PELO FIM DA BLAZE E OUTRAS EMPRESAS DE APOSTAS NO BRASIL.


PELO FIM DA BLAZE E OUTRAS EMPRESAS DE APOSTAS NO BRASIL.
O problema
@rafaelsneto
A sede do cassino da Blaze em Curaçao nós leva a um endereço, via Google Earth, em uma rua sem saída. Embora fora do País, 95% dos jogadores são Brasileiros e pasmem, o número é tão alarmante que atingiu fortemente a população de baixa renda.
Não é necessário ir tão distante! No site reclame aqui a empresa já está dentre as piores, liderando o número de reclamações e, basta um tour virtual que nos deparamos com diversos relatos de vítimas com inclinação a cometerem suicídio.
Em um País com alto índice de desigualdade, convenhamos, com uma pobreza imensa, pouca distribuição de renda e ausência na qualidade da prestação de serviços básicos como saúde e educação, apoiar tal atividade que causa uma dependência tão forte quanto a da cocaína é no mínimo criminoso.
Pior é aceitarmos esse tipo de atividade, livremente, em nosso País sem no mínimo arrecadação de impostos. Enriquecendo estrangeiros e sócios proprietários de uma empresa tão covarde, agindo de forma ilegal, destruindo famílias e gerações.
Age de forma ilegal pois RECEBE e DEPOSITA os valores em Pix, na nossa moeda, não sendo cambial.
Outro fator relevante que devemos levar em consideração, são os investimentos massivos em publicidade na internet. Abrangendo desde o YouTube, Facebook, Twitter, Instagram e Twitch, utilizando como porta voz influenciadores.
Estes, por sua vez, não estão preocupados com a sua audiência. Que em grande parte são menores de idade. E, em decorrência do financiamento deste cassino, promovem jogatinas ao vivo, influenciando jovens em todo o território Brasileiro.
Particularmente, levanto a bandeira contra essa prática covarde pois sofri de jogo patológico. Em duas vezes tentei o suicídio e inclusive, fui para uma clínica de reabilitação.
Conheço a dor de perto da adicção em jogos. E, acho lamentável times brasileiros estamparem em seus uniformes empresas de apostas que sequer são regulamentadas no Brasil.
Como o vício em drogas, reconheço que não estou curado. Pois cada dia é uma batalha. A acessibilidade facilitada, torna as pessoas dependentes mais rápidas, perdendo tudo que construíram ao longo de suas vidas em segundos.
Apostar pelo celular, enriquecendo empresas estrangeiras, influenciadores que estão interessados apenas em capital, deveria ser crime em nosso país.
Já passou da hora de que a divulgação destas empresas, assim como o acesso em nosso território seja proibido.
E todos aqueles que influenciaram as milhares de famílias que estão aos montes declarando desespero na internet, sejam responsabilizados.
A jogada de marketing destes é tão cruel quanto a própria atividade. Invertendo o papel, deixando subentendido que não se trata de aposta mas sim investimento.
Após um ano recluso, com depressão, voltei a estudar e montei um canal no YouTube chamado Fala Careca.
No meu primeiro vídeo falei sobre o vício em jogo e acreditem se quiser. A métrica fornecida pelo Youtube, dos acessos, são sempre pedidos de socorro em decorrência do vício na blaze ou outras empresas de apostas. E, lamentavelmente, pessoas com vontade de cometer suicídio.
Pela proibição destas plataformas e divulgação peço a assinatura de todos e, com o abaixo assinado, irei protocolar no ministério público com evidências de que a empresa tem prática ilícita no nosso País.
@rafaelsneto

O problema
@rafaelsneto
A sede do cassino da Blaze em Curaçao nós leva a um endereço, via Google Earth, em uma rua sem saída. Embora fora do País, 95% dos jogadores são Brasileiros e pasmem, o número é tão alarmante que atingiu fortemente a população de baixa renda.
Não é necessário ir tão distante! No site reclame aqui a empresa já está dentre as piores, liderando o número de reclamações e, basta um tour virtual que nos deparamos com diversos relatos de vítimas com inclinação a cometerem suicídio.
Em um País com alto índice de desigualdade, convenhamos, com uma pobreza imensa, pouca distribuição de renda e ausência na qualidade da prestação de serviços básicos como saúde e educação, apoiar tal atividade que causa uma dependência tão forte quanto a da cocaína é no mínimo criminoso.
Pior é aceitarmos esse tipo de atividade, livremente, em nosso País sem no mínimo arrecadação de impostos. Enriquecendo estrangeiros e sócios proprietários de uma empresa tão covarde, agindo de forma ilegal, destruindo famílias e gerações.
Age de forma ilegal pois RECEBE e DEPOSITA os valores em Pix, na nossa moeda, não sendo cambial.
Outro fator relevante que devemos levar em consideração, são os investimentos massivos em publicidade na internet. Abrangendo desde o YouTube, Facebook, Twitter, Instagram e Twitch, utilizando como porta voz influenciadores.
Estes, por sua vez, não estão preocupados com a sua audiência. Que em grande parte são menores de idade. E, em decorrência do financiamento deste cassino, promovem jogatinas ao vivo, influenciando jovens em todo o território Brasileiro.
Particularmente, levanto a bandeira contra essa prática covarde pois sofri de jogo patológico. Em duas vezes tentei o suicídio e inclusive, fui para uma clínica de reabilitação.
Conheço a dor de perto da adicção em jogos. E, acho lamentável times brasileiros estamparem em seus uniformes empresas de apostas que sequer são regulamentadas no Brasil.
Como o vício em drogas, reconheço que não estou curado. Pois cada dia é uma batalha. A acessibilidade facilitada, torna as pessoas dependentes mais rápidas, perdendo tudo que construíram ao longo de suas vidas em segundos.
Apostar pelo celular, enriquecendo empresas estrangeiras, influenciadores que estão interessados apenas em capital, deveria ser crime em nosso país.
Já passou da hora de que a divulgação destas empresas, assim como o acesso em nosso território seja proibido.
E todos aqueles que influenciaram as milhares de famílias que estão aos montes declarando desespero na internet, sejam responsabilizados.
A jogada de marketing destes é tão cruel quanto a própria atividade. Invertendo o papel, deixando subentendido que não se trata de aposta mas sim investimento.
Após um ano recluso, com depressão, voltei a estudar e montei um canal no YouTube chamado Fala Careca.
No meu primeiro vídeo falei sobre o vício em jogo e acreditem se quiser. A métrica fornecida pelo Youtube, dos acessos, são sempre pedidos de socorro em decorrência do vício na blaze ou outras empresas de apostas. E, lamentavelmente, pessoas com vontade de cometer suicídio.
Pela proibição destas plataformas e divulgação peço a assinatura de todos e, com o abaixo assinado, irei protocolar no ministério público com evidências de que a empresa tem prática ilícita no nosso País.
@rafaelsneto

Abaixo-assinado encerrado
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Abaixo-assinado criado em 26 de agosto de 2022