELO FIM DO GENOCÍDIO EM GAZA E PELA SUSPENSÃO DAS RELAÇÕES DA UFAL E DO ESTADO BRASILEIRO COM O ESTADO DE ISRAEL


O Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal de Alagoas, DCE/UFAL - Quilombo dos Palmares, no exercício de sua representação estudantil, apresenta ao Conselho Superior Universitário (CONSUNI) da UFAL a presente moção de repúdio e de posicionamento público.

Denunciamos e repudiamos os atos de violência cometidos contra populações civis no Oriente Médio, em especial as brutais atrocidades praticadas pelo Estado de Israel contra o povo palestino, que configuram verdadeiro genocídio em curso na Faixa de Gaza. Condenamos igualmente a detenção de integrantes da Global Sumud Flotilha, missão internacional humanitária interceptada em águas internacionais, cujo objetivo era furar o bloqueio de Gaza e levar medicamentos, alimentos e suprimentos à população sitiada.

A interceptação das embarcações e a prisão de cidadãos brasileiros e estrangeiros, além de violar o direito internacional, expõe ao mundo a truculência das forças militares israelenses, responsáveis pela morte de milhares de palestinos e pela imposição de um cerco desumano, que condena os sobreviventes à fome, à privação e à ausência das mínimas condições de subsistência.

Entre os brasileiros detidos encontram-se: Luizianne Linz (Deputada Federal – PT/CE), Mariana Conti Takahashi (Vereadora – PSOL/SP e servidora da UNICAMP), Thiago Ávila e Silva Oliveira (Comitê Diretor da Flotilha), Gabrielle da Silva Tolotti (Presidenta do PSOL/RS), Nicolas Calabrese (Rede Emancipa/RJ), Bruno Sperb Rocha (servidor da USP e militante da CSP-Conlutas), Lisiane Proença Severo (comunicadora popular), Magno de Carvalho Costa (diretor do SINTUSP), Ariadne Catarina Cardoso Teles (advogada popular), Mansur Peixoto (criador do projeto História Islâmica), Mohamad Sami El Kadri (Presidente do Fórum Latino-Palestino), Lucas Farias Gusmão (ativista internacionalista), entre outros.

O Conselho Superior Universitário e a Universidade Federal de Alagoas, herdeiros da tradição de luta do Quilombo dos Palmares, de resistência de Zumbi e de Dandara, não podem se omitir diante dessa tragédia humanitária. A omissão seria conivência com o massacre de um povo.

Assim, com base no precedente da Universidade Federal Fluminense e em consonância com iniciativas da Rede Universitária de Solidariedade ao Povo Palestino, solicitamos:

  1. O rompimento de todos os acordos e cooperações da UFAL com universidades israelenses, tais como o Acordo de Cooperação com a Universidade de Tel Aviv e o Memorando de Entendimento com a Universidade Ben-Gurion do Negev;
  2. Que o CONSUNI da UFAL se some às vozes nacionais e internacionais que exigem do Estado brasileiro a suspensão imediata das relações comerciais e militares com Israel;
  3. Que a UFAL reafirme seu compromisso histórico com a defesa dos direitos humanos, da soberania dos povos e de uma Palestina livre e democrática, contra o regime de apartheid imposto pelo Estado de Israel.

Dessa forma, o Conselho Superior Universitário da Universidade Federal de Alagoas se soma às inúmeras instituições acadêmicas, entidades da sociedade civil e organismos internacionais que defendem o direito de autodeterminação do povo palestino e a construção de um futuro democrático, laico e de paz em toda a região.

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Abaixo-assinado criado em 4 de outubro de 2025