Pela recuperação do Bosque Sebastião Cortês, em Perdizes - SP


Pela recuperação do Bosque Sebastião Cortês, em Perdizes - SP
O problema
*Atualização - Com o aval da prefeitura de São Paulo, a Construtora Namour Incorporadora derrubou 94 árvores de um bosque de 2.000 m2 em Perdizes, na rua Sebastião Cortes, 93, para dar lugar a um empreendimento de três torres. O terreno nunca foi utilizado nos últimos 70 anos. Ali haviam muitas árvores, algumas frutíferas, que serviam de moradia e fonte de alimentação para centenas de pássaros de diferentes espécies, além de ser de moradia para muitos gatinhos.
Há também uma preocupação com a declividade do terreno e da magnitude da obra impactar as estruturas dos prédios, alguns construídos em meados da década de 1960.
Após a derrubada das árvores com as chuvas que atingiram a cidade no final de janeiro, houve deslizamento de terra no terreno. A lama do terreno desceu para as ruas do bairro, entupiu bueiros e acelerou a inundação de avenidas próximas.
No final de janeiro de 2025, o Ministério Público de São Paulo suspendeu as atividades no terreno. Veja um trecho da decisão:
“A 4ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo atendeu a pedido da Promotoria de Justiça de Meio Ambiente da Capital e concedeu liminar mandando interromper a derrubada de árvores e a continuidade de qualquer obra em área de bosque situada à Rua Sebastião Cortes, 93, no bairro de Perdizes. Segundo a ação civil pública ajuizada pela promotora Cristina Godoy de Araújo Freitas, árvores centenárias vêm sendo removidas para dar espaço a um empreendimento imobiliário.
A liminar também suspende alvará concedido pelo município à incorporadora responsável, assim como o Termo de Compromisso Ambiental firmado para a intervenção no local. Além disso, impõe ao município de São Paulo a obrigação de reavaliar a autorização levando em conta as discrepâncias apontadas em parecer técnico do Centro de Apoio à Execução (CAEx), órgão do Ministério Público de São Paulo.”
Agora, a nossa luta é para recuperar o bosque para fazer o replantio. É possível! O movimento não é apenas sobre a qualidade de vida dos moradores. É sobre o descaso com o meio ambiente, com as mudanças climáticas, com a vizinhança dos bairros já consolidados e com a cidade de São Paulo.
PRECISAMOS DA SUA AJUDA!
Assine a petição e acompanhe as atualizações do caso no Instagram @coletivouniaoperdizes
COMPARTILHE, COMENTE, PRECISAMOS DAR VISIBILIDADE A ESSA CAUSA. OBRIGADA!

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O problema
*Atualização - Com o aval da prefeitura de São Paulo, a Construtora Namour Incorporadora derrubou 94 árvores de um bosque de 2.000 m2 em Perdizes, na rua Sebastião Cortes, 93, para dar lugar a um empreendimento de três torres. O terreno nunca foi utilizado nos últimos 70 anos. Ali haviam muitas árvores, algumas frutíferas, que serviam de moradia e fonte de alimentação para centenas de pássaros de diferentes espécies, além de ser de moradia para muitos gatinhos.
Há também uma preocupação com a declividade do terreno e da magnitude da obra impactar as estruturas dos prédios, alguns construídos em meados da década de 1960.
Após a derrubada das árvores com as chuvas que atingiram a cidade no final de janeiro, houve deslizamento de terra no terreno. A lama do terreno desceu para as ruas do bairro, entupiu bueiros e acelerou a inundação de avenidas próximas.
No final de janeiro de 2025, o Ministério Público de São Paulo suspendeu as atividades no terreno. Veja um trecho da decisão:
“A 4ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo atendeu a pedido da Promotoria de Justiça de Meio Ambiente da Capital e concedeu liminar mandando interromper a derrubada de árvores e a continuidade de qualquer obra em área de bosque situada à Rua Sebastião Cortes, 93, no bairro de Perdizes. Segundo a ação civil pública ajuizada pela promotora Cristina Godoy de Araújo Freitas, árvores centenárias vêm sendo removidas para dar espaço a um empreendimento imobiliário.
A liminar também suspende alvará concedido pelo município à incorporadora responsável, assim como o Termo de Compromisso Ambiental firmado para a intervenção no local. Além disso, impõe ao município de São Paulo a obrigação de reavaliar a autorização levando em conta as discrepâncias apontadas em parecer técnico do Centro de Apoio à Execução (CAEx), órgão do Ministério Público de São Paulo.”
Agora, a nossa luta é para recuperar o bosque para fazer o replantio. É possível! O movimento não é apenas sobre a qualidade de vida dos moradores. É sobre o descaso com o meio ambiente, com as mudanças climáticas, com a vizinhança dos bairros já consolidados e com a cidade de São Paulo.
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Abaixo-assinado criado em 25 de outubro de 2024