Libera as vacinas das gestantes, sem prescrição médica, URGENTE!

Libera as vacinas das gestantes, sem prescrição médica, URGENTE!

O problema

As gestantes de Belo Horizonte estão sofrendo diversas humilhações ao buscarem o direito de se vacinarem contra covid-19 e assim se protegerem desta que está configurada como a maior causa de morte materna no país.

Peregrinação, longa espera, custos de deslocamento, desgaste emocional, negativas por parte de médicos e agentes públicos, informações conflitantes nos postos de vacinação e site da Prefeitura.

O direito à vacina tem sido negado reiteradamente sob a alegação de exigência de prescrição médica. Muitos médicos de pré-natal estão recusando emitir a prescrição. As gestantes estão inclusive sendo expostas a maiores riscos de contágio ao necessitarem peregrinar em busca de um documento que não devia ser necessário, uma vez que a vacinação é uma medida de saúde pública.

A Deliberação CIB-SUS/MG 3.440, de 14 de junho de 2021, incluiu gestantes e puérperas sem comorbidades nos grupos prioritários para a vacinação contra a covid-19 no Estado de Minas Gerais, sem necessidade de nenhum relatório específico, além do cartão de pré-natal (para as gestantes) e comprovação do parto / registro hospitalar (para as puérperas).

Esse também é o posicionamento da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), que recomenda "as gestantes sem comorbidades devem precisar apresentar somente cartão de pré-natal comprovando sua gestação atual, sem necessidade de nenhum relatório específico.".

Não faz sentido impor essa dificuldade de acesso e negar o direito à vacina para as gestantes, colocando-as em maior risco e submetendo-as a constrangimentos. VACINA É DIREITO! E os direitos das mulheres não podem ser tutelados. Precisam ser garantidos pelo poder público!

Estima-se que são 22 mil gestantes em Belo Horizonte. No entanto, desde que a vacinação iniciou no dia 17/06, apenas cerca de 3 mil doses da vacina Pfizer foram administradas, segundo dados dos boletins epidemiológicos divulgados diariamente pelo município. Ou seja, ainda que apenas gestantes estivessem sendo vacinadas com essa vacina, o número está muito abaixo diante da urgência de protegê-las da COVID-19, doença com mortalidade é 2 vezes maior para gestantes do que para a população geral, além aumentar o risco de prematuridade e óbito fetal.

Na comparação entre os anos 2020 e 2021, a mortalidade materna semanal aumentou em 283% e a mortalidade da população geral aumentou em 105%, confirmando os achados do CDC de que gestantes constituem grupo de maior risco de intubação orotraqueal, de internação em Unidades de Terapia Intensiva e de óbito.

É urgente que a Prefeitura elimine a exigência de prescrição médica e mobilize todas as forças para alcançar as gestantes e puérperas nos territórios, com campanhas nos meios de comunicação em massa e na atenção primária.

A vacina é um método efetivo de prevenção de casos graves e mortalidade materna pela COVID-19 e precisa chegar ao braço de todas as gestantes o mais rápido possível. Cada dia de espera é uma dia a mais de risco! 

PBH, libera as vacinas das gestantes sem prescrição médica! URGENTE!


SE VOCÊ É GESTANTE OU PUÉRPERA E ENCONTROU DIFICULDADES PARA SE VACINAR EM BH, DEIXE SEU RELATO NOS COMENTÁRIOS, OU FAÇA CONTATO COMIGO. pollydoula@gmail.com ou @pollydoamaral (nas redes sociais)

#ChegaDeMortesMaternas #VacinaUrgentePrasGestantes #LiberaAsVacinasDasGestantes #PBHfaçasuaparte #SUS

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Polly do AmaralCriador do abaixo-assinadoDoula. Coordenadora do Ishtar BH (grupo voluntário de apoio à gestação e maternidade), integrante da Parto do Principio e da CISAM/CMS-BH. Mãe de três filhas, formada em Ciência da Computação pela UFMG, ativista desde 2007. @pollydoamaral
Este abaixo-assinado conseguiu 512 apoiadores!

O problema

As gestantes de Belo Horizonte estão sofrendo diversas humilhações ao buscarem o direito de se vacinarem contra covid-19 e assim se protegerem desta que está configurada como a maior causa de morte materna no país.

Peregrinação, longa espera, custos de deslocamento, desgaste emocional, negativas por parte de médicos e agentes públicos, informações conflitantes nos postos de vacinação e site da Prefeitura.

O direito à vacina tem sido negado reiteradamente sob a alegação de exigência de prescrição médica. Muitos médicos de pré-natal estão recusando emitir a prescrição. As gestantes estão inclusive sendo expostas a maiores riscos de contágio ao necessitarem peregrinar em busca de um documento que não devia ser necessário, uma vez que a vacinação é uma medida de saúde pública.

A Deliberação CIB-SUS/MG 3.440, de 14 de junho de 2021, incluiu gestantes e puérperas sem comorbidades nos grupos prioritários para a vacinação contra a covid-19 no Estado de Minas Gerais, sem necessidade de nenhum relatório específico, além do cartão de pré-natal (para as gestantes) e comprovação do parto / registro hospitalar (para as puérperas).

Esse também é o posicionamento da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), que recomenda "as gestantes sem comorbidades devem precisar apresentar somente cartão de pré-natal comprovando sua gestação atual, sem necessidade de nenhum relatório específico.".

Não faz sentido impor essa dificuldade de acesso e negar o direito à vacina para as gestantes, colocando-as em maior risco e submetendo-as a constrangimentos. VACINA É DIREITO! E os direitos das mulheres não podem ser tutelados. Precisam ser garantidos pelo poder público!

Estima-se que são 22 mil gestantes em Belo Horizonte. No entanto, desde que a vacinação iniciou no dia 17/06, apenas cerca de 3 mil doses da vacina Pfizer foram administradas, segundo dados dos boletins epidemiológicos divulgados diariamente pelo município. Ou seja, ainda que apenas gestantes estivessem sendo vacinadas com essa vacina, o número está muito abaixo diante da urgência de protegê-las da COVID-19, doença com mortalidade é 2 vezes maior para gestantes do que para a população geral, além aumentar o risco de prematuridade e óbito fetal.

Na comparação entre os anos 2020 e 2021, a mortalidade materna semanal aumentou em 283% e a mortalidade da população geral aumentou em 105%, confirmando os achados do CDC de que gestantes constituem grupo de maior risco de intubação orotraqueal, de internação em Unidades de Terapia Intensiva e de óbito.

É urgente que a Prefeitura elimine a exigência de prescrição médica e mobilize todas as forças para alcançar as gestantes e puérperas nos territórios, com campanhas nos meios de comunicação em massa e na atenção primária.

A vacina é um método efetivo de prevenção de casos graves e mortalidade materna pela COVID-19 e precisa chegar ao braço de todas as gestantes o mais rápido possível. Cada dia de espera é uma dia a mais de risco! 

PBH, libera as vacinas das gestantes sem prescrição médica! URGENTE!


SE VOCÊ É GESTANTE OU PUÉRPERA E ENCONTROU DIFICULDADES PARA SE VACINAR EM BH, DEIXE SEU RELATO NOS COMENTÁRIOS, OU FAÇA CONTATO COMIGO. pollydoula@gmail.com ou @pollydoamaral (nas redes sociais)

#ChegaDeMortesMaternas #VacinaUrgentePrasGestantes #LiberaAsVacinasDasGestantes #PBHfaçasuaparte #SUS

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Polly do AmaralCriador do abaixo-assinadoDoula. Coordenadora do Ishtar BH (grupo voluntário de apoio à gestação e maternidade), integrante da Parto do Principio e da CISAM/CMS-BH. Mãe de três filhas, formada em Ciência da Computação pela UFMG, ativista desde 2007. @pollydoamaral

Os tomadores de decisão

Secretário de Saúde Jackson Machado
Secretário de Saúde Jackson Machado
Defensoria Pública de Minas Gerais
Defensoria Pública de Minas Gerais
19ª Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde
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Atualizações do abaixo-assinado

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Abaixo-assinado criado em 22 de junho de 2021