CADÊ O PARQUE QUE TAVA AQUI?


CADÊ O PARQUE QUE TAVA AQUI?
O problema
CADÊ O PARQUE QUE TAVA AQUI?
CHEGA DE FEIRAS E EVENTOS NA ZONA DO LAGO DO PARQUE!
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O Parque da Cidade, projetado por Burle Marx, possui um Plano de Uso e Ocupação (Decreto 38.688), que estabelece cinco setores, com destinações próprias. A Zona do Lago do Parque, projetada com enorme capricho, é destinada a “áreas de estar e piqueniques”, um ambiente bucólico, onde a população possa contemplar a magnífica paisagem, circular livremente, usufruir de paz e tranquilidade, devendo por isso estar sempre disponível para esse tipo de uso pelo conjunto dos frequentadores.
Dessa maneira, é inadmissível que autorizações sigam sendo concedidas para que ali se realizem feiras e eventos de qualquer natureza, com instalação de cercas, tapumes, contêineres etc., assédio comercial, religioso, cultural etc., manifestações de alta intensidade sonora, muito menos que estruturas voltadas a públicos restritos ali se estabeleçam em caráter definitivo, tal como a grande área (5 mil m²) mantida cercada há quase dois anos, voltada ao uso de pessoas com deficiência, público que, sem dúvida, merece atenção especial, mas não dessa maneira.
O Estacionamento 10, normalmente já lotado nos finais de semana, também vem sendo sempre ocupado nesses dias por feiras e eventos, subtraindo assim grande quantidade de vagas disponíveis, o que obriga os motoristas a estacionarem ao longo da via principal do Parque. Isso sem falar nos transtornos causados à circulação de veículos dentro do estacionamento, já que as interdições no trânsito são feitas de maneira precária pelos próprios promotores. Se para a natureza do evento, for imprescindível que ocorram sobre o asfalto, há estacionamentos no Parque muito menos demandados.
O PARQUE POSSUI UMA ZONA DESTINADA PARA FEIRAS E EVENTOS. O uso indevido e ilegal da Zona do Lago, com crescente frequência, para essas finalidades, vem não só retirando dos frequentadores a oportunidade de uso regular dessa área, como vem também destruindo o paisagismo (pelo intenso trânsito de caminhões e automóveis de apoio sobre o gramado e pelo pisoteio concentrado), além de a área própria do Parque destinada a esse fim haver se tornado, POR DESUSO, perigosa.
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O Parque da Cidade, projetado por Burle Marx, possui um Plano de Uso e Ocupação (Decreto 38.688), que estabelece cinco setores, com destinações próprias. A Zona do Lago do Parque, projetada com enorme capricho, é destinada a “áreas de estar e piqueniques”, um ambiente bucólico, onde a população possa contemplar a magnífica paisagem, circular livremente, usufruir de paz e tranquilidade, devendo por isso estar sempre disponível para esse tipo de uso pelo conjunto dos frequentadores.
Dessa maneira, é inadmissível que autorizações sigam sendo concedidas para que ali se realizem feiras e eventos de qualquer natureza, com instalação de cercas, tapumes, contêineres etc., assédio comercial, religioso, cultural etc., manifestações de alta intensidade sonora, muito menos que estruturas voltadas a públicos restritos ali se estabeleçam em caráter definitivo, tal como a grande área (5 mil m²) mantida cercada há quase dois anos, voltada ao uso de pessoas com deficiência, público que, sem dúvida, merece atenção especial, mas não dessa maneira.
O Estacionamento 10, normalmente já lotado nos finais de semana, também vem sendo sempre ocupado nesses dias por feiras e eventos, subtraindo assim grande quantidade de vagas disponíveis, o que obriga os motoristas a estacionarem ao longo da via principal do Parque. Isso sem falar nos transtornos causados à circulação de veículos dentro do estacionamento, já que as interdições no trânsito são feitas de maneira precária pelos próprios promotores. Se para a natureza do evento, for imprescindível que ocorram sobre o asfalto, há estacionamentos no Parque muito menos demandados.
O PARQUE POSSUI UMA ZONA DESTINADA PARA FEIRAS E EVENTOS. O uso indevido e ilegal da Zona do Lago, com crescente frequência, para essas finalidades, vem não só retirando dos frequentadores a oportunidade de uso regular dessa área, como vem também destruindo o paisagismo (pelo intenso trânsito de caminhões e automóveis de apoio sobre o gramado e pelo pisoteio concentrado), além de a área própria do Parque destinada a esse fim haver se tornado, POR DESUSO, perigosa.
Vitória
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Abaixo-assinado criado em 18 de outubro de 2023